A Libertação de Presos em Cuba refere-se a indultos e libertações de detentos anunciados pelo governo cubano, notadamente em 2026, em meio a pressões e negociações com a administração dos Estados Unidos. Cuba descreve essas ações como gestos humanitários e soberanos, enquanto grupos de direitos humanos e os EUA monitoram as libertações, buscando transparência e a inclusão de prisioneiros políticos. O governo cubano nega a existência de presos políticos, classificando-os como criminosos comuns. Essas libertações ocorrem em um contexto de intensa campanha de pressão por parte de Washington e diálogo sobre a reforma da economia cubana.
A Libertação de Presos em Cuba refere-se a uma série de indultos e libertações de detentos anunciados pelo governo cubano, notadamente em 2026, em meio a crescentes pressões e negociações com a administração dos Estados Unidos. Essas ações, embora apresentadas como gestos humanitários e soberanos por Cuba, ocorreram em um contexto de intensa campanha de pressão por parte de Washington e de diálogo sobre a reforma da economia cubana.
O governo cubano anunciou em 3 de abril de 2026 a libertação de mais de 2.000 detentos, marcando a segunda vez no ano que um indulto de grande escala foi concedido. A medida foi descrita pela mídia estatal, como o jornal Granma, como um "gesto humanitário e soberano". Este anúncio ocorreu em um período de negociações contínuas com a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, e um dia após o principal diplomata cubano em Washington convidar publicamente os EUA a colaborar na reforma da economia cubana. Apesar de Cuba consistentemente rejeitar a ideia de tomar decisões sob pressão externa, o momento do indulto coincidiu com a campanha de pressão mais significativa dos EUA em décadas. A decisão de libertar 2.010 detentos foi justificada por uma "análise cuidadosa dos crimes cometidos pelos condenados, sua boa conduta na prisão, o fato de terem cumprido uma parte significativa de sua sentença e seu estado de saúde". Categorias como assassinatos, crimes relacionados a medicamentos, pedofilia e "crimes contra a autoridade" foram excluídas do indulto. Anteriormente, em março do mesmo ano, 51 presos já haviam sido libertados em um acordo com o Vaticano. Grupos de direitos humanos, alguns financiados pelo governo dos EUA, monitoram de perto essas libertações, exigindo transparência e a inclusão de prisioneiros políticos, embora Cuba negue a existência de tais presos, afirmando que os detidos durante protestos são culpados de crimes comuns.