A polícia de SP prendeu 47 pessoas no carnaval por furtos e tráfico, usando agentes fantasiados de Chaves, Scooby-Doo e outros personagens, recuperando dezenas de celulares e implementando segurança para mulheres.
A Polícia Civil e Militar de São Paulo intensificou o combate ao crime durante o carnaval, resultando em 47 prisões desde 31 de janeiro. A estratégia incluiu a atuação de policiais disfarçados com fantasias de personagens populares, como Chaves, Scooby-Doo, Minions, Gru e Caça-Fantasmas, para se infiltrar nos blocos e prender suspeitos. Essa tática, que viralizou e é replicada em outras cidades como Salvador e Rio de Janeiro, visa coibir furtos de celulares, tráfico de drogas, venda de bebida adulterada e estelionato, crimes que se intensificam em eventos com grande aglomeração de pessoas. A escolha das fantasias pelo DHPP é feita com base no perfil do bloco e no conforto dos agentes, que atuam em equipes de 6 a 8 policiais.
No último fim de semana, agentes fantasiados de Scooby-Doo detiveram três suspeitos de roubo de celulares na República, recuperando oito aparelhos. Em outra ação, policiais vestidos como personagens da Turma do Chaves prenderam três homens por tráfico de drogas e duas mulheres por receptação. Policiais caracterizados como Caça-Fantasmas apreenderam 12 celulares na Consolação. O total de celulares recuperados nos dois primeiros fins de semana ultrapassou 70, sendo 32 apenas no sábado. Além disso, quatro pessoas foram presas e cinco adolescentes apreendidos por furto de celulares no Ibirapuera. A Operação Carnaval 2026, que conta com cerca de 13 mil policiais, também registrou a prisão de um homem procurado pela Justiça no Sambódromo do Anhembi, identificado por reconhecimento facial. Os policiais disfarçados observam comportamentos suspeitos, como pessoas que não participam da festa ou focam em pertences de foliões, além de atuar com base em identificações por reconhecimento facial.
Para garantir a segurança de todos, a Polícia Militar de SP implementou um esquema especial de segurança para mulheres, com policiais femininas e o programa Cabine Lilás, para atender vítimas de importunação sexual. No pré-Carnaval, 11 pessoas foram presas por venda de bebida adulterada, estelionato e furto de celulares, e uma operação na Barra Funda prendeu 12 integrantes de uma quadrilha especializada em crimes patrimoniais.
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Agência Brasil - EBC • 15 fev, 11:14