Sâmia Bomfim é uma deputada federal brasileira que, em março de 2026, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a oitiva de Nikolas Ferreira. O pedido visa investigar o uso de um jato particular ligado a Daniel Vorcaro, ex-dirigente do Banco Master, por Ferreira durante a campanha eleitoral de 2022. A deputada busca esclarecer possíveis vínculos materiais e desdobramentos jurídicos no contexto das investigações sobre o Banco Master, pedindo também o envolvimento da PGR e do TSE.
Sâmia Bomfim é uma deputada federal brasileira que ganhou destaque por sua atuação parlamentar, incluindo a solicitação de investigações junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em março de 2026, ela protocolou um ofício pedindo a oitiva de Nikolas Ferreira no inquérito que apura irregularidades envolvendo o Banco Master, após o uso de um jato ligado a Daniel Vorcaro durante a campanha eleitoral de 2022.
Em 3 de março de 2026, a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) com um ofício solicitando a oitiva de Nikolas Ferreira (PL-MG). O pedido se deu após a revelação de que Ferreira utilizou, em 2022, um jato particular ligado a Daniel Vorcaro, então dirigente do Banco Master, para viagens de campanha eleitoral em apoio a Jair Bolsonaro no segundo turno. As viagens, realizadas entre 20 e 28 de outubro de 2022, tinham como objetivo mobilizar votos em regiões de nove estados onde Luiz Inácio Lula da Silva havia obtido vantagem no primeiro turno. Nikolas Ferreira e o pastor Guilherme Batista, da Igreja Lagoinha, usaram a aeronave para a caravana "Juventude pelo Brasil", cobrindo capitais do Nordeste, Brasília, e cidades em Minas Gerais como o Vale do Jequitinhonha e o Triângulo Mineiro. Sâmia Bomfim argumentou que os fatos poderiam ter relevância jurídica no contexto das investigações sobre o Banco Master e pediu esclarecimentos sobre um possível vínculo material entre o parlamentar e o grupo empresarial durante o período eleitoral. Além da oitiva de Nikolas, a deputada solicitou que o ofício fosse anexado aos autos do inquérito e que a autoridade policial responsável pela Operação Compliance Zero fosse comunicada. Ela também pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fossem oficiados para analisar possíveis desdobramentos nas esferas penal e eleitoral.