A Pague Menos (PGMN3) protocolou na CVM um pedido de registro para uma Oferta Pública de Ações (IPO) primária e secundária, visando captar até R$ 900 milhões. A operação, que incluiu a venda de ações pelos acionistas fundadores e a emissão de novas ações, teve o preço por ação definido em março de 2026, com a negociação dos papéis iniciando logo em seguida. Grandes instituições financeiras coordenaram a oferta, que buscou expandir o capital da rede de farmácias.
A Oferta Pública de Ações (IPO) da Pague Menos refere-se ao processo pelo qual a rede de farmácias Pague Menos (PGMN3) protocolou um pedido de registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para uma oferta pública primária e secundária de ações. A operação, que incluiu a possibilidade de lotes adicionais, visava movimentar até R$ 900 milhões, com a definição do preço por ação e o início da negociação dos papéis programados para março de 2026.
A Pague Menos, uma das maiores redes de farmácias do Brasil, buscou expandir seu capital e permitir a venda de ações por parte de seus acionistas fundadores. Em 3 de março de 2026, a empresa protocolou o pedido junto à CVM para uma oferta pública de 70 milhões de ações, divididas igualmente entre primárias (novas ações emitidas pela empresa) e secundárias (ações vendidas pela família Queiroz, fundadora da rede). A oferta inicial poderia ser ampliada em até 78,6% com a inclusão de lotes adicionais, elevando o potencial de captação para até R$ 900 milhões, considerando o preço de fechamento da ação em 26 de fevereiro de 2026, de R$ 7,20. A coordenação da oferta ficou a cargo de grandes instituições financeiras, com esforços de venda tanto no mercado nacional quanto no exterior.