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Rumo (RAIL3): JPMorgan mantém neutra e Itaú BBA reitera compra após rali

Apesar do recente rali das ações da Rumo (RAIL3), o JPMorgan mantém recomendação neutra e reduz o preço-alvo, enquanto o Itaú BBA reitera compra, divergindo nas perspectivas para a companhia.

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Foto: InfoMoney
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23/02 às 08:02

Pontos principais

  • JPMorgan mantém recomendação neutra para Rumo (RAIL3) e reduz o preço-alvo para R$ 19,50, mesmo após a alta das ações.
  • A valorização das ações da Rumo foi impulsionada por fortes volumes em janeiro e um posicionamento técnico favorável.
  • Itaú BBA reitera recomendação de compra para Rumo, com preço-alvo de R$ 19,00, citando perspectivas positivas para volumes e fretes no agronegócio.
  • Projeções da ESALQ-LOG indicam volumes robustos para as safras de soja e milho em 2026, além de maior competitividade do Porto de Santos.
  • Questões regulatórias sobre as concessões da Malha Oeste e Malha Sul são monitoradas, podendo impactar a empresa dependendo do formato das renovações.

As ações da Rumo (RAIL3) apresentaram um rali recente, impulsionado por fortes volumes em janeiro e um posicionamento técnico favorável. No entanto, o mercado financeiro demonstra visões divergentes sobre o futuro da companhia. O JPMorgan, apesar da alta, manteve sua recomendação neutra e reduziu o preço-alvo para R$ 19,50, projetando um EBITDA de R$ 1,8 bilhão para o 4T25 e R$ 8,358 bilhões para 2026, com preocupações sobre a pressão nos yields. A entrada de novos acionistas na Cosan, controladora da Rumo, pode intensificar a busca por maior geração de caixa e otimização de investimentos.

Em contraste, o Itaú BBA reiterou sua recomendação de compra para a Rumo, com um preço-alvo de R$ 19,00. A visão otimista do Itaú BBA baseia-se em perspectivas favoráveis para os volumes e fretes no setor agro, com a ESALQ-LOG prevendo safras robustas de soja e milho em 2026, maior competitividade do Porto de Santos e um aumento nos fretes rodoviários e ferroviários. As questões regulatórias envolvendo as concessões da Malha Oeste e Malha Sul permanecem no radar, e seu impacto dependerá do formato das futuras renovações.

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