A pesquisa médica da UFRJ destaca-se pelo desenvolvimento de medicamentos inovadores, como a polilaminina para lesões medulares, que obteve aprovação da Anvisa para testes em humanos. A universidade também está criando o Centro de Saúde Pública de Precisão, focado em doenças raras e medicina de precisão, com inauguração prevista para 2026. Este centro atenderá exclusivamente pacientes do SUS, visando acelerar diagnósticos e desenvolver novas terapias, consolidando a UFRJ como um polo de pesquisa e tratamento de ponta no Brasil.
A pesquisa médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) abrange diversas áreas, destacando-se o desenvolvimento de medicamentos inovadores e o avanço no tratamento de condições complexas. Um exemplo notável é a pesquisa sobre a polilaminina, um medicamento experimental voltado para o tratamento de lesões medulares agudas. Este estudo recebeu aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar testes em humanos. Além disso, a UFRJ expande sua atuação com a criação do Centro de Saúde Pública de Precisão, focado no tratamento e pesquisa de doenças raras, que atenderá exclusivamente pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
A UFRJ tem um histórico de pesquisa e desenvolvimento na área da saúde. Em 2026, a Anvisa concedeu autorização para o início dos estudos clínicos da polilaminina, um medicamento desenvolvido pela universidade para tratar lesões medulares. A primeira fase da pesquisa envolverá um grupo de voluntários que sofreram lesões agudas na medula espinhal, com um período de até 72 horas após o incidente e que possuam indicação cirúrgica.
Em 2026, o Complexo Hospitalar da UFRJ também se prepara para inaugurar o Centro de Saúde Pública de Precisão. Esta nova unidade, que recebeu mais de R$ 19 milhões em investimentos, será dedicada ao tratamento e pesquisa de doenças raras, oferecendo exames de alta tecnologia como o Sequenciamento Completo do Exoma (WES) e exames de biomarcadores. O objetivo é acelerar o diagnóstico, que atualmente leva em média sete anos, e desenvolver novas terapias, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e para o avanço da genética e medicina de precisão.