Pescado fresco refere-se a peixes e produtos aquáticos que mantêm suas características originais, sem alterações significativas por processos de conservação. Sua relevância reside na segurança alimentar e nos benefícios nutricionais, sendo crucial a correta identificação para evitar produtos deteriorados, especialmente em períodos de alta demanda como a Páscoa. O Instituto de Pesca (IP) de São Paulo atua ativamente na orientação dos consumidores sobre a escolha e manuseio adequados, visando garantir a qualidade e o aproveitamento dos nutrientes.
Pescado fresco refere-se a peixes e outros produtos aquáticos que mantêm suas características organolépticas e nutricionais originais, não tendo passado por processos de conservação que alterem significativamente sua condição natural, como o congelamento prolongado. A identificação e o consumo de pescado fresco são importantes para a saúde e a segurança alimentar, especialmente em períodos de alta demanda, como a Páscoa. O Instituto de Pesca (IP) de São Paulo, vinculado à APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), desempenha um papel fundamental na orientação dos consumidores sobre como escolher e manusear pescado fresco e congelado, destacando seus benefícios nutricionais e a importância de práticas de consumo conscientes.
O consumo de pescado é uma prática milenar, mas a preocupação com a qualidade e a segurança alimentar do pescado fresco ganhou destaque com o aumento da produção e distribuição em larga escala. No Brasil, o Instituto de Pesca tem se dedicado a pesquisas e ações educativas para informar a população sobre as melhores práticas na compra e consumo de pescado. A Páscoa, em particular a Sexta-Feira Santa, é um período de pico no consumo de peixes, o que intensifica a necessidade de orientação aos consumidores para evitar a aquisição de produtos deteriorados. As diretrizes do IP abrangem desde a observação de características físicas do peixe até o armazenamento adequado, visando garantir a qualidade e os benefícios nutricionais do alimento.