João Carlos Mansur é o fundador da Reag, uma instituição financeira liquidada pelo Banco Central, que se tornou alvo da Operação Compliance Zero da Polícia Federal por suspeita de fraudes. Ele também está sendo investigado por lavagem de dinheiro, com possível ligação à Operação Carbono Oculto e ao PCC, e foi convocado para depor na CPI do Crime Organizado. Mansur teve o direito ao silêncio e assistência jurídica concedidos pelo STF para seu depoimento na CPI.
João Carlos Falbo Mansur é o fundador da Reag, uma instituição financeira que foi liquidada pelo Banco Central. Ele se tornou alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras no banco. Mansur também foi convocado para depor na CPI do Crime Organizado, que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo a Reag e sua possível ligação com a Operação Carbono Oculto e o PCC.
João Carlos Falbo Mansur fundou a Reag, uma instituição financeira que, em um determinado momento, foi liquidada pelo Banco Central. A sua figura ganhou destaque em 2026, quando foi apontado como um dos alvos da segunda fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. Esta operação tem como objetivo investigar um alegado esquema de fraudes financeiras que teria ocorrido dentro do banco. Além disso, a Reag entrou no radar da Polícia Federal por suspeita de envolvimento em operações de lavagem de dinheiro. As investigações incluem a Operação Carbono Oculto, que apura um esquema ligado ao setor de combustíveis com participação do Primeiro Comando da Capital (PCC), onde fundos administrados pela empresa teriam sido usados para movimentações atípicas. Mansur também foi convocado para depor na CPI do Crime Organizado, que investiga essas alegações. Uma sessão marcada para 3 de março de 2026 foi cancelada após Mansur alegar ter recebido a notificação com prazo mínimo, sendo remarcada para a semana seguinte. O ministro Flávio Dino, do STF, concedeu a Mansur o direito ao silêncio e à assistência de advogado, mas negou o pedido de ausência facultativa na CPI. O ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também teve seu depoimento à CPI tornado facultativo por decisão do ministro André Mendonça.