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Leilão da Rota Mogiana atrai quatro empresas e prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos

O leilão da Rota Mogiana, que concede 520 km de rodovias em SP por 30 anos, atraiu quatro empresas e prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos, gerando expectativas mistas.

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Foto: G1 - Economia
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25/02 às 12:03

Pontos principais

  • O leilão da Rota Mogiana, que abrange 520 km de rodovias estaduais entre Campinas (SP) e a divisa com Minas Gerais, está confirmado para esta sexta-feira na B3.
  • Quatro empresas manifestaram interesse na concessão de 30 anos: Motiva (ex-CCR), MC Brazil Concessões Rodoviárias (fundo Mubadala), EPR Participações e o Consórcio Rota Mogiana (liderado por Azevedo e Travassos).
  • O projeto prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos para melhorias, incluindo duplicação de trechos, novos dispositivos de segurança, passarelas, iluminação e o sistema Free Flow.
  • O critério de julgamento será o maior valor de outorga fixa, visando promover operações financeiras saudáveis e evitar lances agressivos.
  • Analistas da XP veem o leilão como atrativo devido à economia favorável, enquanto o Goldman Sachs projeta pouco espaço para criação significativa de valor devido à concorrência.

O leilão da Rota Mogiana, que concederá 520 km de rodovias estaduais em São Paulo por um período de 30 anos, está confirmado para esta sexta-feira na B3 e atraiu o interesse de quatro grandes players do setor. Entre os participantes estão a Motiva (ex-CCR), MC Brazil Concessões Rodoviárias, EPR Participações e o Consórcio Rota Mogiana. O critério de julgamento será o maior valor de outorga fixa, uma medida que busca garantir a sustentabilidade financeira das operações e evitar propostas excessivamente agressivas.

O projeto prevê um investimento significativo de R$ 9,3 bilhões, destinados a melhorias como duplicação de trechos, instalação de novos dispositivos de segurança, passarelas, iluminação e a implementação do sistema Free Flow. As expectativas do mercado sobre o leilão são variadas. Enquanto a XP projeta um cenário atrativo, o Goldman Sachs adota uma postura mais cautelosa, indicando pouco espaço para uma criação significativa de valor devido à intensa concorrência esperada. Para a Motiva, o Bradesco BBI destaca a importância estratégica do projeto, que se alinha com seu portfólio.

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