Visão geral
Sandia-1 é um poço exploratório offshore perfurado pela Petrobras na Colômbia, no qual foi confirmada uma nova acumulação de gás natural em agosto de 2026. Localizado no bloco GUA-OFF-0, em águas profundas do mar do Caribe colombiano, o poço representa a terceira descoberta significativa de gás na região, reforçando o potencial da província gasífera offshore colombiana e contribuindo para a segurança energética local. A descoberta foi anunciada pela Petrobras em 3 de agosto de 2026.
Linha do tempo
- Junho de 2024: Início da perfuração do poço Sirius-2, que confirmou volumes superiores a 6 trilhões de pés cúbicos (Tcf) de gás in place, a maior descoberta de gás da história da Colômbia.
- Dezembro de 2024: Anúncio oficial da descoberta no Sirius-2 pela Petrobras e Ecopetrol.
- Março de 2026: Descoberta confirmada no poço Copoazu-1, também no bloco GUA-OFF-0.
- 12 de junho de 2026: Início da perfuração do poço Sandia-1.
- 29 de julho de 2026: Conclusão da perfuração do Sandia-1, atingindo a profundidade final.
- 3 de agosto de 2026: Anúncio oficial da descoberta de acumulação de gás no Sandia-1 pela Petrobras.
Detalhes da descoberta
O poço Sandia-1 está situado a aproximadamente 42 km da costa colombiana, em lâmina d'água de 1.251 metros. Fica a cerca de 18 km dos poços Sirius-1 (descobridor) e Sirius-2 (avaliação), e a 9 km do Copoazu-1. Os intervalos com presença de gás estão sendo avaliados por perfis de poço e serão caracterizados posteriormente por análises laboratoriais. A Petrobras opera o consórcio no bloco por meio de sua subsidiária PIBCOL.
Principais atores
- Petrobras: Operadora do bloco GUA-OFF-0, com participação de 44,44% por meio da Petrobras International Braspetro B.V. – Sucursal Colômbia (PIBCOL). A descoberta faz parte de sua estratégia de exploração em novas fronteiras para recomposição de reservas.
- Ecopetrol: Parceira no consórcio, detendo 55,56% de participação.
Impactos e perspectivas
A descoberta consolida o potencial gasífero do offshore colombiano e adiciona volumes que podem contribuir para a segurança energética da região. A atuação da Petrobras no bloco está alinhada à sua estratégia de longo prazo de exploração em parceria e atendimento à demanda global de energia durante a transição energética.
