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Larry Summers renuncia a cargo em Harvard após novas revelações sobre Epstein

Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos EUA, renunciou ao cargo de professor em Harvard após aprofundamento de seus vínculos com Jeffrey Epstein e expressou "profundo constrangimento".

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Foto: G1 Mundo
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25/02 às 15:03 · atualizado 16:04

Pontos principais

  • Larry Summers renunciou ao cargo de codiretor do Centro de Negócios e Governo Mossavar-Rahmani na Universidade de Harvard e se aposentou de seu cargo de professor.
  • A decisão foi motivada pela divulgação de documentos do caso Jeffrey Epstein, que detalham seus vínculos com o criminoso sexual, incluindo correspondências sobre academia, relações pessoais e Donald Trump.
  • Summers, que foi secretário do Tesouro (1999-2001) e assessor econômico de Obama, trocou conselhos e participou de encontros sociais com Epstein, mantendo contato até um dia antes da prisão de Epstein em 2019.
  • O ex-secretário expressou estar "profundamente envergonhado" de suas ações, e Harvard anunciou uma nova investigação sobre os vínculos da universidade com Epstein.
  • Epstein, que morreu na prisão em 2019, foi detido sob acusação de tráfico sexual de menores, e o Departamento de Justiça divulgou documentos mostrando sua extensa rede de contatos.

Larry Summers, ex-secretário do Tesouro dos EUA e ex-presidente de Harvard, renunciou ao seu cargo de codiretor no Centro de Negócios e Governo Mossavar-Rahmani e se aposentou de seu cargo de professor na Universidade de Harvard. A decisão foi tomada após a revelação de documentos judiciais do caso Jeffrey Epstein, que detalham a extensão de seus vínculos com o criminoso sexual condenado. As novas informações aprofundam a natureza do contato entre Summers e Epstein, incluindo trocas de mensagens sobre temas como academia, relações pessoais e o presidente Donald Trump.

Embora Summers tenha afirmado ter rompido relações ao perceber a gravidade das acusações contra Epstein, e-mails divulgados sugerem que o contato entre os dois se estendeu até um dia antes da prisão de Epstein em 2019. O ex-secretário expressou estar "profundamente envergonhado" de suas ações, e a Universidade de Harvard anunciou uma nova investigação sobre os vínculos da instituição com Epstein. Até o momento, Larry Summers não foi acusado judicialmente de envolvimento nos crimes de Epstein, mas a repercussão das revelações levou à sua saída de Harvard, destacando o impacto contínuo do caso Epstein em figuras públicas de alto perfil.

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