O Príncipe Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do Rei Charles III e oitavo na linha de sucessão ao trono britânico, tem sido alvo de controvérsia devido aos seus laços com Jeffrey Epstein. Após a destituição de seus títulos reais em outubro, ele foi preso em fevereiro de 2026 sob suspeita de má conduta em cargo público, sendo liberado sob investigação. Atualmente, o governo britânico avalia a possibilidade de removê-lo formalmente da linha de sucessão por meio de legislação, exigindo aprovação parlamentar e endosso dos países da Commonwealth.
Príncipe Andrew Mountbatten-Windsor é o irmão do rei Charles III e membro da família real britânica. Atualmente o oitavo na linha de sucessão ao trono britânico, ele tem sido objeto de controvérsia e investigações devido aos seus vínculos com o criminoso sexual Jeffrey Epstein. Em outubro, Andrew foi destituído de seus títulos reais, incluindo o de "príncipe", e em fevereiro de 2026, foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público, sendo liberado após 11 horas e permanecendo sob investigação. O governo britânico avalia a possibilidade de retirá-lo formalmente da linha de sucessão por meio de legislação.
Príncipe Andrew, anteriormente conhecido como Duque de York, teve seus títulos reais retirados em outubro, após pressão pública e investigações relacionadas aos seus laços com Jeffrey Epstein. Apesar da destituição de seus títulos, ele permaneceu como o oitavo na linha de sucessão ao trono britânico. Em 19 de fevereiro de 2026, Andrew foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público, sendo liberado no mesmo dia após 11 horas de detenção, mas permanecendo sob investigação. Ele nega qualquer irregularidade. Diante desses acontecimentos, o governo do Reino Unido, em colaboração com o Palácio de Buckingham, começou a considerar a apresentação de um projeto de lei para removê-lo da linha de sucessão. Tal medida exigiria a aprovação do Parlamento britânico (Câmara dos Comuns e Câmara dos Lordes), a sanção real do rei Charles III e o endosso dos 14 países da Commonwealth que reconhecem o monarca britânico como chefe de Estado.