Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos EUA, renunciou ao cargo de professor em Harvard após aprofundamento de seus vínculos com Jeffrey Epstein e expressou "profundo constrangimento".
Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos EUA e ex-presidente de Harvard, renunciou ao seu cargo de codiretor no Centro de Negócios e Governo Mossavar-Rahmani e se aposentou de seu cargo de professor na Universidade de Harvard. A decisão foi tomada após a revelação de documentos judiciais do caso Jeffrey Epstein, que detalham a extensão de seus vínculos com o criminoso sexual condenado. As novas informações aprofundam a natureza do contato entre Summers e Epstein, incluindo trocas de mensagens sobre temas como academia, relações pessoais e o presidente Donald Trump.
Embora Summers tenha afirmado ter rompido relações ao perceber a gravidade das acusações contra Epstein, e-mails divulgados sugerem que o contato entre os dois se estendeu até um dia antes da prisão de Epstein em 2019. O ex-secretário expressou estar "profundamente envergonhado" de suas ações, e a Universidade de Harvard anunciou uma nova investigação sobre os vínculos da instituição com Epstein. Até o momento, Larry Summers não foi acusado judicialmente de envolvimento nos crimes de Epstein, mas a repercussão das revelações levou à sua saída de Harvard, destacando o impacto contínuo do caso Epstein em figuras públicas de alto perfil.