Cuba anunciou a libertação de 2.010 presos por indulto, em um gesto humanitário que ocorre em meio a tensões com os EUA e uma grave crise econômica no país.
Cuba anunciou a libertação de 2.010 presos por meio de indulto, em uma medida descrita pelo governo como um "gesto humanitário e soberano". A decisão foi tomada após uma análise individual dos casos, considerando fatores como a natureza dos delitos, a boa conduta dos detentos e o cumprimento de parte da pena. Crimes graves, como agressão sexual, pedofilia, homicídio e tráfico de drogas, foram excluídos da medida.
Esta é a segunda libertação de presos no ano e coincide com a Semana Santa, sendo uma prática recorrente no sistema de justiça penal cubano. A ação ocorre em um momento de tensões com os Estados Unidos e uma forte crise econômica na ilha, agravada pela suspensão do envio de petróleo venezuelano imposta por Donald Trump. Negociações anteriores com o Vaticano já resultaram na libertação de detidos, e mais de 11.000 pessoas receberam benefícios semelhantes desde 2011.
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