Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como "Sicário", é investigado pela Polícia Federal como figura central em uma organização criminosa liderada pelo banqueiro Daniel Vorcaro. Ele é acusado de executar ordens de monitoramento, extração ilegal de dados e intimidação, recebendo R$ 1 milhão mensalmente por seus "serviços ilícitos". Mourão foi preso preventivamente em março de 2026 durante a Operação Compliance Zero, que revelou planos de agressão e acessos indevidos a sistemas sigilosos de órgãos como a PF e o FBI.
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido pelo apelido de "Sicário", é apontado pela Polícia Federal (PF) como uma figura central em uma organização criminosa liderada pelo banqueiro Daniel Vorcaro. Mourão é investigado por executar ordens de monitoramento de alvos, extração ilegal de dados de sistemas sigilosos e ações de intimidação física e moral. Ele foi preso preventivamente em março de 2026 durante a Operação Compliance Zero.
A atuação de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão veio à tona com a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prisão de Daniel Vorcaro e outros envolvidos na Operação Compliance Zero. A investigação da PF, baseada em conversas obtidas de celulares de Vorcaro, revelou que Mourão era o executor de "práticas violentas" e agia como "longa manus" (agente que atua em nome de outro) da organização. As mensagens indicam que Mourão recebia uma remuneração mensal de R$ 1 milhão por seus "serviços ilícitos".
Entre as ações atribuídas a Mourão, sob ordens de Vorcaro, estão o monitoramento e a intimidação de ex-funcionários, a ameaça a uma empregada doméstica e o planejamento de agressões físicas contra o jornalista Lauro Jardim do jornal O Globo. A organização também é acusada de realizar acessos indevidos a sistemas sigilosos da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e de organismos internacionais como o FBI e a Interpol.