Fundado pelos irmãos Ruy Maurício Porto Carreiro Filho e Carolina da Fonte, o Grau Educacional iniciou suas operações em um setor tradicionalmente focado no ensino presencial diário. Desde os primeiros anos, a rede buscou um modelo diferenciado, reduzindo a frequência presencial para três encontros semanais. Essa abordagem permitiu uma significativa redução de custos operacionais e um aumento de 40% na capacidade produtiva das escolas, ao otimizar o uso da infraestrutura existente e aumentar a rotatividade de turmas.
Durante a pandemia de COVID-19, o Grau Educacional acelerou a implementação de sua plataforma digital, mas optou por não abandonar completamente o contato físico. Após a reabertura, a frequência presencial foi ajustada para dois dias por semana, complementada por atividades online. Esse modelo híbrido visa oferecer flexibilidade aos alunos, reduzindo custos de deslocamento, sem abrir mão da experiência prática em laboratórios, essencial para os cursos técnicos e profissionalizantes oferecidos.
O modelo operacional do Grau Educacional também viabilizou a abertura de unidades menores, com cerca de 600 metros quadrados, em contraste com os modelos antigos que chegavam a 2.000 metros quadrados. Essa estratégia responde às principais barreiras de matrícula, como renda e tempo, tornando a educação técnica mais acessível a um público mais amplo.