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Cuba vai libertar mais de dois mil presos em meio a crescente pressão dos EUA

Cuba anunciou a libertação de mais de 2.000 detentos, pela segunda vez no ano, em meio à crescente pressão dos EUA e conversas com a administração de Donald Trump, embora o governo cubano negue agir sob influência externa.

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03/04 às 12:25

Pontos principais

  • Cuba anunciou a libertação de mais de 2.000 detentos, a segunda vez no ano, em meio a negociações com a administração dos EUA.
  • O jornal estatal cubano Granma descreveu a medida como um 'gesto humanitário e soberano', apesar da pressão de Washington.
  • A decisão exclui criminosos por assassinato, drogas, pedofilia e 'crimes contra a autoridade'.
  • Não está claro quantos dos libertados são prisioneiros políticos ou manifestantes dos protestos de 11 de julho.
  • O anúncio ocorre um dia após o principal diplomata cubano em Washington convidar os EUA a ajudar na reforma econômica de Cuba.
  • Grupos de direitos humanos, alguns financiados pelos EUA, afirmam que Cuba mantém centenas de presos políticos e pedem transparência no processo de libertação.
  • Cuba nega ter presos políticos, alegando que os detidos em protestos cometeram crimes como desordem pública e vandalismo, e culpa os EUA por financiar a agitação.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Donald Trump (presidente dos EUA)

Organizações

ReutersGranmaDepartamento de Estado dos EUAVaticanoObservatório Cubano de Direitos Humanos

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