Cadu de Lula
Governador eleito do Rio Grande do Norte · PT
Eleito no 2º turno, 50,77% dos válidosMandato de 06/01/2027 a 05/01/2031
Acompanhe Cadu de Lula
Receba atualizações a cada 3 meses.
169 promessas de campanha
- Plano de governo registrado no TSE: Programa de Governo Cadu Xavier: RN que cresce cuidando de gente
- 56 ações
- 113 diretrizes
O acompanhamento começa com a posse, em 6 de janeiro de 2027.
Educação, Ciência, Tecnologia e Futuro · 20
6 ações · 14 diretrizes- Ampliar investimentos, infraestrutura e atividades econômicas em todas as regiões
Ampliar investimentos, fortalecer a infraestrutura, atrair novas atividades econômicas, apoiar quem produz e gerar trabalho e renda em todas as regiões.
Trecho (p. 3)
“Cadu ampliará investimentos, fortalecerá a infraestrutura, atrairá novas atividades econômicas, apoiará quem produz, gerará trabalho e renda e assegurará que o desenvolvimento alcance todas as regiões e todos os grupos sociais.” p. 3
- Orientar a política de desenvolvimento para industrialização a partir de energia renovável e minerais
Orientar a política de desenvolvimento para que energias renováveis, minerais estratégicos, economia de baixo carbono e transformação digital gerem industrialização, tecnologia e empregos qualificados.
Trecho (p. 12)
“Orientar a política de desenvolvimento para que a liderança em energias renováveis, os minerais estratégicos, a economia de baixo carbono e a transformação digital impulsionem industrialização, tecnologia e empregos qualificados.” p. 12
- Agregar valor no território, desenvolver fornecedores locais e aproximar empresas e universidades
Agregar valor no território potiguar, desenvolver fornecedores locais e aproximar empresas, universidades, centros de pesquisa e formação profissional.
Trecho (p. 12)
“A prioridade é agregar valor no território potiguar, desenvolver fornecedores locais e aproximar empresas, universidades, institutos, centros de pesquisa e formação profissional.” p. 12
- Integrar agricultura familiar e fruticultura à agroindústria, cooperativismo, crédito e mercados
Integrar a agricultura familiar e a fruticultura à agroindústria, ao cooperativismo, à inovação, ao crédito e aos mercados para agregar valor à produção.
Trecho (p. 12)
“Sua integração à agroindústria, ao cooperativismo, à inovação, ao crédito e aos mercados permitirá agregar valor à produção e ampliar as oportunidades nos territórios.” p. 12
- Turismo diversificado, sustentável e de maior valor agregado
Desenvolver o turismo como atividade diversificada, sustentável e de maior valor agregado, articulando sol e mar a cultura, gastronomia, natureza e turismo de base comunitária, para reduzir a sazonalidade e distribuir renda entre mais municípios.
Trecho (p. 12)
“O turismo avançará como atividade diversificada, sustentável e de maior valor agregado.” p. 12
- Ambiente de confiança e segurança para investir, com regras claras e simplificação responsável
Construir um ambiente de confiança e segurança para investir, com planejamento público, regras claras e simplificação responsável.
Trecho (p. 12)
“Construir um ambiente de confiança, diálogo e segurança para investir, com planejamento público, regras claras, simplificação responsável e proteção dos direitos sociais e ambientais.” p. 12
- Infraestrutura rodoviária, portuária, aeroportuária, logística e digital conectada às prioridades produtivas
Conectar a infraestrutura rodoviária, portuária, aeroportuária, logística e digital às prioridades produtivas e à integração do RN com o Brasil e o mundo.
Trecho (p. 12)
“Infraestrutura rodoviária, portuária, aeroportuária, logística e digital deverá estar conectada às prioridades produtivas e à integração do RN com o Brasil e o mundo.” p. 12
- Atrair investimentos e ampliar exportações pelo critério de contribuição ao desenvolvimento
Atrair investimentos e ampliar exportações orientados por qualidade dos empregos, inovação, fornecedores locais, responsabilidade ambiental e impacto territorial.
Trecho (p. 12)
“A atração de investimentos e a ampliação das exportações serão orientadas pela contribuição efetiva ao desenvolvimento” p. 12
- Integrar o RN à Nova Indústria Brasil, ao Novo PAC e aos bancos públicos
Integrar o RN à Nova Indústria Brasil, ao Novo PAC, aos bancos públicos e às políticas federais de infraestrutura, transição energética, promoção comercial e desenvolvimento regional.
Trecho (p. 12)
“A parceria com o presidente Lula será estratégica para integrar o RN à Nova Indústria Brasil, ao Novo PAC, aos bancos públicos e às políticas federais de infraestrutura, transição energética, promoção comercial e desenvolvimento regional.” p. 12
- Condições para pequenos negócios, cooperativas e empreendimentos populares inovarem, acessarem crédito e mercados
Criar condições para pequenos negócios, microempreendedores, cooperativas e empreendimentos populares inovarem, acessarem crédito e mercados e crescerem.
Trecho (p. 13)
“Pequenos negócios, microempreendedores, cooperativas e empreendimentos populares são parte da estratégia de desenvolvimento e precisam de condições para inovar, acessar crédito e mercados e crescer de modo sustentável.” p. 13
- Inclusão econômica de mulheres, juventudes, população negra, pessoas com deficiência e comunidades tradicionais
Enfrentar barreiras de gênero, raça, geração, deficiência e território e ampliar a participação de mulheres, juventudes, população negra, pessoas com deficiência e comunidades tradicionais nas oportunidades econômicas.
Trecho (p. 13)
“A inclusão econômica deverá enfrentar barreiras de gênero, raça, geração, deficiência e território, ampliando a participação de mulheres, juventudes, população negra, pessoas com deficiência e comunidades tradicionais nas oportunidades geradas.” p. 13
- Efetividade das políticas públicas no centro da gestão
Colocar a efetividade das políticas públicas no centro da gestão.
Trecho (p. 17)
“Colocar a efetividade das políticas públicas no centro da gestão.” p. 17
- Objetivos e indicadores conectando planejamento, orçamento, execução, monitoramento e avaliação
Conectar planejamento, orçamento, execução, monitoramento, avaliação e controle por objetivos, responsabilidades e indicadores.
Trecho (p. 17)
“Objetivos, responsabilidades e indicadores deverão conectar planejamento, orçamento, execução, monitoramento, avaliação e controle.” p. 17
- Servidores valorizados, capacitados e com segurança institucional
Valorizar e capacitar os servidores e garantir segurança institucional para que atuem como agentes centrais da transformação do Estado.
Trecho (p. 17)
“Servidores valorizados, capacitados e com segurança institucional serão agentes centrais dessa transformação.” p. 17
- Integridade como responsabilidade de todo o governo
Tratar a integridade como responsabilidade de todo o governo, com ética, transparência, prevenção de riscos, padrões de conduta e prestação de contas em decisões, contratações, concessões e parcerias.
Trecho (p. 17)
“Tratar a integridade como responsabilidade de todo o governo, começando pelo exemplo das lideranças.” p. 17
- Fortalecer as ouvidorias
Fortalecer as ouvidorias para ampliar a escuta, a proteção de direitos e o aperfeiçoamento dos serviços.
Trecho (p. 17)
“Ouvidorias fortalecerão a escuta, a proteção de direitos e o aperfeiçoamento dos serviços.” p. 17
- Controle interno independente, preventivo e orientador
Preservar a independência do controle interno e atuar também de forma preventiva e orientadora.
Trecho (p. 17)
“O controle interno preservará sua independência e seu dever de responsabilização, atuando também de forma preventiva, orientadora e conectada à implementação.” p. 17
- Simplificar processos eliminando exigências sem finalidade
Eliminar exigências sem finalidade e rever processos antes de digitalizá-los, com integração entre órgãos, linguagem simples, prazos claros e informação única.
Trecho (p. 17)
“Simplificar será eliminar exigências sem finalidade e organizar o Estado para resolver problemas com segurança e rapidez, sem reduzir direitos, controles ou proteção socioambiental.” p. 17
- Governo digital proativo e preditivo
Avançar o governo digital para uma atuação proativa e, quando adequada, preditiva, reconhecendo pessoas elegíveis e facilitando o acesso a direitos.
Trecho (p. 17)
“O governo digital avançará da espera pela solicitação para uma atuação proativa e, quando adequada, preditiva.” p. 17
- Planejamento e orçamento conectados a custos, prioridades e resultados
Conectar planejamento e orçamento aos custos, às prioridades e aos resultados das políticas e usar a qualidade do gasto para corrigir iniciativas pouco efetivas.
Trecho (p. 18)
“Planejamento e orçamento serão conectados aos custos, às prioridades e aos resultados das políticas.” p. 18
- Carteira integrada de investimentos para mobilizar recursos federais e de bancos públicos
Manter capacidade permanente de estruturar projetos e organizar uma carteira integrada de investimentos para mobilizar recursos do Governo Federal, de bancos públicos e de outras fontes.
Trecho (p. 18)
“A capacidade permanente de estruturar projetos e organizar uma carteira integrada de investimentos permitirá mobilizar recursos do Governo Federal, especialmente pela parceria com o presidente Lula, dos bancos públicos e de outras fontes responsáveis.” p. 18
- Fortalecer o papel do Estado no SUAS
Fortalecer o papel do Estado na coordenação, no cofinanciamento, na regionalização, no apoio técnico e na avaliação do SUAS.
Trecho (p. 22)
“Fortalecer o papel do Estado na coordenação, no cofinanciamento, na regionalização, no apoio técnico e na avaliação do SUAS.” p. 22
- Cooperação com municípios para proteção adequada onde o serviço especializado não é viável
Manter a cooperação com os municípios para reduzir desigualdades de capacidade e assegurar proteção adequada, inclusive onde serviços especializados não sejam viáveis isoladamente.
Trecho (p. 22)
“A cooperação com os municípios deverá permanecer reduzindo desigualdades de capacidade e assegurar proteção adequada, inclusive onde a manutenção isolada de serviços especializados não seja viável.” p. 22
- Vigilância socioassistencial, diagnósticos territoriais e busca ativa
Adotar vigilância socioassistencial, diagnósticos territoriais, busca ativa e integração responsável de informações para facilitar o acesso a direitos.
Trecho (p. 22)
“Vigilância socioassistencial, diagnósticos territoriais, busca ativa e integração responsável de informações facilitarão o acesso a direitos.” p. 22
- Enfrentamento à fome como responsabilidade permanente do Estado
Tratar o enfrentamento à fome como responsabilidade permanente do Estado e integrar a rede de segurança alimentar construída pelo governo Fátima.
Trecho (p. 22)
“Tratar o enfrentamento à fome como responsabilidade permanente do Estado e integrar a rede construída pelo governo Fátima são nossos compromissos.” p. 22
- Agricultura familiar no abastecimento das políticas públicas
Manter a agricultura familiar no abastecimento das políticas públicas, na produção de alimentos e na geração de renda.
Trecho (p. 22)
“A agricultura familiar permanecerá com papel estratégico no abastecimento das políticas públicas, na produção de alimentos e na geração de renda.” p. 22
- Articulação com políticas federais de combate à fome, aquisição de alimentos e cisternas
Articular o RN às políticas nacionais de combate à fome, aquisição de alimentos, cisternas e organização do sistema de segurança alimentar.
Trecho (p. 22)
“A parceria com o presidente Lula fortalecerá a articulação com as políticas nacionais de combate à fome, aquisição de alimentos, cisternas e organização do sistema de segurança alimentar.” p. 22
- Acessibilidade como responsabilidade transversal de todo o governo
Assumir a acessibilidade como responsabilidade transversal de todo o governo.
Trecho (p. 22)
“Assumir a acessibilidade como responsabilidade transversal de todo o governo.” p. 22
- Desenho universal e adaptação razoável em serviços, transportes e ambientes digitais
Aplicar desenho universal e adaptação razoável em serviços, equipamentos, transportes, ambientes digitais, comunicação e atendimento.
Trecho (p. 22)
“Desenho universal e adaptação razoável deverão orientar serviços, equipamentos, transportes, ambientes digitais, comunicação e atendimento” p. 22
- Integrar o RN ao Novo Viver sem Limite
Aproximar o RN das políticas e dos investimentos do Novo Viver sem Limite.
Trecho (p. 22)
“A cooperação com o Governo Federal aproximará o RN das políticas e dos investimentos do Novo Viver sem Limite.” p. 22
- Respostas regionalizadas para pessoas em maior desproteção
Organizar respostas regionalizadas e integradas para pessoas que enfrentam violência, abandono, orfandade, perda de autonomia, rompimento de vínculos, situação de rua ou emergências.
Trecho (p. 22)
“Organizar respostas regionalizadas e integradas para pessoas que enfrentam violência, abandono, orfandade, perda de autonomia, rompimento de vínculos, situação de rua ou emergências.” p. 22
- Convivência familiar protegida e acolhimento institucional excepcional
Proteger a convivência familiar e comunitária e tornar o acolhimento institucional excepcional, qualificado e orientado à reconstrução de vínculos.
Trecho (p. 22)
“A convivência familiar e comunitária será protegida, e o acolhimento institucional deverá ser excepcional, qualificado e orientado pela reconstrução de vínculos e projetos de vida.” p. 22
- Apoio a pessoas que necessitam de cuidado, famílias e cuidadores
Apoiar pessoas que necessitam de cuidado, famílias e cuidadores, em articulação com a política de cuidados do Eixo 6.
Trecho (p. 23)
“Pessoas que necessitam de cuidado, famílias e quem cuida deverão receber apoio, em articulação com a política de cuidados coordenada no Eixo 6.” p. 23
- Articular o RN às políticas nacionais de alfabetização, educação integral e ensino superior
Ampliar investimentos e articular o RN às políticas nacionais de alfabetização, educação integral, permanência estudantil, formação profissional, ensino superior, ciência, tecnologia e inovação.
Trecho (p. 26)
“A parceria com o presidente Lula será decisiva para ampliar investimentos e articular o RN às políticas nacionais de alfabetização, educação integral, permanência estudantil, formação profissional, ensino superior, ciência, tecnologia e inovação” p. 26
- Direito de aprender no centro das decisões: alfabetização, transições e recomposição
Colocar o direito de aprender no centro das decisões, com atenção à alfabetização, às transições entre etapas e à recomposição das aprendizagens.
Trecho (p. 27)
“Colocar o direito de aprender no centro das decisões, com atenção à alfabetização, às transições entre etapas, à recomposição e ao aprofundamento das aprendizagens.” p. 27
- Avaliação diagnóstica e formativa orientando apoio pedagógico
Usar avaliação diagnóstica e formativa para orientar apoio pedagógico e ajustar estratégias.
Trecho (p. 27)
“Avaliação diagnóstica e formativa deverá orientar apoio pedagógico, reconhecer avanços e ajustar estratégias” p. 27
- Aprofundar a educação integral com qualidade e equidade territorial
Aprofundar a expansão da educação integral com qualidade pedagógica, equidade territorial e participação das comunidades.
Trecho (p. 27)
“A expansão da educação integral promovida pelo governo Fátima será aprofundada com qualidade pedagógica, equidade territorial e participação das comunidades” p. 27
- Educação inclusiva removendo barreiras
Remover barreiras físicas, pedagógicas, comunicacionais, digitais e atitudinais na educação.
Trecho (p. 27)
“A educação inclusiva removerá barreiras físicas, pedagógicas, comunicacionais, digitais e atitudinais.” p. 27
- Educação do campo, indígena, quilombola e EJA
Oferecer educação do campo, indígena, quilombola, de comunidades tradicionais e EJA respeitando identidades, territórios e modos de vida.
Trecho (p. 27)
“Educação do campo, indígena, quilombola e das comunidades tradicionais, além da Educação de Jovens e Adultos, respeitará identidades, territórios e modos de vida.” p. 27
- Busca ativa de estudantes em risco de afastamento
Realizar busca ativa e articulação intersetorial para apoiar estudantes em risco de afastamento.
Trecho (p. 27)
“Busca ativa e articulação intersetorial apoiarão estudantes em risco de afastamento.” p. 27
- Valorização dos profissionais da educação como política permanente de Estado
Tratar a valorização dos profissionais da educação como política permanente, articulando carreira, remuneração, formação, saúde, segurança e condições de trabalho.
Trecho (p. 27)
“Tratar a valorização como política permanente de Estado, articulando carreira, remuneração, formação, saúde, segurança, condições de trabalho, autonomia pedagógica e participação nas decisões.” p. 27
- Equipes estáveis, gestão democrática e suporte nas escolas
Garantir às escolas equipes estáveis, gestão democrática e suporte pedagógico, técnico e administrativo.
Trecho (p. 27)
“As escolas deverão contar com equipes estáveis, gestão democrática e suporte pedagógico, técnico e administrativo.” p. 27
- Infraestrutura, climatização, conectividade, bibliotecas e laboratórios nas escolas
Organizar infraestrutura, climatização, acessibilidade, conectividade, bibliotecas, laboratórios, alimentação e transporte como condições da aprendizagem.
Trecho (p. 27)
“Infraestrutura, climatização, acessibilidade, conectividade, bibliotecas, laboratórios, alimentação e transporte serão organizados como condições da aprendizagem” p. 27
- Tecnologia e simplificação para liberar tempo pedagógico
Reduzir tarefas repetitivas dos profissionais com tecnologia e simplificação para liberar tempo pedagógico.
Trecho (p. 27)
“Tecnologia e simplificação deverão reduzir tarefas repetitivas e liberar tempo para o trabalho pedagógico.” p. 27
- Formação continuada, tempos de planejamento e redes colaborativas
Garantir formação continuada, tempos de planejamento e redes colaborativas para profissionais e escolas.
Trecho (p. 27)
“A formação continuada, os tempos de planejamento e as redes colaborativas permitirão que profissionais e escolas” p. 27
- Integrar educação profissional, ensino superior, ciência e inovação às vocações dos territórios
Integrar educação profissional, ensino médio, ensino superior, ciência, tecnologia e inovação às vocações dos territórios e aos projetos de vida dos estudantes.
Trecho (p. 27)
“Integrar educação profissional, ensino médio, ensino superior, ciência, tecnologia e inovação às vocações dos territórios e aos projetos de vida dos estudantes.” p. 27
- Fortalecer a UERN
Fortalecer a UERN como universidade pública, gratuita, inclusiva e interiorizada.
Trecho (p. 27)
“Fortalecer a UERN como universidade pública, gratuita, inclusiva e interiorizada” p. 27
- Consolidar a FAPERN
Consolidar a FAPERN como instituição estratégica da política estadual de ciência, tecnologia e inovação.
Trecho (p. 27)
“consolidar a FAPERN como instituição estratégica da política estadual de ciência, tecnologia e inovação.” p. 27
- Cultura digital, pensamento computacional e uso ético de inteligência artificial na formação
Integrar cultura digital, pensamento computacional, proteção de dados e uso ético da inteligência artificial à formação.
Trecho (p. 28)
“Cultura digital, pensamento computacional, proteção de dados e uso ético da inteligência artificial integrarão a formação de maneira crítica e inclusiva.” p. 28
- Ampliar a inserção do RN em programas nacionais de formação, pesquisa e inovação
Ampliar a inserção do RN nos programas nacionais de formação, pesquisa e inovação.
Trecho (p. 28)
“A parceria com o presidente Lula ampliará a inserção do RN nos programas nacionais de formação, pesquisa e inovação.” p. 28
- Cooperação entre Estado e municípios na educação
Fortalecer a cooperação entre Estado e municípios com assistência técnica, informações, formação e apoio ao planejamento.
Trecho (p. 28)
“Fortalecer a cooperação entre Estado e municípios, com assistência técnica, informações, formação e apoio ao planejamento.” p. 28
- Respostas mais intensas onde há maiores barreiras à aprendizagem
Oferecer respostas mais intensas onde houver maiores barreiras à aprendizagem e à permanência.
Trecho (p. 28)
“oferecer respostas mais intensas onde existirem maiores barreiras à aprendizagem e à permanência.” p. 28
- Participação de estudantes, profissionais e famílias nas políticas educacionais
Garantir a participação de estudantes, profissionais, famílias, conselhos, universidades, sindicatos e comunidades na formulação, implementação e avaliação das políticas educacionais.
Trecho (p. 28)
“Estudantes, profissionais, famílias, conselhos, universidades, sindicatos e comunidades participarão da formulação, da implementação e da avaliação das políticas.” p. 28
- Estado e municípios cooperando para o SUS funcionar como rede única
Atuar com os municípios para que o SUS funcione como rede única, com portas de entrada conhecidas, encaminhamentos acompanhados e responsabilidades definidas.
Trecho (p. 31)
“Estado e municípios deverão atuar cooperativamente para que o SUS funcione como uma rede única, com portas de entrada conhecidas, encaminhamentos acompanhados e responsabilidades definidas.” p. 31
- Ampliar investimentos federais em atenção básica, saúde mental, SAMU, hospitais e telessaúde
Ampliar investimentos na atenção básica e especializada, saúde mental, SAMU, infraestrutura hospitalar, telessaúde e oferta de consultas, exames, cirurgias e tratamentos.
Trecho (p. 31)
“A parceria com o governo do presidente Lula ampliará investimentos na atenção básica e especializada, na saúde mental, no SAMU, na infraestrutura hospitalar, na telessaúde e na oferta de consultas, exames, cirurgias e tratamentos.” p. 31
- Regulação como instrumento de cuidado, com prioridades por risco e vulnerabilidade
Organizar a regulação integrando Estado, municípios e prestadores, com prioridades por critérios clínicos, risco, vulnerabilidade e capacidade regional, com transparência.
Trecho (p. 32)
“Organizar a regulação como instrumento de cuidado, integrando Estado, municípios e prestadores em percursos compreensíveis para consultas, exames, cirurgias e tratamentos.” p. 32
- Qualificar as filas e acompanhar o percurso de cada pessoa
Qualificar as filas e acompanhar o percurso de cada pessoa, com marcação, confirmação e orientação por diferentes canais, inclusive presenciais.
Trecho (p. 32)
“Qualificar as filas e acompanhar o percurso de cada pessoa, evitando que o encaminhamento seja tratado como encerramento da responsabilidade pública.” p. 32
- Linhas de cuidado e telessaúde conectando atenção primária, especializada e reabilitação
Conectar atenção primária, atendimento especializado, diagnóstico, tratamento, reabilitação e acompanhamento por linhas de cuidado, com apoio de telessaúde.
Trecho (p. 32)
“Linhas de cuidado conectarão atenção primária, atendimento especializado, diagnóstico, tratamento, reabilitação e acompanhamento.” p. 32
- Aprofundar a regionalização da saúde
Aprofundar a regionalização da saúde para aproximar serviços e reduzir desigualdades entre os territórios.
Trecho (p. 32)
“Aprofundar a regionalização para aproximar serviços e reduzir desigualdades entre os territórios.” p. 32
- Fortalecer o papel assistencial de cada região, com gestão de leitos e fluxos de urgência
Fortalecer o papel assistencial de cada região, articulando capacidade instalada, perfis de atendimento, gestão de leitos, referências e fluxos de urgência.
Trecho (p. 32)
“Fortalecer o papel assistencial de cada região, articulando capacidade instalada, perfis de atendimento, gestão de leitos, referências e fluxos de urgência.” p. 32
- Transporte sanitário e continuidade após a alta
Considerar transporte sanitário, acessibilidade e continuidade após a alta na organização regional quando o deslocamento for necessário.
Trecho (p. 32)
“Quando o deslocamento for necessário, a organização regional considerará transporte sanitário, acessibilidade e continuidade após a alta.” p. 32
- Fortalecer a atenção primária como porta de entrada e coordenadora do cuidado
Fortalecer a atenção primária como porta de entrada e coordenadora do cuidado, em cooperação com os municípios.
Trecho (p. 32)
“Fortalecer a atenção primária como porta de entrada e coordenadora do cuidado, em cooperação com os municípios.” p. 32
- Saúde materna e infantil, reabilitação, atenção domiciliar e cuidados paliativos
Integrar saúde materna e infantil, diagnóstico oportuno, reabilitação, atenção domiciliar e cuidados paliativos em percursos contínuos de cuidado.
Trecho (p. 32)
“Saúde materna e infantil, diagnóstico oportuno, reabilitação, atenção domiciliar e cuidados paliativos integrarão percursos contínuos.” p. 32
- Rede de saúde mental comunitária, em liberdade e sem estigma
Orientar a rede de saúde mental pelo cuidado comunitário, em liberdade, articulando atenção primária, serviços psicossociais, urgência, hospitais gerais e apoio às famílias.
Trecho (p. 33)
“A rede será orientada pelo cuidado comunitário, em liberdade, sem estigma e com proteção de direitos, articulando atenção primária, serviços psicossociais, urgência, hospitais gerais e apoio às famílias.” p. 33
- Respostas a crises, prevenção do suicídio e uso prejudicial de álcool e drogas
Dar respostas baseadas em evidências a crises, prevenção do suicídio, uso prejudicial de álcool e outras drogas e sofrimento associado a violências ou ao trabalho.
Trecho (p. 33)
“Crises, prevenção do suicídio, uso prejudicial de álcool e outras drogas e sofrimento associado às violências ou ao trabalho receberão respostas baseadas em evidências e vínculos.” p. 33
- Valorização dos trabalhadores do SUS e distribuição regional das equipes
Valorizar os trabalhadores do SUS com diálogo, carreira, formação permanente, saúde, segurança, condições de trabalho e distribuição regional das equipes.
Trecho (p. 33)
“Reconhecer os trabalhadores como sujeitos centrais do cuidado, articulando diálogo, carreira, formação permanente, saúde, segurança, condições de trabalho e distribuição regional das equipes.” p. 33
- Organizar financiamento, logística, assistência farmacêutica e manutenção com equidade
Organizar financiamento, pactuação federativa, contratos, logística, assistência farmacêutica e manutenção com critérios de equidade, transparência e qualidade.
Trecho (p. 33)
“Organizar financiamento, pactuação federativa, contratos, logística, assistência farmacêutica e manutenção com critérios de equidade, transparência e qualidade.” p. 33
- Integrar dados de regulação, prontuário, exames, hospitais e medicamentos
Integrar dados de regulação, prontuário, exames, hospitais e medicamentos com finalidade pública, segurança e supervisão humana.
Trecho (p. 33)
“Integrar dados de regulação, prontuário, exames, hospitais e medicamentos com finalidade pública, segurança e supervisão humana.” p. 33
- Articular o RN ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios e ao Plano Nacional de Cuidados
Articular o RN ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, ao Plano Nacional de Cuidados e às políticas federais de autonomia econômica, saúde e igualdade.
Trecho (p. 36)
“A parceria com o presidente Lula será estratégica para articular o RN ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, ao Plano Nacional de Cuidados e às políticas federais de autonomia econômica, saúde e igualdade.” p. 36
- Autonomia econômica das mulheres no centro da estratégia de desenvolvimento
Colocar a autonomia econômica das mulheres no centro da estratégia de desenvolvimento, com trabalho digno, qualificação, crédito, tecnologia e mercados.
Trecho (p. 37)
“Colocar a autonomia econômica das mulheres no centro da estratégia de desenvolvimento.” p. 37
- Inclusão produtiva das mulheres conforme as vocações territoriais
Desenvolver políticas de inclusão produtiva das mulheres conforme as vocações territoriais, em agricultura familiar, energias renováveis, turismo, economia do mar, indústria, tecnologia, cultura, comércio, serviços e economia do cuidado.
Trecho (p. 37)
“As políticas de inclusão produtiva considerarão as vocações territoriais e a presença das mulheres na agricultura familiar, energias renováveis, turismo, economia do mar, indústria, tecnologia, cultura, comércio, serviços e economia do cuidado.” p. 37
- Reconhecer o empreendedorismo feminino
Reconhecer o empreendedorismo feminino como atividade capaz de crescer, inovar e gerar empregos.
Trecho (p. 37)
“Empreendedorismo feminino será reconhecido como atividade capaz de crescer, inovar e gerar empregos.” p. 37
- Equidade salarial, ambientes seguros e mulheres nas lideranças
Incluir equidade salarial, ambientes seguros e participação feminina nas lideranças no diálogo sobre desenvolvimento.
Trecho (p. 37)
“Equidade salarial, ambientes seguros e participação feminina nas lideranças integrarão o diálogo sobre desenvolvimento.” p. 37
- Enfrentamento aos feminicídios como responsabilidade permanente do Estado
Tratar o enfrentamento aos feminicídios como responsabilidade permanente de todo o Estado, seguindo os níveis de prevenção do Pacto Nacional.
Trecho (p. 37)
“Tratar o enfrentamento aos feminicídios como responsabilidade permanente de todo o Estado.” p. 37
- Rede de proteção com escuta qualificada, avaliação de risco e percursos integrados
Organizar a rede para reconhecer sinais, realizar escuta qualificada e acompanhar cada mulher sem repetição de relatos, com avaliação de risco, medidas protetivas, acolhimento, saúde, assistência jurídica, moradia e autonomia econômica.
Trecho (p. 37)
“A rede deverá reconhecer sinais, realizar escuta qualificada e acompanhar cada mulher sem exigir repetição de relatos ou peregrinação entre órgãos.” p. 37
- Regionalização do atendimento a mulheres do campo, das águas e das periferias
Regionalizar o atendimento considerando as barreiras de mulheres do campo, das águas, das comunidades tradicionais, das pequenas cidades e das periferias.
Trecho (p. 37)
“A regionalização considerará as barreiras enfrentadas por mulheres do campo, das águas, das comunidades tradicionais, das pequenas cidades e das periferias.” p. 37
- Proteção a crianças, adolescentes e dependentes atingidos pela violência
Proteger crianças, adolescentes e dependentes atingidos pela violência contra a mulher.
Trecho (p. 37)
“Crianças, adolescentes e dependentes atingidos pela violência também receberão proteção.” p. 37
- Atenção integral à saúde das mulheres em todas as fases da vida
Assegurar atenção integral às mulheres em todas as fases da vida, incluindo saúde sexual e reprodutiva, cuidado materno, prevenção dos cânceres, saúde mental, climatério e dignidade menstrual.
Trecho (p. 37)
“Assegurar atenção integral às mulheres em todas as fases da vida, articulada ao Eixo 5.” p. 37
- Cuidado como direito e corresponsabilidade com o Plano Nacional de Cuidados
Reconhecer o cuidado como direito e, com o Plano Nacional de Cuidados, promover a corresponsabilidade entre poder público, famílias, comunidades e setor produtivo para reduzir a sobrecarga das mulheres.
Trecho (p. 37)
“Reconhecer o cuidado como direito, trabalho e infraestrutura indispensável ao desenvolvimento.” p. 37
- Reconhecer e proteger trabalhadoras do cuidado e cuidadoras familiares
Reconhecer, proteger e ouvir as trabalhadoras remuneradas do cuidado e as cuidadoras familiares.
Trecho (p. 38)
“As trabalhadoras remuneradas do cuidado e as cuidadoras familiares deverão ser reconhecidas, protegidas e ouvidas.” p. 38
- Igualdade de oportunidades mulheres e homens em funções de liderança
Promover igualdade de oportunidades nas funções de liderança, acompanhar barreiras remuneratórias e fortalecer ambientes institucionais seguros, sem assédio, discriminação ou retaliação.
Trecho (p. 38)
“O Estado deverá promover igualdade de oportunidades nas funções de liderança e decisão, acompanhar barreiras remuneratórias e fortalecer ambientes institucionais seguros, sem assédio, discriminação ou retaliação.” p. 38
- Participação política das mulheres e combate à violência política de gênero
Fortalecer conselhos, conferências, fóruns territoriais e mecanismos de escuta para que influenciem prioridades, orçamentos e avaliação das políticas para mulheres, e enfrentar a violência política de gênero.
Trecho (p. 38)
“Conselhos, conferências, fóruns territoriais, movimentos e mecanismos de escuta deverão influenciar prioridades, orçamentos e avaliação das políticas, enfrentando também a violência política de gênero e fortalecendo lideranças em sua diversidade.” p. 38
- Governança intersetorial e dados desagregados com perspectiva de gênero
Adotar governança intersetorial, cooperação com os municípios, dados desagregados e perspectiva de gênero no planejamento e na avaliação das políticas para mulheres.
Trecho (p. 38)
“A política contará com governança intersetorial, cooperação com os municípios, dados desagregados e perspectiva de gênero no planejamento e na avaliação.” p. 38
- Conectar o RN ao Pé-de-Meia, ao Pacto pela Inclusão Produtiva das Juventudes e ao Juventude Negra Viva
Conectar o RN ao Pé-de-Meia, ao Pacto Nacional pela Inclusão Produtiva das Juventudes, ao Plano Juventude Negra Viva e à expansão dos institutos federais.
Trecho (p. 41)
“A parceria com o presidente Lula será estratégica para conectar o RN ao Pé-de-Meia, ao Pacto Nacional pela Inclusão Produtiva das Juventudes, ao Plano Juventude Negra Viva, à expansão dos institutos federais” p. 41
- Educação como ponto de partida de trajetórias juvenis contínuas
Fazer da educação o ponto de partida de trajetórias juvenis contínuas, com permanência, ensino médio, educação profissional, acesso ao ensino superior, inclusão digital e orientação para projetos de vida.
Trecho (p. 42)
“Fazer da educação o ponto de partida para trajetórias juvenis contínuas.” p. 42
- Prevenir rupturas e apoiar o retorno à escola sem estigmatização
Atuar de forma integrada entre escola, família, saúde e assistência social para prevenir rupturas e apoiar o retorno à escola sem estigmatização.
Trecho (p. 42)
“A atuação integrada entre escola, família, saúde e assistência social deverá prevenir rupturas e apoiar o retorno sem estigmatização.” p. 42
- Fortalecer permanência e formação técnica com cooperação federal
Fortalecer permanência, formação técnica e aproximação com universidades e institutos federais, com cooperação do Governo Federal.
Trecho (p. 42)
“A cooperação com o governo Lula fortalecerá permanência, formação técnica e aproximação com universidades e institutos federais.” p. 42
- Transição entre formação e trabalho como política de inclusão produtiva das juventudes
Organizar a transição entre formação e trabalho como política de inclusão produtiva das juventudes.
Trecho (p. 42)
“Organizar a transição entre formação e trabalho como política de inclusão produtiva das juventudes.” p. 42
- Primeira oportunidade: aprendizagem profissional, estágio e intermediação sem precarização
Ampliar a primeira oportunidade por aprendizagem profissional, estágio, experiência prática, qualificação e intermediação, sem precarização.
Trecho (p. 42)
“Aprendizagem profissional, estágio, experiência prática, qualificação e intermediação deverão ampliar a primeira oportunidade sem precarização, com direitos, remuneração adequada, respeito à diversidade e perspectiva de desenvolvimento.” p. 42
- Formação conectada às áreas estratégicas do RN e às transformações digital e ambiental
Conectar a formação dos jovens às áreas estratégicas do RN e às transformações digital e ambiental, abrindo caminhos de inserção profissional, empreendedorismo e geração de renda.
Trecho (p. 42)
“A formação será conectada às áreas estratégicas do RN e às transformações digital e ambiental.” p. 42
- Ciência, conectividade, competências digitais e inteligência artificial como inclusão
Tratar ciência, conectividade, competências digitais, educação midiática e inteligência artificial como instrumentos de inclusão e criação para jovens.
Trecho (p. 42)
“Ciência, conectividade, competências digitais, educação midiática e inteligência artificial serão tratadas como instrumentos de inclusão e criação.” p. 42
- Atenção à saúde das juventudes articulando escola, atenção primária e saúde mental
Integrar saúde, segurança, proteção social e oportunidades para as juventudes, articulando escola, atenção primária, saúde mental, assistência social e redes comunitárias.
Trecho (p. 42)
“Integrar saúde, segurança, proteção social e oportunidades, reconhecendo que bem-estar, vínculos e projetos de vida são inseparáveis.” p. 42
- Proteção da juventude negra e periférica como prioridade
Priorizar a proteção da juventude negra e periférica, com parceria do Plano Juventude Negra Viva.
Trecho (p. 42)
“A proteção da juventude negra e periférica será prioridade e contará com a parceria federal por meio do Plano Juventude Negra Viva.” p. 42
- Saúde mental, saúde sexual, álcool e drogas, segurança no trânsito e egressos socioeducativos
Considerar nas políticas para jovens a saúde mental, saúde sexual e reprodutiva, prevenção ao uso problemático de álcool e drogas, segurança no trânsito e reintegração de egressos do sistema socioeducativo.
Trecho (p. 42)
“As políticas considerarão saúde mental, saúde sexual e reprodutiva, prevenção ao uso problemático de álcool e outras drogas, segurança no trânsito e reintegração de egressos do sistema socioeducativo.” p. 42
- Cultura, esporte, lazer e convivência como direitos das juventudes
Criar condições para as expressões juvenis criarem, circularem, revelarem talentos, produzirem renda e ocuparem os espaços públicos com segurança.
Trecho (p. 43)
“As diferentes expressões juvenis deverão encontrar condições para criar, circular, revelar talentos, fortalecer identidades, produzir renda e ocupar os espaços públicos com segurança.” p. 43
- Oportunidades territorializadas para jovens de pequenos municípios, periferias e comunidades tradicionais
Territorializar as oportunidades para a juventude, alcançando pequenos municípios, periferias, campo, águas e comunidades tradicionais.
Trecho (p. 43)
“As oportunidades serão territorializadas e inclusivas, alcançando pequenos municípios, periferias, campo, águas e comunidades tradicionais” p. 43
- Participação juvenil na gestão pública, com Conselho Estadual de Juventude
Integrar a participação juvenil à gestão pública por meio do Conselho Estadual de Juventude, conferências, fóruns territoriais, grêmios, coletivos e meios digitais, com influência sobre prioridades, recursos e avaliação.
Trecho (p. 43)
“A participação juvenil integrará a gestão pública. Conselho Estadual de Juventude, conferências, fóruns territoriais, grêmios, coletivos, organizações estudantis, movimentos sociais e meios digitais deverão influenciar prioridades, recursos, serviços e avaliação das políticas.” p. 43
- Incorporar a perspectiva racial ao planejamento, orçamento, serviços e avaliação
Incorporar a perspectiva racial ao planejamento, ao orçamento, aos serviços públicos, à gestão de pessoas, à produção de dados e à avaliação das políticas.
Trecho (p. 46)
“Cadu liderará uma nova etapa, incorporando a perspectiva racial ao planejamento, ao orçamento, aos serviços públicos, à gestão de pessoas, à produção de dados e à avaliação das políticas.” p. 46
- Conectar o RN às políticas nacionais de igualdade racial e de povos e comunidades tradicionais
Conectar o RN às políticas nacionais de igualdade racial e de proteção dos povos e comunidades tradicionais.
Trecho (p. 46)
“A parceria com o presidente Lula será estratégica para conectar o RN às políticas nacionais de igualdade racial e de proteção dos povos e comunidades tradicionais” p. 46
- Política de igualdade racial com coordenação, orçamento e participação social
Estruturar a política de igualdade racial com coordenação, responsabilidades definidas, integração ao orçamento, cooperação com municípios e Governo Federal e participação permanente da sociedade.
Trecho (p. 47)
“A política de igualdade racial deverá contar com coordenação, responsabilidades definidas, integração ao orçamento, cooperação com municípios e Governo Federal e participação permanente da sociedade.” p. 47
- Dados por raça, etnia, gênero, idade e território para orientar prioridades
Produzir dados por raça, etnia, gênero, idade e território para orientar prioridades e avaliar desigualdades.
Trecho (p. 47)
“Dados por raça, etnia, gênero, idade e território deverão orientar prioridades e permitir a avaliação das desigualdades.” p. 47
- Formação de agentes públicos, atendimento sem discriminação e equidade racial nas lideranças
Formar agentes públicos, garantir atendimento sem discriminação, acolher denúncias e promover equidade racial nas funções de liderança.
Trecho (p. 47)
“A formação dos agentes públicos, o atendimento sem discriminação, o acolhimento das denúncias e a equidade racial nas funções de liderança integrarão uma estratégia de transformação institucional.” p. 47
- Ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena e prevenção do racismo escolar
Fortalecer o ensino da história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena, a formação dos profissionais da educação e a prevenção do racismo no ambiente escolar.
Trecho (p. 47)
“Fazer da educação instrumento de transformação da cultura social e institucional, fortalecendo o ensino da história e da cultura afro-brasileira, africana e indígena, a formação dos profissionais da educação e a prevenção do racismo no ambiente escolar.” p. 47
- Valorizar a produção cultural negra, indígena e tradicional e os mestres e mestras da cultura
Valorizar a produção cultural negra, indígena e tradicional, os mestres e mestras da cultura e os saberes transmitidos entre gerações.
Trecho (p. 47)
“A produção cultural negra, indígena e tradicional, os mestres e mestras da cultura e os saberes transmitidos entre gerações serão valorizados como fontes de identidade, pertencimento, conhecimento e desenvolvimento.” p. 47
- Proteger a liberdade religiosa e prevenir a intolerância contra religiões de matriz africana
Proteger a liberdade religiosa, com atenção às comunidades de matriz africana e seus espaços sagrados, articulando educação, cultura, direitos humanos e segurança para prevenir a intolerância e acolher as vítimas.
Trecho (p. 47)
“A liberdade religiosa será protegida, com atenção especial às comunidades de matriz africana e aos seus espaços sagrados.” p. 47
- Autonomia econômica, trabalho digno e oportunidades de empreender para a população negra
Ampliar autonomia econômica, trabalho digno e oportunidades de empreender, com qualificação, intermediação, crédito, assistência técnica e acesso a mercados conforme as vocações territoriais.
Trecho (p. 47)
“Ampliar autonomia econômica, trabalho digno e oportunidades de empreender, enfrentando desigualdades de acesso, remuneração, progressão profissional e presença nos espaços de liderança.” p. 47
- Atenção a mulheres negras e juventudes na inserção e autonomia econômica
Dar atenção a mulheres negras e juventudes para transpor as barreiras à inserção e à autonomia econômica.
Trecho (p. 47)
“Mulheres negras e juventudes receberão atenção para transpor as barreiras que limitam sua inserção e autonomia.” p. 47
- Reconhecer empreendedorismo negro, economia solidária e negócios de comunidades tradicionais
Reconhecer o empreendedorismo negro, a economia solidária, o cooperativismo e os negócios de povos e comunidades tradicionais como parte da estratégia de desenvolvimento.
Trecho (p. 47)
“O empreendedorismo negro, a economia solidária, o cooperativismo e os negócios liderados por integrantes de povos e comunidades tradicionais serão reconhecidos como parte da estratégia de desenvolvimento.” p. 47
- Atividades tradicionais gerando renda com respeito a identidades e sustentabilidade
Apoiar agricultura familiar, pesca artesanal, gastronomia, artesanato, cultura e turismo de base comunitária para gerar renda respeitando identidades, modos de vida e sustentabilidade ambiental.
Trecho (p. 47)
“Agricultura familiar, pesca artesanal, gastronomia, artesanato, cultura, turismo de base comunitária e outras atividades tradicionais deverão gerar renda respeitando identidades, modos de vida e sustentabilidade ambiental.” p. 47
- Saúde da população negra e de povos e comunidades tradicionais orientando equipes e serviços
Orientar formação das equipes, organização dos serviços e produção de informações pela saúde da população negra e dos povos e comunidades tradicionais.
Trecho (p. 48)
“A saúde da população negra e dos povos e comunidades tradicionais deverá orientar formação das equipes, organização dos serviços, produção de informações e respostas adequadas às especificidades territoriais.” p. 48
- Atenção contínua à saúde materna de mulheres negras, doença falciforme e saúde mental
Garantir atenção contínua, qualificada e humanizada à saúde materna das mulheres negras, à doença falciforme, à saúde mental e aos impactos das violências.
Trecho (p. 48)
“Saúde materna das mulheres negras, doença falciforme, saúde mental e impactos das violências exigem atenção contínua, qualificada e humanizada.” p. 48
- Proteger as juventudes negras com segurança, justiça, educação e assistência integradas
Integrar segurança pública, justiça, educação, assistência social e direitos humanos para proteger as juventudes negras e prevenir violações.
Trecho (p. 48)
“Segurança pública, justiça, educação, assistência social e direitos humanos deverão atuar de forma integrada para proteger especialmente as juventudes negras e prevenir violações.” p. 48
- Proteger territórios tradicionais com acesso a água, saneamento, moradia, energia e conectividade
Proteger os territórios tradicionais articulando acesso a água, saneamento, moradia, energia, mobilidade, conectividade, saúde, educação, crédito e assistência técnica, com participação das comunidades.
Trecho (p. 48)
“Sua proteção deverá articular acesso à água, saneamento, moradia, energia, mobilidade, conectividade, saúde, educação, crédito e assistência técnica” p. 48
- Ampliar cooperação e financiamento e conectar o RN às políticas nacionais LGBTQIA+
Ampliar cooperação, financiamento e articulação com os municípios e conectar o RN às políticas nacionais de cidadania, proteção, saúde e trabalho digno para a população LGBTQIA+.
Trecho (p. 51)
“A parceria com Lula será estratégica para ampliar cooperação, financiamento e articulação com os municípios e para conectar o RN às políticas nacionais de cidadania, proteção, saúde e trabalho digno.” p. 51
- Consolidar a cidadania LGBTQIA+ como política permanente no planejamento e orçamento
Consolidar a cidadania e os direitos da população LGBTQIA+ como política permanente, incorporada ao planejamento, ao orçamento e às responsabilidades dos órgãos estaduais.
Trecho (p. 52)
“Consolidar a cidadania e os direitos da população LGBTQIA+ como política permanente, incorporada ao planejamento, ao orçamento e às responsabilidades dos órgãos estaduais.” p. 52
- Participação social e atendimento territorial LGBTQIA+ além da capital
Combinar cooperação com municípios, arranjos regionais e diferentes formas de atendimento para que o acesso aos direitos LGBTQIA+ não dependa da proximidade com a capital.
Trecho (p. 52)
“A atuação territorial combinará cooperação com municípios, arranjos regionais e diferentes formas de atendimento para que o acesso aos direitos não dependa da proximidade com a capital.” p. 52
- Preparar agentes públicos para acolher sem discriminação e respeitar o nome social
Preparar agentes públicos para acolher sem discriminação, respeitar o nome social, a identidade e a privacidade e fazer encaminhamentos adequados.
Trecho (p. 52)
“Agentes públicos deverão estar preparados para acolher sem discriminação, respeitar o nome social, a identidade e a privacidade e realizar encaminhamentos adequados.” p. 52
- Proteção da vida e percursos integrados contra a violência LGBTQIAfóbica
Tratar a proteção da vida como responsabilidade de todo o Estado, com percursos integrados de prevenção, acolhimento, investigação, responsabilização, apoio psicossocial e acesso à justiça.
Trecho (p. 52)
“Tratar a proteção da vida como responsabilidade de todo o Estado.” p. 52
- Atendimento humanizado a vítimas, sem revitimização, com fluxos compartilhados
Compartilhar fluxos entre segurança pública, direitos humanos, saúde, assistência e justiça para atender vítimas de forma humanizada, sem revitimização.
Trecho (p. 52)
“Segurança pública, direitos humanos, saúde, assistência e sistema de justiça compartilharão fluxos para que nenhuma vítima tenha de enfrentar sozinha instituições fragmentadas.” p. 52
- Atenção integral à saúde da população LGBTQIA+ no SUS
Fortalecer a atenção integral à saúde da população LGBTQIA+ em toda a rede do SUS.
Trecho (p. 52)
“Fortalecer a atenção integral à saúde da população LGBTQIA+ em toda a rede do SUS, com equidade, humanização, base científica e respeito à autonomia.” p. 52
- Respeito ao nome social e cuidado integral a pessoas trans e travestis
Garantir cuidado integral, continuado e territorialmente acessível às pessoas trans e travestis, com respeito ao nome social em cadastros e atendimentos.
Trecho (p. 52)
“O cuidado às pessoas trans e travestis deverá ser integral, continuado e territorialmente acessível, sem reduzir a saúde à realização de procedimentos.” p. 52
- Formação permanente e fluxos regionais para reduzir desigualdades de acesso à saúde LGBTQIA+
Realizar formação permanente, fluxos regionais e cooperação com universidades e Governo Federal para reduzir desigualdades de acesso à saúde e melhorar a continuidade do cuidado.
Trecho (p. 52)
“Formação permanente, fluxos regionais e cooperação com universidades e Governo Federal deverão reduzir desigualdades de acesso e melhorar a continuidade do cuidado.” p. 52
- Ambientes escolares seguros contra a discriminação
Construir ambientes educacionais seguros, que previnam discriminações, acolham estudantes e impeçam que a violência interrompa trajetórias.
Trecho (p. 53)
“Construir ambientes educacionais seguros, capazes de prevenir discriminações, acolher estudantes e impedir que a violência interrompa trajetórias.” p. 53
- Valorizar a contribuição LGBTQIA+ à história e à cultura potiguar
Valorizar a contribuição LGBTQIA+ para a história e a cultura potiguar, incluindo produções, memórias, artistas e coletivos.
Trecho (p. 53)
“A contribuição LGBTQIA+ para a história e a cultura potiguar deverá ser valorizada, incluindo produções, memórias, artistas e coletivos de diferentes gerações e territórios.” p. 53
- Trabalho digno e autonomia econômica para pessoas trans e travestis
Oferecer qualificação, intermediação de mão de obra, elevação da escolaridade, crédito, assistência técnica e apoio ao empreendedorismo, com atenção especial a pessoas trans e travestis.
Trecho (p. 53)
“Qualificação, intermediação de mão de obra, elevação da escolaridade, crédito, assistência técnica e empreendedorismo deverão dialogar com as oportunidades da economia potiguar” p. 53
- Vida permanente aos equipamentos culturais e presença das políticas no interior e nas periferias
Assegurar vida permanente aos equipamentos recuperados e construídos, presença das políticas no interior e nas periferias, apoio a quem produz cultura e pratica esporte e espaços públicos ocupados por convivência, saúde e cuidado.
Trecho (p. 56)
“A nova etapa deverá assegurar vida permanente aos equipamentos recuperados e construídos, presença das políticas no interior e nas periferias, apoio digno a quem produz cultura e pratica esporte e espaços públicos ocupados por convivência, saúde e cuidado.” p. 56
- Equipamentos culturais como centros vivos de criação, memória e convivência
Assegurar que equipamentos culturais recuperados e novos funcionem como centros vivos, combinando conservação, acessibilidade, programação continuada, circulação e presença comunitária.
Trecho (p. 57)
“Assegurar que equipamentos recuperados e novos espaços funcionem como centros vivos de criação, memória, educação e convivência.” p. 57
- Proteger o patrimônio material e imaterial e a diversidade de linguagens
Proteger o patrimônio material e imaterial potiguar e orientar a atuação pública pela liberdade artística e pela diversidade de linguagens.
Trecho (p. 57)
“O patrimônio material e imaterial será protegido como referência viva da sociedade potiguar.” p. 57
- Política de financiamento cultural regular, transparente e territorialmente equilibrada
Consolidar uma política de financiamento da cultura regular, transparente, acessível e territorialmente equilibrada, reduzindo barreiras de acesso para artistas, produtores, artesãos e mestres da cultura.
Trecho (p. 57)
“Consolidar uma política de financiamento regular, transparente, acessível e territorialmente equilibrada.” p. 57
- Articular cultura e economia criativa a turismo, educação, inovação e crédito
Articular a cultura e a economia criativa ao turismo, à educação, à inovação, ao crédito e ao desenvolvimento regional.
Trecho (p. 57)
“A cultura e a economia criativa serão articuladas ao turismo, à educação, à inovação, ao crédito e ao desenvolvimento regional.” p. 57
- Esporte como direito: trajetória articulada entre escola, comunidade e rendimento
Articular escola, comunidade e rendimento em uma trajetória esportiva, apoiando a prática cotidiana, a descoberta de talentos e a permanência de atletas e paratletas.
Trecho (p. 57)
“Escola, comunidade e rendimento deverão compor uma trajetória articulada, apoiando a prática cotidiana, a descoberta de talentos e a permanência de atletas e paratletas.” p. 57
- Aprofundar JERNS e Bolsa Atleta Potiguar com equidade territorial
Aprofundar os Jogos Escolares (JERNS) e o Bolsa Atleta Potiguar com equidade territorial e atenção à diversidade de modalidades.
Trecho (p. 57)
“JERNS e Bolsa Atleta Potiguar formam uma base a ser aprofundada com equidade territorial e atenção à diversidade de modalidades.” p. 57
- Praças, parques, quadras e centros comunitários acessíveis, seguros e com atividades regulares
Tornar praças, parques, quadras, campos e centros comunitários acessíveis, seguros, sustentáveis e ocupados por atividades regulares.
Trecho (p. 57)
“Praças, parques, quadras, campos e centros comunitários deverão ser acessíveis, seguros, sustentáveis e ocupados por atividades regulares.” p. 57
- Integrar equipamentos, profissionais, recursos e calendários de cultura e esporte
Integrar equipamentos, profissionais, recursos, calendários e políticas de cultura e esporte, coordenando Estado, Governo Federal, municípios, escolas, universidades, organizações sociais e comunidades.
Trecho (p. 58)
“Integrar equipamentos, profissionais, recursos, calendários e políticas hoje dispersas, fortalecendo a coordenação entre Estado, governo Lula, municípios, escolas, universidades, organizações sociais e comunidades.” p. 58
- Cada investimento com condições de funcionamento, manutenção, equipe e programação
Associar cada investimento em equipamentos a condições de funcionamento, manutenção, equipe, acessibilidade e programação.
Trecho (p. 58)
“Cada investimento deverá estar associado a condições de funcionamento, manutenção, equipe, acessibilidade e programação” p. 58
- Acompanhar a distribuição territorial dos recursos de cultura e esporte
Acompanhar a distribuição territorial dos recursos para corrigir desigualdades e assegurar presença permanente nos locais com menor oferta.
Trecho (p. 58)
“A distribuição territorial dos recursos será acompanhada para corrigir desigualdades e assegurar presença permanente nos locais com menor oferta.” p. 58
- Rede integrada de infraestrutura conectando municípios, serviços, áreas produtivas, portos e aeroportos
Organizar uma rede de infraestrutura que conecte municípios, serviços públicos, áreas produtivas, destinos turísticos, portos e aeroportos.
Trecho (p. 61)
“O objetivo não será somar obras isoladas, mas organizar uma rede de infraestrutura capaz de conectar municípios, serviços públicos, áreas produtivas, destinos turísticos, portos e aeroportos.” p. 61
- Cada investimento com finalidade pública clara e planejamento de manutenção
Exigir de cada investimento em infraestrutura finalidade pública clara, planejamento de manutenção e relação direta com as necessidades da população.
Trecho (p. 61)
“Cada investimento deverá possuir finalidade pública clara, planejamento de manutenção e relação direta com as necessidades da população” p. 61
- Rede logística conectando rodovias, áreas produtivas, cidades médias, portos e aeroportos
Consolidar uma rede logística que conecte rodovias estaduais e federais, áreas produtivas, destinos turísticos, cidades médias, portos e aeroportos.
Trecho (p. 62)
“Consolidar uma rede logística que conecte rodovias estaduais e federais, áreas produtivas, destinos turísticos, cidades médias, portos e aeroportos.” p. 62
- Conservação preventiva, sinalização, drenagem e monitoramento das rodovias
Acompanhar a recuperação viária com conservação preventiva, sinalização, drenagem, monitoramento e segurança.
Trecho (p. 62)
“A recuperação viária será acompanhada por conservação preventiva, sinalização, drenagem, monitoramento e segurança, rompendo o ciclo de deterioração e reconstruções emergenciais.” p. 62
- Porto de Natal, Porto-Indústria Verde e aeroportos de São Gonçalo e Mossoró como ativos do desenvolvimento
Tratar o Porto de Natal, o Porto-Indústria Verde e os aeroportos de São Gonçalo do Amarante e Mossoró como ativos fundamentais do desenvolvimento.
Trecho (p. 62)
“Porto de Natal, Porto-Indústria Verde e os aeroportos de São Gonçalo do Amarante e Mossoró serão tratados como ativos fundamentais do desenvolvimento.” p. 62
- Articular reservatórios, canais, adutoras e redes locais de água
Articular reservatórios, canais, adutoras e redes locais para assegurar água à população, às comunidades rurais e às atividades produtivas, com redução de perdas, manutenção e resposta às secas.
Trecho (p. 62)
“Articular reservatórios, canais, adutoras e redes locais para assegurar água à população, às comunidades rurais e às atividades produtivas.” p. 62
- Planejar abastecimento, esgotamento, drenagem e resíduos como política de saúde e adaptação climática
Planejar abastecimento, esgotamento sanitário, drenagem e resíduos como políticas de saúde, proteção ambiental e adaptação climática, protegendo prioritariamente as populações mais vulneráveis.
Trecho (p. 62)
“Abastecimento, esgotamento sanitário, drenagem e resíduos serão planejados como políticas de saúde, proteção ambiental e adaptação climática.” p. 62
- Integrar deslocamentos urbanos, metropolitanos, intermunicipais e rurais
Integrar deslocamentos urbanos, metropolitanos, intermunicipais e rurais, com atenção às cidades menores e localidades de menor demanda.
Trecho (p. 62)
“Integrar deslocamentos urbanos, metropolitanos, intermunicipais e rurais, aproximando moradia, trabalho, educação, saúde e lazer.” p. 62
- Conectividade digital como infraestrutura essencial
Ampliar redes estáveis e de alta capacidade de conectividade digital para educação, telemedicina, serviços públicos, agricultura, turismo, inovação e trabalho.
Trecho (p. 62)
“A conectividade digital será reconhecida como infraestrutura essencial.” p. 62
- Reduzir desigualdades entre capital e interior com cooperação federal
Reduzir, com cooperação do Governo Federal, as desigualdades de infraestrutura entre capital e interior, áreas urbanas e rurais e regiões com diferentes capacidades econômicas.
Trecho (p. 62)
“A cooperação com o governo Lula deverá reduzir as desigualdades entre capital e interior, áreas urbanas e rurais e regiões com diferentes capacidades econômicas.” p. 62
- Planejar investimentos pelas vocações regionais e fortalecer cidades médias e polos
Planejar os investimentos a partir das vocações e necessidades de cada região, fortalecendo cidades médias e polos que irradiem serviços, conhecimento e oportunidades.
Trecho (p. 63)
“Planejar os investimentos a partir das vocações e necessidades de cada região, fortalecendo cidades médias e pólos capazes de irradiar serviços, conhecimento e oportunidades aos municípios de seu entorno.” p. 63
- Carteira permanente de projetos estruturantes
Manter uma carteira permanente de projetos estruturantes, com estudos, licenciamento, fontes de financiamento e planejamento de operação e manutenção.
Trecho (p. 63)
“O Estado manterá uma carteira permanente de projetos estruturantes, com estudos, licenciamento, fontes de financiamento e planejamento de operação e manutenção.” p. 63
- Participação e transparência no acompanhamento de prioridades, recursos e impactos das obras
Garantir participação e transparência para acompanhar prioridades, recursos, etapas e impactos dos investimentos em infraestrutura.
Trecho (p. 63)
“Participação e transparência permitirão acompanhar prioridades, recursos, etapas e impactos.” p. 63
- Aprofundar a parceria com o Governo Federal para segurança coordenada e territorializada
Aprofundar a parceria com o Governo Federal para que a presença do poder público na segurança seja mais coordenada, territorializada e próxima das pessoas.
Trecho (p. 66)
“No novo ciclo, essa parceria será aprofundada para que a presença do poder público seja cada vez mais coordenada, territorializada e próxima das pessoas.” p. 66
- Segurança pública integrada, inteligente, cidadã e territorializada
Consolidar uma segurança pública integrada, inteligente, cidadã e territorializada, que antecipe riscos e ofereça respostas adequadas às realidades locais.
Trecho (p. 67)
“A nova etapa deverá consolidar uma segurança pública integrada, inteligente, cidadã e territorializada, capaz de compreender as diferentes formas de violência, antecipar riscos e oferecer respostas adequadas às realidades locais.” p. 67
- Proteção da vida no centro da política de segurança pública
Colocar a proteção da vida no centro da política de segurança pública, considerando as características de cada território e os fatores sociais que ampliam a exposição aos riscos.
Trecho (p. 67)
“A proteção da vida será o centro da política de segurança pública.” p. 67
- Inteligência, dados e integração estadual, municipal e federal contra o crime organizado
Integrar as esferas estadual, municipal e federal, com uso responsável de dados e inteligência, para enfrentar o crime organizado e os crimes patrimoniais, digitais e ambientais.
Trecho (p. 67)
“A integração estadual, municipal e federal será fundamental para enfrentar o crime organizado, os crimes patrimoniais, digitais e ambientais e as demais formas de criminalidade que atravessam os territórios.” p. 67
- Proteção de grupos vulneráveis e confiança entre população e instituições
Proteger mulheres, crianças, adolescentes, juventudes, população negra, pessoas LGBTQIA+, pessoas idosas e outros grupos vulnerabilizados, com prevenção das violências e fortalecimento da confiança nas instituições.
Trecho (p. 67)
“A proteção de direitos, a prevenção das violências e o fortalecimento da confiança entre população e instituições orientarão a presença do Estado.” p. 67
- Instituições estruturadas, profissionais valorizados, formação permanente e avaliação de resultados
Estruturar as instituições de segurança, valorizar os profissionais e assegurar condições adequadas de atuação, com planejamento, governança, integração de informações, formação permanente e avaliação de resultados.
Trecho (p. 67)
“Instituições estruturadas, profissionais valorizados e condições adequadas de atuação são indispensáveis para uma segurança pública efetiva.” p. 67
- Atenção prioritária aos territórios mais afetados pela criminalidade
Dar atenção prioritária aos territórios historicamente mais afetados pela criminalidade, reduzindo as desigualdades regionais no acesso à segurança.
Trecho (p. 68)
“Os territórios historicamente mais afetados pela criminalidade deverão receber atenção prioritária” p. 68
- Expansão das renováveis dialogando com comunidades, formando trabalhadores e fortalecendo fornecedores locais
Conduzir a expansão das energias renováveis em diálogo com comunidades e municípios, formando trabalhadores, estimulando fornecedores locais e fortalecendo cadeias produtivas.
Trecho (p. 71)
“A expansão das energias renováveis deverá dialogar com comunidades e municípios, formar trabalhadores, estimular fornecedores locais e fortalecer cadeias produtivas.” p. 71
- Segurança hídrica, saneamento e adaptação climática protegendo primeiro quem mais sofre
Orientar segurança hídrica, saneamento e adaptação climática para proteger primeiro quem mais sofre com secas, calor extremo, chuvas intensas, erosão costeira e precariedade urbana.
Trecho (p. 71)
“Segurança hídrica, saneamento e adaptação climática deverão proteger primeiro quem mais sofre com secas, calor extremo, chuvas intensas, erosão costeira e precariedade urbana.” p. 71
- Aprofundar a liderança em renováveis ligando energia a indústria, inovação e formação
Aprofundar a liderança do RN em energias renováveis, conectando a geração de energia à indústria, à inovação, à formação profissional e ao desenvolvimento regional.
Trecho (p. 72)
“Aprofundar a liderança do RN em energias renováveis, conectando a geração de energia à indústria, à inovação, à formação profissional e ao desenvolvimento regional.” p. 72
- Ampliar encadeamentos produtivos, fornecedores locais e qualificação na cadeia de energia
Ampliar os encadeamentos produtivos, a participação de fornecedores locais e a qualificação de trabalhadores para que os benefícios permaneçam nos territórios.
Trecho (p. 72)
“O Estado buscará ampliar os encadeamentos produtivos, a participação de fornecedores locais e a qualificação de trabalhadores, para que os benefícios econômicos e sociais permaneçam nos territórios.” p. 72
- Estratégia de investimentos sustentáveis: eólica, solar, hidrogênio verde, economia circular e bioeconomia
Atrair investimentos sustentáveis em energia eólica e solar, novas tecnologias, hidrogênio verde quando viável, eficiência energética, economia circular e bioeconomia, alinhados às políticas federais.
Trecho (p. 72)
“Energia eólica e solar, novas tecnologias, hidrogênio verde quando viável, eficiência energética, economia circular e bioeconomia integrarão uma estratégia de atração de investimentos sustentáveis alinhada às políticas do presidente Lula.” p. 72
- Integrar reservatórios, adutoras, redes locais, reuso e redução de perdas
Integrar reservatórios, canais, adutoras, redes locais, proteção de mananciais, reuso e redução de perdas para garantir água às famílias, à agricultura familiar e às atividades produtivas.
Trecho (p. 72)
“Integrar reservatórios, canais, adutoras, redes locais, proteção de mananciais, reuso e redução de perdas para garantir água às famílias, à agricultura familiar e às atividades produtivas.” p. 72
- Convivência com o Semiárido com conhecimento científico e tecnologias sociais
Orientar a convivência com o Semiárido por conhecimento científico, tecnologias sociais e gestão eficiente dos recursos hídricos.
Trecho (p. 72)
“A convivência com o Semiárido será orientada por conhecimento científico, tecnologias sociais e gestão eficiente dos recursos hídricos.” p. 72
- Planejamento climático para prevenir desastres e preparar cidades, áreas rurais e comunidades costeiras
Realizar planejamento climático para conhecer riscos, prevenir desastres e preparar cidades, áreas rurais e comunidades costeiras, priorizando as populações mais vulneráveis.
Trecho (p. 72)
“O planejamento climático deverá conhecer riscos, prevenir desastres e preparar cidades, áreas rurais e comunidades costeiras, priorizando as populações mais vulneráveis aos eventos extremos.” p. 72
- Fortalecer agricultura familiar, agroecologia, pesca, aquicultura e turismo sustentável no Semiárido
Fortalecer agricultura familiar, agroecologia, pesca, aquicultura, turismo sustentável e atividades adaptadas ao Semiárido, com assistência técnica, inovação, manejo responsável da água, cooperativismo e acesso a mercados.
Trecho (p. 72)
“Fortalecer agricultura familiar, agroecologia, pesca, aquicultura, turismo sustentável e atividades adaptadas ao Semiárido, articulando assistência técnica, inovação, manejo responsável da água, cooperativismo e acesso a mercados.” p. 72
- Conservação e recuperação ambiental da Caatinga, litoral, manguezais, dunas e falésias
Promover conservação, recuperação ambiental e uso responsável da Caatinga, do litoral, dos manguezais, das dunas, das falésias e das áreas protegidas junto ao desenvolvimento das comunidades.
Trecho (p. 72)
“Conservação, recuperação ambiental e uso responsável deverão caminhar com o desenvolvimento das comunidades, a interiorização do turismo e a economia do mar.” p. 72
- Licenciamento ambiental técnico, transparente e previsível
Assegurar licenciamento ambiental técnico, responsável, transparente e previsível, modernizando processos sem enfraquecer a proteção ambiental ou os direitos dos territórios.
Trecho (p. 72)
“Assegurar licenciamento técnico, responsável, transparente e previsível, com regras claras, integridade, participação social e segurança para quem investe corretamente.” p. 72
- Planejamento climático, dados, monitoramento ambiental e educação para a sustentabilidade
Fortalecer planejamento climático, produção de dados, monitoramento ambiental, educação para a sustentabilidade e estruturação de projetos.
Trecho (p. 72)
“O Estado fortalecerá planejamento climático, produção de dados, monitoramento ambiental, educação para a sustentabilidade e estruturação de projetos.” p. 72
- Ampliar acesso a recursos verdes com governo federal, municípios, universidades e bancos públicos
Cooperar com o Governo Federal, municípios, universidades, bancos públicos e organismos de financiamento para ampliar o acesso a recursos verdes.
Trecho (p. 73)
“bancos públicos e organismos de financiamento ampliará a capacidade de acessar recursos verdes e transformar prioridades em resultados.” p. 73
Dinheiro
- Campanha 2026
- R$ 2,9 mi
- arrecadados
- Patrimônio
- R$ 100 mil
- declarado
- R$ 2,1 mi de partidos (21 repasses)
- R$ 408 mil de 127 pessoas
- R$ 361 mil de outras origens
Maior doador: Partido dos Trabalhadores, diretório nacional, R$ 1,5 mi.
Fonte: prestação de contas e declaração de bens, TSE.
Receitas da campanha de 2026
Receitas declaradas ao TSE na prestação de contas. Durante a campanha o número sobe a cada parcial entregue.
- Arrecadado
- R$ 2.902.517
- Doadores
- 137
- maior doação: R$ 711.552
- De pessoas físicas
- 14%
- o resto é partido, fundo ou próprio
Origem das receitas
- Recursos de partido políticoR$ 2,1 mi
- Recursos de pessoas físicasR$ 408 mil
- Recursos de outros candidatosR$ 295 mil
- Recursos de Financiamento ColetivoR$ 65 mil
- Recursos própriosR$ 1 mil
Maiores doadores
- Partido dos Trabalhadores, diretório nacionalpartido (CNPJ 00.676.262/0001-70)R$ 1.511.552
- Partido dos Trabalhadorespartido (CNPJ 20.555.712/0001-84)R$ 330.100
- Eleicao 2026 Fernando Wanderley Vargas da Silva Deputado Federaloutro candidato (CNPJ 68.306.589/0001-94)R$ 260.000
- Partido Socialista Brasileiropartido (CNPJ 01.421.697/0001-37)R$ 210.000
- Partido Socialista Brasileiro, diretório estadual (RN)partido (CNPJ 01.717.356/0001-03)R$ 68.639
- Queroapoiar.com.br LTDAfinanciamento coletivo (CNPJ 39.586.155/0001-97)R$ 65.238
- Gilmar Lopes Bezerrapessoa física (CPF ***.588.434-**)R$ 41.500
- Elvio Gurgel Rochapessoa física (CPF ***.133.498-**)R$ 30.000
Fonte: Prestação de contas eleitorais, TSE. CNPJ sai inteiro; CPF de doador pessoa física sai mascarado.
Patrimônio declarado ao TSE
Em valores nominais da época.
- Declarado em 2026
- R$ 100.000
- Sem declaração anterior
- —
- Ante a Câmara
- 5º percentil
- mediana dos deputados: R$ 1.467.561
De que é feito, em 2026
- Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.R$ 100 mil
Fonte: Bens de candidato, TSE: a declaração entregue no registro da candidatura. Inflação pelo IPCA (IBGE), acumulado entre os dois registros.
Eleição de 2026
- Resultado
- Eleito no 2º turno
- Votos
- 1.073.024 (50,77% dos válidos)
- Número
- 13
- Vice
- Larissa (PSB)
Fonte: apuração do TSE. Todos os candidatos e o resultado no estado
Notícias
Quaest aponta empate técnico entre Allyson Bezerra e Cadu de Lula
24 de out, 2026
Eleitores do Rio Grande do Norte decidem novo governador neste domingo
22 de out, 2026
Allyson Bezerra e Cadu de Lula estão em empate técnico no RN
21 de out, 2026
Mailza Assis lidera disputa pelo governo do Acre com 49% das intenções
14 de out, 2026
Pesquisa Quaest aponta Allyson com 45% e Cadu de Lula com 42% no RN
13 de out, 2026
