Alessandro Vieira é um delegado de polícia e senador pelo estado de Sergipe, filiado ao MDB. Ele ganhou destaque nacional por sua atuação independente no Congresso, focada no combate à corrupção, transparência e em pautas sociais. Atualmente, exerce seu mandato no Senado Federal, onde tem participado de importantes comissões parlamentares e articulações legislativas, mantendo-se como uma figura ativa na política brasileira com pré-candidatura à reeleição em 2026.
Alessandro Vieira (nascido em 3 de abril de 1975) é um delegado de polícia civil e político brasileiro filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Ele representa o estado de Sergipe no Senado Federal desde 1º de fevereiro de 2019, tendo sido eleito em 2018 com recorde de 474.449 votos. Conhecido por sua atuação no combate à corrupção durante a carreira policial e por posições independentes no Congresso, integra movimentos como RenovaBR e Acredito, além de participar do Gabinete Compartilhado com outros parlamentares.
Nascido em Passo Fundo (RS), mudou-se para Aracaju (SE) aos oito anos de idade. Formou-se em Direito pela Universidade Tiradentes e atuou como delegado da Polícia Civil de Sergipe por mais de 20 anos, com foco em proteção a minorias, combate à corrupção, lavagem de dinheiro e repressão a homicídios. Foi Delegado-Geral da Polícia Civil de Sergipe entre fevereiro de 2016 e abril de 2017, período em que implementou políticas rigorosas contra a corrupção, resultando em prisões de figuras locais. É casado com Helga Mesquita Gumes Vieira e pai de três filhos: Gabriela, João Pedro e Mariana.
Eleito senador em 2018 pela Rede Sustentabilidade (posteriormente migrando para Cidadania e, em 2023, para o MDB), sem coligação, com votação expressiva em Sergipe. Atuou como líder do Cidadania no Senado e integrou o grupo "Muda Senado". É pré-candidato à reeleição em 2026. Coordenador da bancada federal de Sergipe, vice-presidente da Frente Parlamentar da Educação e coordenador sergipano da Frente Parlamentar em Defesa do Nordeste. Participa de iniciativas de transparência, como emendas participativas que destinaram mais de R$ 400 milhões a Sergipe.
Destacou-se na relatoria do Auxílio Emergencial (ampliado para atender 70 milhões de pessoas) e em projetos sobre vacinação universal, combate a fake news, criminalização da LGBTfobia e uso medicinal da cannabis. Atuou na CPI da Covid e defendeu CPI do Judiciário. Em 2025-2026, foi relator da PEC da Blindagem e da CPI do Crime Organizado, apresentando relatório com indiciamentos de ministros do STF (rejeitado). Manteve postura independente em relação a governos Bolsonaro e Lula.
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