Kristi Noem assumiu a Secretaria de Segurança Interna com a missão de implementar políticas de imigração mais duras. Durante sua gestão, o Departamento de Segurança Interna (DHS) e a Agência de Imigração e Alfândega (ICE) foram alvo de críticas devido à truculência de suas operações, que resultaram em manifestações e na morte de dois cidadãos americanos em Minneapolis. O ponto central da controvérsia e o estopim para sua demissão foi uma campanha publicitária de US$ 220 milhões, lançada pelo DHS. Essa campanha, que incluía vídeos e anúncios em diversas mídias, tinha como objetivo desencorajar a imigração ilegal, com Noem estrelando várias das peças. A campanha gerou questionamentos de parlamentares da oposição e da base de Trump sobre o alto custo e a natureza dos contratos, que teriam sido concedidos a apenas quatro empresas, duas delas ligadas a operadores do Partido Republicano, sem um processo de licitação padrão. Embora Noem tenha afirmado que o presidente Trump aprovou o valor do contrato, Trump negou ter conhecimento do montante, levando à demissão de Noem em 5 de março de 2026. Após sua saída do DHS, Noem foi nomeada Enviada Especial para o Escudo das Américas, uma nova iniciativa de segurança no Hemisfério Ocidental.