Diretor do Fed defende quatro cortes de juros em 2026 e minimiza inflação
Stephen Miran, diretor do Federal Reserve, sugeriu que quatro cortes de juros em 2026 seriam apropriados, totalizando um ponto percentual, e expressou ceticismo sobre a inflação, citando a IA como fator desinflacionário.
Pontos principais
- Stephen Miran, diretor do Fed, defendeu quatro cortes de juros em 2026, somando um ponto percentual.
- Ele reconheceu a melhora no mercado de trabalho dos EUA, mas alertou contra o relaxamento do apoio ao setor.
- Miran não acredita em um problema de inflação nos EUA, considerando a inteligência artificial (IA) como um fator desinflacionário.
- O diretor expressou apoio a Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed, e criticou a regulamentação bancária excessiva.
- Apesar de contratempos, Miran não vê preocupação macroeconômica no crédito privado e sugere que a política monetária pode compensar limites de gastos com cartões.
Stephen Miran, diretor do Federal Reserve, afirmou em entrevista que quatro cortes de juros em 2026, totalizando um ponto percentual, seriam uma medida apropriada. Apesar de reconhecer a melhora no mercado de trabalho dos EUA, Miran alertou que ainda é cedo para reduzir o apoio ao setor. Ele também expressou ceticismo quanto à existência de um problema de inflação, apontando a inteligência artificial (IA) como uma força desinflacionária e mencionando que os preços parecem estáveis.
Além de suas projeções sobre a política monetária, Miran defendeu o trabalho de Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed, e criticou a regulamentação excessiva dos bancos. Ele também minimizou preocupações com o crédito privado do ponto de vista macroeconômico, apesar de alguns contratempos, e sugeriu que a política monetária pode ser usada para compensar o impacto de limites de gastos com cartões de crédito.
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