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Polícia Civil de SP prende 12 por planejar atentado na Avenida Paulista

A Polícia Civil de SP prendeu 12 pessoas, entre 15 e 30 anos, por planejar um atentado com explosivos caseiros na Avenida Paulista, frustrando a ação iminente.

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Foto: InfoMoney
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02/02 às 19:04 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • Doze pessoas foram presas em São Paulo e outras cidades por planejar um atentado com bombas caseiras e coquetéis molotov na Avenida Paulista.
  • O grupo pretendia causar tumulto e pânico, e a ação foi frustrada por um monitoramento de inteligência em comunidades virtuais.
  • A investigação revelou que os envolvidos integravam uma rede nacional com quase oito mil participantes, com foco em São Paulo e Rio de Janeiro.
  • Os suspeitos possuíam estrutura organizada com manuais de fabricação de bombas e não tinham pauta política específica, operando em oposição genérica a instituições governamentais.
  • A operação foi resultado da antecipação do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) e da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber, com colaboração da polícia do Rio de Janeiro).

A Polícia Civil de São Paulo realizou a prisão de 12 pessoas, com idades entre 15 e 30 anos, suspeitas de planejar um atentado com explosivos caseiros e coquetéis molotov na Avenida Paulista. A ação, que impediu um possível ataque previsto para esta segunda-feira (2), foi resultado de um trabalho de inteligência que monitorou o grupo em redes sociais e comunidades virtuais, onde compartilhavam vídeos e instruções detalhadas sobre a fabricação de artefatos explosivos. O objetivo era causar tumulto e pânico na capital paulista.

As prisões ocorreram na capital paulista, Osasco, São Caetano e Botucatu, com a colaboração de secretarias de segurança de outros estados. A investigação revelou que os envolvidos integram uma rede nacional com quase oito mil participantes, concentrada principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. A Secretaria de Segurança Pública informou que o grupo não possuía pauta política específica, operando em oposição genérica a instituições governamentais. A operação foi fruto da antecipação do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad) e da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), com a polícia do Rio de Janeiro identificando movimentações e manuais idênticos.

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