Barack Obama é um político e advogado americano que serviu como o 44º presidente dos Estados Unidos de 2009 a 2017, sendo o primeiro afro-americano a ocupar o cargo. Durante sua presidência, ele implementou reformas na saúde com o Affordable Care Act, retirou tropas do Iraque, supervisionou a morte de Osama bin Laden e normalizou relações com Cuba. Após deixar a Casa Branca, Obama continua ativo em questões políticas e sociais, defendendo valores democráticos e comentando eventos atuais.
Barack Hussein Obama II (nascido em 4 de agosto de 1961) é um político e advogado americano que serviu como o 44º presidente dos Estados Unidos de 2009 a 2017. Ele foi o primeiro presidente afro-americano na história dos EUA. Membro do Partido Democrata, Obama também atuou como senador estadual por Illinois de 1997 a 2004 e como senador dos Estados Unidos por Illinois de 2005 a 2008. Sua presidência foi marcada por importantes reformas na saúde, a retirada de tropas do Iraque, a morte de Osama bin Laden e a normalização das relações diplomáticas com Cuba. Após sua presidência, Obama continuou a ser uma voz influente em questões políticas e sociais, frequentemente comentando sobre eventos atuais e defendendo os valores democráticos.
Contexto histórico e desenvolvimento
Barack Obama nasceu em Honolulu, Havaí. Seu pai, Barack Obama Sr., era um estudante queniano, e sua mãe, Ann Dunham, era uma antropóloga americana. Eles se divorciaram em 1964. Obama passou parte de sua infância no Havaí e em Jacarta, Indonésia, antes de retornar ao Havaí para viver com seus avós. Ele frequentou a Occidental College, graduou-se na Universidade Columbia e obteve seu diploma de direito na Universidade Harvard. Após a faculdade de direito, trabalhou como advogado e organizador comunitário em Chicago.
Sua carreira política começou no Senado estadual de Illinois, onde atuou de 1997 a 2004. Em 2004, ele foi eleito para o Senado dos EUA, ganhando destaque nacional com um discurso inspirador na Convenção Nacional Democrata. Em 2008, Obama lançou sua campanha presidencial, derrotando a então senadora Hillary Clinton nas primárias democratas e, posteriormente, o candidato republicano John McCain nas eleições gerais, tornando-se o primeiro presidente afro-americano dos Estados Unidos. Ele foi reeleito em 2012, superando Mitt Romney.
Durante sua presidência, Obama enfrentou a Grande Recessão, implementou a Lei de Proteção ao Paciente e Cuidados Acessíveis (Affordable Care Act, conhecido como "Obamacare"), que reformou o sistema de saúde americano. Ele também supervisionou o fim da participação dos EUA na Guerra do Iraque, a operação que resultou na morte de Osama bin Laden e o estabelecimento de relações diplomáticas com Cuba após décadas de interrupção. Em seu segundo mandato, os EUA aderiram ao Acordo de Paris sobre mudanças climáticas e a Suprema Corte legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país.
Atividades pós-presidência e declarações públicas
Desde que deixou a Casa Branca, Obama tem se mantido ativo em questões de política pública e engajamento cívico. Ele e a ex-primeira-dama Michelle Obama fundaram a Fundação Obama, que se concentra em liderança cívica e empoderamento comunitário. Obama também tem sido um comentarista frequente sobre eventos nacionais e globais, utilizando sua plataforma para defender os princípios democráticos e a justiça social. Por exemplo, em 25 de janeiro de 2026, Barack e Michelle Obama emitiram uma declaração conjunta condenando o assassinato de Alex Pretti, um cidadão americano, por agentes federais em Minneapolis. Eles expressaram que o incidente era um alerta de que os valores americanos estavam sob ataque e criticaram as táticas de intimidação de agentes federais, pedindo que as autoridades atuassem de forma legal e responsável, em colaboração com os governos locais. A declaração também criticou o governo atual por agravar a situação e oferecer explicações sem investigações sérias, incentivando os americanos a se manifestarem contra a injustiça. No mesmo dia, 25 de janeiro de 2026, o casal Obama condenou novamente a morte de um cidadão americano por agentes federais do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) em Minneapolis, classificando-a como "trágica" e uma afronta aos "valores americanos". Eles também criticaram o governo Trump por "escalar a situação" e apontaram que as explicações oficiais para as mortes de Alex Pretti e Renee Good eram contraditadas por evidências em vídeo. O comunicado, divulgado no X, foi republicado pelo ex-premiê italiano Paolo Gentiloni, reforçando a repercussão internacional da declaração.
Linha do tempo
4 de agosto de 1961: Nasce em Honolulu, Havaí.
1992: Casa-se com Michelle Robinson.
1997-2004: Atua como senador estadual por Illinois.
2005-2008: Serve como senador dos Estados Unidos por Illinois.
20 de janeiro de 2009: Toma posse como o 44º presidente dos Estados Unidos.
2009: Assina a Lei Lilly Ledbetter Fair Pay e a Lei de Recuperação e Reinvestimento Americana.
2010: Assina a Lei de Proteção ao Paciente e Cuidados Acessíveis (Affordable Care Act).
2011: Osama bin Laden é morto em uma operação militar dos EUA.
2012: É reeleito para um segundo mandato presidencial.
2015: Os EUA aderem ao Acordo de Paris sobre mudanças climáticas; relações diplomáticas com Cuba são restabelecidas.
20 de janeiro de 2017: Deixa o cargo, sendo sucedido por Donald Trump.
25 de janeiro de 2026: Barack e Michelle Obama emitem uma declaração conjunta condenando o assassinato de Alex Pretti por agentes federais em Minneapolis, afirmando que os valores americanos estão sob ataque.
25 de janeiro de 2026: Barack e Michelle Obama condenam a morte de um cidadão americano por agentes do ICE em Minneapolis, criticam o governo Trump por "escalar a situação" e apontam contradições em explicações oficiais sobre as mortes de Alex Pretti e Renee Good.
Principais atores
Barack Obama: 44º presidente dos Estados Unidos.
Michelle Obama: Primeira-dama dos Estados Unidos, advogada e escritora.
Ann Dunham: Mãe de Barack Obama, antropóloga.
Joe Biden: Vice-presidente durante os dois mandatos de Obama.
Partido Democrata: Partido político ao qual Obama é filiado.
Congresso dos Estados Unidos: Instituição legislativa com a qual Obama interagiu para aprovar leis.
Paolo Gentiloni: Ex-premiê italiano que republicou o comunicado dos Obama.
Alex Pretti: Cidadão americano cuja morte por agentes federais em Minneapolis foi condenada pelos Obama.
Renee Good: Cidadã americana cuja morte por agentes federais em Minneapolis foi mencionada pelos Obama.
Termos importantes
Affordable Care Act (ACA) / Obamacare: Lei de reforma da saúde sancionada por Obama, visando expandir a cobertura de seguro saúde nos EUA.
Grande Recessão: Período de grave declínio econômico nos Estados Unidos e em outras partes do mundo, que começou em 2007 e se estendeu até 2009.
Acordo de Paris: Acordo internacional sobre mudanças climáticas, adotado em 2015, com o objetivo de limitar o aquecimento global.
Osama bin Laden: Fundador e líder da organização terrorista al-Qaeda, responsável pelos ataques de 11 de setembro de 2001, morto durante a presidência de Obama.
Relações Cuba-EUA: Normalização das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba, um marco da política externa de Obama.
Valores americanos: Princípios e ideais que Barack Obama frequentemente defende em suas declarações públicas, como justiça, responsabilidade e colaboração entre autoridades.
Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE): Agência federal de aplicação da lei dos EUA, cujas ações em Minneapolis foram condenadas pelos Obama.
Governo Trump: Administração do presidente Donald Trump, criticada pelos Obama por sua gestão da situação em Minneapolis.