O Equador anunciou a expulsão do embaixador cubano Basilio Gutiérrez e de sua equipe diplomática, concedendo-lhes um prazo de 48 horas para deixar o país. A decisão, tomada pelo presidente Daniel Noboa, não apresentou uma justificativa explícita, baseando-se no Artigo 9 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, que permite a um Estado declarar um diplomata "persona non grata" a qualquer momento e sem necessidade de explicação.
Cuba rapidamente condenou a medida, classificando-a como "arbitrária, injustificada e sem precedentes", além de um "ato hostil". Havana sugeriu que a expulsão pode estar relacionada a pressões dos Estados Unidos antes de uma cúpula em Miami, intensificando as tensões diplomáticas entre os dois países. A presença policial e militar foi observada em frente à embaixada cubana em Quito após o anúncio.
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