
@carlosaviana
Presidente da CPMI do INSS 🔺Senador por MG🏅Premiado um dos melhores senadores 🙏🏻Cristão 🎬Jornalista 📚Professor
Moraes suspendeu hoje, por 90 dias, as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar. O motivo foi a divulgação de uma carta do ex-presidente nas redes do filho. Olhe a sequência, sempre do mesmo ministro contra o mesmo homem. Prisão domiciliar, proibição de falar, busca que não achou nada. Impedir um homem de 70 anos, doente e preso em casa, de receber a visita do próprio filho não protege a democracia. Envergonha a toga. Você não precisa gostar do Bolsonaro para se incomodar. Basta ser pai, basta ser filho, bastar ter o mínimo de humanidade presente.
O ministro André Mendonça determinou hoje a apreensão do passaporte do publicitário Thiago Miranda, apontado como colaborador direto de Daniel Vorcaro no esquema do Banco Master. A Polícia Federal alertou para o risco de fuga. Miranda tinha viagem marcada para Miami na segunda-feira, vinha trocando de celular seguidamente e encerrou as atividades da própria agência às vésperas da operação. Não é o comportamento de quem tem consciência tranquila. Ele é investigado por coordenar uma rede de influenciadores paga com dinheiro do esquema, com uma missão clara: atacar a credibilidade do Banco Central, intimidar jornalistas e desacreditar instituições que atrapalhavam os interesses do banqueiro. Foi exatamente esse tipo de manobra que a nossa CPMI do Banco Master se propôs a expor. Enquanto tentavam calar a imprensa e manipular a opinião pública, a Polícia Federal seguia o rastro do dinheiro. E o dinheiro sempre deixa rastro. Fica cada dia mais evidente por que tanta gente poderosa temia essa investigação avançar. A Justiça está fazendo a parte dela. Nós vamos fazer a nossa.
A cada nova fase da Operação Compliance Zero, o país descobre até onde ia a máquina montada por Daniel Vorcaro e o Banco Master. A Polícia Federal revelou agora um esquema que usava dinheiro desviado do banco liquidado para pagar até R$ 2 milhões a influenciadores, atacar a credibilidade do Banco Central e intimidar jornalistas que faziam seu trabalho. Repórteres monitorados. Autoridades espionadas. Dados sigilosos violados por um braço que, segundo a investigação, contava até com a cooptação de policiais. Não é mais só fraude bilionária. É a tentativa de comprar o debate público e silenciar quem denuncia. Quando o crime de colarinho branco se dá ao luxo de perseguir a imprensa livre, ele mira todos nós. A CPMI do Banco Master, que protocolei, nasceu exatamente para isso: expor o rastro, seguir o dinheiro e proteger quem foi lesado. A PF está no caminho certo, e o ministro André Mendonça autorizou cada passo com a firmeza que o caso exige. Não haverá blindagem para quem roubou. Não haverá silêncio comprado. A verdade não se intimida.
Vou levantar as notícias recentes sobre o Vorcaro. A cada nova fase da Operação Compliance Zero, o país descobre até onde ia a máquina montada por Daniel Vorcaro e o Banco Master. A Polícia Federal revelou agora um esquema que usava dinheiro desviado do banco liquidado para pagar até R$ 2 milhões a influenciadores, atacar a credibilidade do Banco Central e intimidar jornalistas que faziam seu trabalho. Repórteres monitorados. Autoridades espionadas. Dados sigilosos violados por um braço que, segundo a investigação, contava até com a cooptação de policiais. Não é mais só fraude bilionária. É a tentativa de comprar o debate público e silenciar quem denuncia. Quando o crime de colarinho branco se dá ao luxo de perseguir a imprensa livre, ele mira todos nós. A CPMI do Banco Master, que protocolei, nasceu exatamente para isso: expor o rastro, seguir o dinheiro e proteger quem foi lesado. A PF está no caminho certo, e o ministro André Mendonça autorizou cada passo com a firmeza que o caso exige. Não haverá blindagem para quem roubou. Não haverá silêncio comprado. A verdade não se intimida.
O governo trocou de líder no Senado de novo. O anterior era Jaques Wagner. Virou alvo da Polícia Federal, apontado como interlocutor relevante do Banco Master. Apartamento de R$ 2,45 milhões. Jatinho. Dinheiro vivo apreendido em hotel. Wagner nega irregularidades. Saiu Wagner. Entrou Teresa Leitão, escolhida a dedo pelo Planalto. Agora o PT reorganiza a bancada outra vez e entrega a liderança do partido a Camilo Santana, que passou três anos licenciado do mandato e voltou à cadeira do Senado a tempo de coordenar a articulação em ano de eleição. O recado que vem junto é que ele chegou para distensionar a relação do governo com o Senado. Distensionar o quê? A investigação? O rastro financeiro não muda de nome quando muda o líder. Quando um governo troca de porta-voz mais rápido do que responde a uma pergunta, não está buscando diálogo. Está buscando saída. O Senado não precisa de um clima ameno. Precisa de respostas.
URGENTE O Senado aprovou ontem a medida provisória que leva parte da arrecadação das bets para o fundo da Polícia Federal. Aparentemente, uma boa notícia. Ninguém neste país tem mais razão para querer a Polícia Federal forte do que quem passou sete meses vendo o que ela descobriu sobre o roubo dos aposentados. O problema é o que o governo escreveu nas linhas de baixo. O dinheiro não sai do lucro das casas de aposta, que seguem com 87% de tudo. Sai da seguridade social, da saúde, da assistência e da Previdência. E o adicional que estava reservado para tratar o brasileiro viciado em jogo agora vai para outro lugar. Foram apresentadas 110 emendas ao texto. O relator rejeitou todas. Enquanto isso, a mesma Polícia Federal informou ao Supremo que mantém cerca de dez servidores na apuração das fraudes contra aposentados. Precisaria de pelo menos quarenta. Metade do material apreendido nunca foi analisado. O governo manda recurso para o fundo e não manda gente para a investigação. Que fique registrado quem escolheu onde o dinheiro entra e onde a apuração para.
Mais um rombo no INSS. A Polícia Federal deflagrou hoje a segunda fase da Operação Monã e mira um esquema que, segundo apuração, causou prejuízo superior a R$ 100 milhões aos cofres públicos. O grupo é investigado por usar declarações falsas de pertencimento a comunidades indígenas para arrancar aposentadorias rurais e salários-maternidade de segurados especiais. Foram 11 mandados de busca e apreensão, dois servidores públicos afastados e bloqueio de R$ 1,5 milhão. Servidor público envolvido em fraude no INSS não é acidente. É método. É o mesmo padrão que a CPMI expôs: gente de dentro abrindo a porta para gente de fora saquear. Não é dinheiro do governo. É contribuição de quem trabalhou a vida inteira. Meu reconhecimento à Polícia Federal e à CGU. Investigação séria não escolhe conveniência política. Roubo de aposentadoria não é crime contra o Estado. É crime contra gente que já pagou o preço.
URGENTE A Polícia Federal informou ao relator do caso que a investigação sobre o Careca do INSS e o filho do presidente não deve avançar antes das eleições. O motivo alegado: falta de gente. São cerca de dez servidores num inquérito que apura o desvio de bilhões contra aposentados e pensionistas. Segundo apuração, seriam necessários pelo menos quatro vezes mais policiais. No ritmo atual, só a análise do material levaria seis meses. Enquanto isso, o mesmo governo que diz não interferir em nada mandou recolher os delegados cedidos, e trocou a coordenação do caso justamente depois que um delegado pediu a quebra de sigilo bancário do filho do presidente. Não faltam policiais no Brasil. Falta vontade de deixar a Polícia Federal trabalhar. Investigação que engasga sempre no mesmo sobrenome não é investigação lenta. É investigação sufocada. Os aposentados esperaram uma vida inteira pelo benefício. Não vão esperar mais quatro anos pela justiça.
A Polícia Federal encontrou o testa de ferro por trás do apartamento do Ex-Líder do Governo no Senado. Luiz Antônio Lombardi, ex-mecânico de São Paulo, dono de oficina, que de repente aparece à frente de empresas com capital de dezenas de milhões de reais. Segundo a PF, foi ele quem intermediou a compra do imóvel de R$ 2,45 milhões atribuído ao parlamentar. Não é um apartamento qualquer. É o mesmo esquema que passa pelo ex-sócio de Vorcaro, um dos alvos da CPMI do INSS que presidi. A mesma trama que, quando começou a ser puxada, virou perseguição, ataque e tentativa de descredibilizar o nosso trabalho. Agora está tudo à vista. Quem abre empresa de milhões da noite para o dia tem sempre alguém por trás. A PF sabe disso, e está seguindo cada real até o fim da linha. Chamaram a CPMI de circo. Chamaram a investigação de vingança. Hoje é a Polícia Federal batendo na mesma porta que a gente batia. O dinheiro deixa rastro. E o rastro não obedece a cargo, a foro, nem a liderança de governo.
O ministro André Mendonça precisou alertar o governo Lula sobre o óbvio: retirar delegados da Polícia Federal que atuam no Supremo, em plena investigação, pode ser lido como obstrução de Justiça. Não é coincidência. Mendonça é o relator de dois dos maiores casos deste país, o Banco Master e as fraudes bilionárias contra os aposentados do INSS. E é justamente agora, quando o rastro chega perto demais, que o Planalto decide chamar de volta os policiais. Quem não deve não teme investigação. Quem tenta esvaziar a PF no meio do jogo tem muito a esconder. O governo alega reforço no combate ao crime organizado. Mas ninguém acredita que recolher delegados de gabinetes que investigam o próprio governo tenha a ver com segurança pública. A pergunta que fica é simples. Quem se incomoda com a PF trabalhando? Quem ganha se essas investigações travarem? O Brasil está de olho. E não vamos deixar blindar ninguém.
URGENTE A Polícia Federal aponta a CPMI como origem do vazamento das conversas de Daniel Vorcaro. A cronologia derruba a versão. As primeiras mensagens íntimas do banqueiro foram publicadas pela imprensa em 6 de março, uma sexta-feira. Os dados telemáticos só chegaram à comissão em 12 de março. O acesso à sala-cofre só foi liberado aos parlamentares em 13. Não se vaza de uma sala-cofre um conteúdo que já estava estampado nos jornais uma semana antes de a sala existir. E que sala-cofre. Entrada sem celular, sem qualquer eletrônico, com detector de metais, câmeras e um livro registrando data, hora e motivo de cada acesso. Fui eu quem impôs esse rigor, para que tudo fosse rastreável. Então que se pericie tudo. Todos os logs. Todas as imagens. Todo o livro de acesso. Do primeiro ao último ponto de manuseio, dentro e fora do Congresso. Quem montou a sala com câmera e livro de registro não foge de auditoria. Exige. O que não aceito é ver quem investigou o Banco Master vestido de suspeito, enquanto as mensagens já corriam soltas antes de a comissão sequer tocar no material. Senador Carlos Viana
ATENÇÃO, BRASIL O tarifaço bate à porta da nossa economia, e o governo responde com o quê? Com a mesma diplomacia que aproxima o Brasil de Cuba, da Venezuela e do Irã, e nos empurra para a dependência da China. Enquanto o Itamaraty perde a mão na política externa, quem paga a conta é o trabalhador brasileiro, o produtor rural, a indústria que gera emprego. Não é ideologia que põe comida na mesa. É competência. E competência é justamente o que falta a esse governo. O Brasil não pode ser refém do palanque antiamericano da esquerda. Precisamos de um país que converse com o mundo, defenda a produção nacional e não troque o interesse do povo por afinidade ideológica com ditaduras. O Brasil produz, o Brasil trabalha, o Brasil exporta. E não vai aceitar pagar caro pela incompetência de quem prefere agradar Havana a proteger o emprego brasileiro.
Voltou à tona hoje, agora pela reportagem do Estadão, mais um capítulo do que a nossa CPMI vinha alertando desde o primeiro dia. Mensagens de WhatsApp encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro mostram a esposa de um ministro do Supremo enviando pessoalmente ao dono do Banco Master a minuta de um contrato de honorários que podia chegar a 129 milhões de reais. "Bom dia. Segue a minuta do contrato." Foi assim, direto, entre a família de uma das mais altas autoridades do país e o banqueiro que a nossa comissão pediu para investigar. Três milhões e seiscentos mil reais por mês, durante três anos. Enquanto o aposentado deste país conta moeda para comprar remédio. Agora entende por que tentaram frear a CPMI a qualquer custo. Por que insistiram em manter esses autos no escuro. O rastro financeiro não escolhe sobrenome e não para diante de nenhum cargo. Não haverá blindagem para banqueiro. Não haverá blindagem para intermediário. Não haverá blindagem para ninguém que meteu a mão no dinheiro que era do povo. Quem tem 129 milhões para explicar que explique ao Brasil.
Tenho andado pelas ruas de Minas e ouvido o povo de perto. Nesses encontros, o que mais me toca é o reconhecimento do trabalhador pela minha luta contra a corrupção e o crime organizado. Presidi a CPMI do INSS e entreguei à PGR mais de 4 mil páginas de provas contra quem roubou aposentados e pensionistas. Protocolei a CPMI do Banco Master para rastrear e devolver cada centavo desviado. Sou autor do PL que torna inafiançável o crime sexual contra crianças, já aprovado no Senado. Enfrentei o PCC e o Comando Vermelho de frente, defendendo que facção seja tratada como o que de fato é: terrorismo. Não recuei diante de nomes poderosos e não troquei o povo por conveniência política. Fico imensamente agradecido ao povo de Minas por esse carinho e por acreditar nessa missão. É esse afeto que me move. Cada dia de mandato é um compromisso com quem mais precisa: o aposentado, a criança, a família trabalhadora. É para isso que fui eleito. E é isso que vou continuar fazendo.
COMUNICADO Daniel Vorcaro, do Banco Master, agora estuda anular as provas extraídas do próprio celular. As mensagens que comprometem o banqueiro. As conversas apontadas pelos próprios investigadores como a principal prova do caso Master. Tudo o que ele quer agora é fazer desaparecer. E não é só isso. Tentou delação. Fracassou. Tentou reaproximação com a PF e a PGR. Fracassou de novo. Sabe por quê? Porque o rastro financeiro condena. Quem não deve, não teme investigação. Quem não deve, não corre para anular prova. Não haverá manobra. Não haverá brecha técnica que apague bilhões desviados às custas do país. A verdade demora, mas chega. Vamos até o fim.
As pesquisas já mostram o que o povo sente na pele. O desgaste do governo cresce a cada nova revelação de corrupção. E não é por acaso. Cada operação, cada nome que aparece, cada esquema que vem à tona empurra o Planalto mais para baixo. O brasileiro percebe quando o poder está podre por dentro. A pesquisa PTG/Nexus mostrou Lula caindo 5 pontos no Nordeste logo após a operação da Polícia Federal contra Jaques Wagner. Justamente no Nordeste, a região que sempre foi o maior reduto do governo. Quando a base começa a rachar ali, o recado é claro. E não é difícil entender o motivo. O líder do governo no Senado virou alvo da Polícia Federal. As investigações apontam ligações com o Banco Master e proximidade com o ex-sócio de Daniel Vorcaro, um dos nomes no centro de um dos maiores escândalos financeiros recentes do país. Os detalhes envergonham qualquer brasileiro honesto. Apartamento de luxo, voos em jatinho, milhões sob investigação. Gente poderosa, cercada de privilégio, enquanto o trabalhador acorda cedo, paga seus impostos e segura o peso de um país cada vez mais caro. É essa distância entre os de cima e o povo que as pesquisas começam a refletir. O recado já aparece nos números: o brasileiro não está de olhos fechados, e a conta desse desgaste será cobrada onde realmente importa.
Jaques Wagner, ex-líder do governo Lula no Senado, admite relação com o ex-sócio do Banco Master e ainda parte pra cima da Polícia Federal, chamando de "patacoada" a foto do dinheiro apreendido em seu apartamento. Não explica a moeda estrangeira. Não explica o imóvel de R$ 2,5 milhões. Reclama é da investigação. É sempre assim: quando o rastro financeiro aperta, a culpa vira da PF. O mesmo governo que sangrou o INSS dos aposentados, das viúvas e dos órfãos agora se enrola com o Master. Enquanto o idoso luta pra comprar o remédio do mês, a turma do poder coleciona apartamento e dólar. Quem não deve, não teme investigação. Vamos até o fim, doa a quem doer.
Há gestos que restauram a confiança do brasileiro na Justiça. A decisão do ministro André Mendonça foi um deles. O dono do Banco Master queria o conforto de casa, queria seguir num quarto especial dentro da Polícia Federal, queria negociar a própria pena nos próprios termos. Não conseguiu nada disso. Vai dormir numa cela como qualquer brasileiro que rouba e é pego. Esse é o recado que faltava: diante da lei, o poderoso não vale mais que o trabalhador. O bilhão escondido não compra cela melhor. O advogado caro não apaga o crime. Mendonça teve a coragem que muitos evitam ter. Encarou o peso do caso e decidiu pelo certo, sem temer o tamanho do investigado. E que ninguém se engane sobre o que está em jogo. Por trás desse banco está parte do dinheiro que sangrou dos mais frágeis deste país no escândalo do INSS. Cada andar dessa investigação nos aproxima de quem lucrou às custas de quem mais precisava.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está a caminho da Papudinha por ordem do ministro André Mendonça. A delação foi rejeitada duas vezes. A prisão domiciliar foi negada. Acabou a sala especial na Polícia Federal. É assim que tem que ser. Banqueiro que frauda o sistema, lesa investidores e mete a mão na previdência de estados e municípios vai para a cadeia como qualquer um. O Banco Master é o mesmo nome que assombra o escândalo do INSS. O mesmo dinheiro que sumiu da conta dos aposentados, das viúvas e dos órfãos. O rastro financeiro condena, e ele está apenas começando a aparecer. Não haverá blindagem. Não haverá acordão. Não haverá privilégio. Quem não deve, não teme investigação. A verdade demora, mas chega.
Ainda no mês de maio, cobrei o então líder do governo.
A direita não pode se dividir. Não agora. Vivemos um dos momentos mais decisivos para o país, e essa é a batalha que realmente importa. De um lado, escândalos que se acumulam dentro do Planalto, do Banco Master ao dinheiro dos aposentados. Bilhões desviados, gente poderosa protegida e o povo humilde pagando a conta. É contra isso que a direita precisa estar unida. Não nos enganemos: querem ver a direita brigando consigo mesma, distraída. E há um motivo. Casa dividida não derruba esquema de corrupção. Quem comemora essa divisão são os que saquearam o país e querem voltar impunes. Eu não vou entrar nesse jogo. Respeito se constrói com diálogo, não com ataque. A missão é maior do que qualquer disputa pessoal: devolver dignidade ao povo e levar à cadeia quem roubou os mais pobres. Essa não é uma luta de vaidades. É a defesa da verdade, da justiça e do dinheiro do povo brasileiro. E nessa luta eu não vou recuar. "Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e toda cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá." (Mateus 12:25)
A saída de Jaques Wagner da liderança do governo não apaga o escândalo do Banco Master. Pelo contrário: escancara o tamanho da crise instalada dentro do Planalto. Não nos enganemos: trocar de cadeira não é responder à sociedade brasileira. É manobra para tentar conter o desgaste e proteger a imagem do governo Lula em ano eleitoral. Mas o povo não esquece, e a verdade não se esconde atrás de renúncias combinadas. O que o Brasil exige é uma só coisa: investigação rigorosa, independente e sem qualquer proteção a apadrinhados. Que cada centavo desviado seja apurado e que os responsáveis sejam punidos com todo o rigor da lei, não importa o cargo, o partido ou a proximidade com o presidente. Essa não é uma luta ideológica. É a defesa da verdade, da justiça e do dinheiro do povo brasileiro. E nessa luta eu não vou recuar.
Eu prendi o “homem da mão preta” AO VIVO durante a CPMI do INSS. Hoje ele está foragido. Carlos Roberto Ferreira Lopes, o "Mão Preta do INSS", presidente da CONAFER, apontado como peça central de um esquema bilionário contra os aposentados brasileiros. Na sessão, foi contradição, omissão, mentira. Até que não dava mais e determinei a prisão dele. Pagou fiança e saiu pela porta da frente. Mais de R$ 6 bilhões de prejuízo. Dinheiro de gente humilde. Assinaturas falsas, beneficiários fictícios, idoso roubado sem nem saber. Os descontos ligados à CONAFER cresceram 790 vezes enquanto o aposentado lutava para comprar remédio. Então eu pergunto às autoridades: onde está o Mão Preta do INSS? Quem deixou escapar? Quem está protegendo? O aposentado não foge da conta de luz, do remédio, da fome. Mas quem roubou bilhões some do mapa. Quem roubou o aposentado tem que responder. A Polícia Federal precisa encontrar esse foragido.
Jaques Wagner quando quebrei o sigilo do Lulinha
Quando aprovei a quebra de sigilo bancário do Lulinha na CPMI do INSS, o Líder do Governo no Senado partiu pra cima de mim. Foi tumulto, empurra-empurra, a esquerda perdeu a linha tentando impedir a investigação a qualquer custo. Na época eu disse: quem não deve não teme. Por que tanto desespero pra blindar? Agora a resposta apareceu. O mesmo Líder do Governo que veio pra cima de mim, virou alvo da Polícia Federal e é apontado como interlocutor relevante do Banco Master, justamente um dos alvos da nossa CPMI. Apartamento de R$ 2,45 milhões, jatinho, dinheiro vivo apreendido em hotel. Tudo investigado pela PF. O nervosismo de quem tentava nos parar agora faz todo o sentido. A CPMI estava no caminho certo. E vamos até o fim.
Estamos falando de uma plataforma oficial de emergência, capaz de disparar mensagens para milhões de brasileiros simultaneamente. Se um agente externo conseguiu acessar esse sistema e emitir um Alerta Extremo em plena madrugada, então estamos diante de uma séria vulnerabilidade de segurança nacional. A nota levanta novas perguntas: Como ocorreu a invasão? Há quanto tempo o sistema estava vulnerável? Quais regiões foram atingidas? Outros sistemas governamentais também podem estar expostos? Quais evidências apontam para um ataque hacker? A população merece transparência total. Não basta afirmar que houve uma invasão. É preciso apresentar os fatos, identificar os responsáveis e demonstrar quais medidas estão sendo adotadas para impedir que algo semelhante volte a acontecer. Se confirmado, este não é apenas um incidente tecnológico. É um episódio que exige apuração rigorosa e responsabilização exemplar.
Atenção @defesacivilbr ????? Até este momento, não há uma manifestação clara, pública e oficial explicando o ocorrido. Estamos falando do mais alto nível do sistema de alertas de emergência do país, uma ferramenta destinada a proteger vidas em situações de grave risco. Quem enviou a mensagem? Quem autorizou o disparo? Houve falha técnica, erro operacional ou uso indevido do sistema? O silêncio das autoridades apenas aumenta a preocupação da população. O Brasil precisa de respostas. E precisa delas com urgência. A credibilidade de um sistema de emergência nacional não pode ficar refém da falta de transparência. misantropia
O que aconteceu nesta madrugada é mais grave do que parece. Milhões de brasileiros receberam um Alerta Extremo, o mais alto nível de notificação do sistema de emergência, destinado a situações de risco iminente à vida. No entanto, em vez de orientações à população, a mensagem continha apenas uma palavra: “misantropia”. Não se trata de um simples erro de comunicação. Estamos falando de uma ferramenta oficial que interrompe o sono das pessoas e mobiliza a atenção de toda uma população justamente porque foi criada para alertar sobre tragédias, desastres e emergências reais. A pergunta que precisa ser respondida é simples: como uma mensagem sem qualquer utilidade pública foi disparada por um sistema com alcance nacional e protocolos rigorosos de segurança? A população tem o direito de saber quem autorizou o envio, como ocorreu a falha e quais medidas serão adotadas para garantir que esse sistema jamais seja utilizado de forma indevida. Quando um alerta extremo perde credibilidade, o risco não é político. O risco é humano.
A CPMI do INSS começou a puxar esse fio. Levantou as provas, expôs as conexões e, quando chegou perto demais, os governistas deram um jeito de enterrar. O sistema sempre encontra uma forma de se proteger. Mas dessa vez a investigação avançou. E avançou contra o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner, o senador do PT da Bahia, o berço do Master. A Polícia Federal deflagrou a operação, e o nome do líder de Lula apareceu no centro do escândalo: apartamento de luxo em Salvador, voos nos jatos de Vorcaro e milhões parando na conta da família. Dessa vez tem um homem que não recuou. O ministro André Mendonça segurou as pressões, manteve a Operação Compliance Zero de pé e impediu que blindassem o caso Master no Supremo. Onde tentaram travar, ele avançou. E como o próprio ministro avisou: “tem mais coisa por vir.” A Justiça pode demorar, mas vai prevalecer. A Justiça dos esquecidos. Dos aposentados roubados. De quem foi tratado como número enquanto os poderosos viajavam de jatinho. O fio não foi cortado. E agora vai até o fim.
ATENÇÃO, BRASIL. Apresentei uma emenda à PEC para garantir mais qualidade de vida a quem protege e salva vidas. Se o governo quer discutir novas jornadas de trabalho, chegou a hora de responder: Quem cuida de quem cuida da população? Estou propondo a possibilidade da escala
OBRIGADO MINAS GERAIS, OBRIGADO BRASIL.
ISSO É ALGO INADMISSÍVEL!
ATENÇÃO BRASIL Acabo de protocolar pedido de *SUSPENSÃO IMEDIATA* do acordo de Cooperação Técnica entre o INSS e a CONTAG. Depois de bilhões desviados de aposentados e pensionistas… depois das investigações da Polícia Federal… e depois de tudo o que a CPMI do INSS revelou ao
URGENTE 🚨 VEJAM QUE ABSURDO.
Acabo de representar junto ao Ministério Público Federal contra a reativação do Acordo de Cooperação Técnica que permite à CONTAG atuar junto ao INSS em serviços e operações envolvendo benefícios de aposentados e pensionistas. Depois de bilhões desviados de aposentados e
Eu estou inconformado. Bilhões foram desviados de aposentados e pensionistas brasileiros. A Polícia Federal investiga a CONTAG. E a CPMI deixou claro quem participou, quem se beneficiou e quem ajudou a manter esse esquema funcionando. Mesmo assim, o governo reativa o acordo com
Vitória para o povo de bem! PCC e Comando Vermelho são grupos terroristas!
A decisão do presidente Donald Trump de tratar facções brasileiras com máxima severidade manda um recado claro ao mundo: o crime organizado deixou de ser apenas um problema de segurança pública e passou a ser uma ameaça real à sociedade. PCC e Comando Vermelho não espalham
Mais uma fase da Operação Sem Desconto escancara o tamanho do escândalo contra aposentados e pensionistas do INSS. A CPMI teve papel fundamental para romper o silêncio, pressionar as instituições e impedir que tudo fosse varrido para debaixo do tapete. Também entregamos
O escândalo do INSS está chegando perto demais do coração do poder. Enquanto milhões de aposentados eram roubados, tinha gente poderosa preocupada não com as vítimas… mas com o avanço da investigação. O Brasil precisa saber: quem tentou frear a PF? quem tentou proteger os
Que Deus conforte cada família atingida por essa tragédia na BR-251, em Salinas. É impossível olhar para uma notícia dessas e não sentir o peso no coração. Oito vidas perdidas. Entre elas, crianças. Um bebê. Pais que talvez saíram apenas para voltar pra casa. Famílias que
Hoje, no Congresso Nacional, está em curso uma sessão conjunta. E nesta Casa se discute um dos principais temas do país: a CPMI do Banco MASTER. Nós, da direita, queremos a CPMI. Toda a direita assinou. Estamos cobrando. A esquerda diz que quer, mas só no discurso. Na tribuna,
A lobista do Careca do INSS, amiga do filho do presidente, depõe hoje na Polícia Federal. Roberta Luchsinger. Recebeu um milhão e meio de reais do chefe do esquema que saqueou bilhões dos aposentados brasileiros. Viajou seis vezes com o Lulinha em 2024 e 2025. Mesmo código de
Mais um dia aguardando…
Meu reconhecimento ao ministro André Mendonça e à Polícia Federal pela operação deflagrada hoje, que afastou um perito criminal federal suspeito de repassar informações sigilosas da Operação Compliance Zero à imprensa. Rapidez, firmeza e compromisso com a legalidade. Desde
6º dia esperando o PT assinar a CPMI do Banco Master
Hoje, 18 de maio, é o Dia Nacional de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes. A data nasceu de uma tragédia: uma menina de 8 anos sequestrada, estuprada e morta. Seus algozes nunca foram presos. Mais de 50 anos depois, o Brasil ainda dá fiança a pedófilo. Meu PL
O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou hoje que dará "tratamento regimental" aos pedidos de CPI do Banco Master. No Brasil, "tratamento regimental" virou sinônimo de gaveta. Pelo jeito, o presidente Hugo Motta já se entregou… Cabe ao presidente do Congresso,
Perdemos, hoje, o grande comunicador Milton Naves. Milton fez história na Rádio Itatiaia e pude conviver com ele durante anos nos bastidores da emissora. Minha solidariedade aos familiares, amigos e todos colegas da @itatiaia! Sua voz está eternizada! "Show de Bola"!
O governo perdeu a conexão com a realidade do povo brasileiro. Hoje temos famílias sufocadas por dívidas, insegurança econômica, investidores deixando o país e uma política externa que afasta confiança internacional. A rejeição cresce porque a população sente isso no
ATENÇÃO, BRASIL! 21h do 3º dia de coleta de assinaturas para o nosso pedido de CPMI do Banco Master. O Deputado @nikolas_dm e o Líder da Oposição na Câmara, @cabogilberto, assinaram. Mais parlamentares estão demonstrando coragem para defender uma investigação ampla, séria e
Parabéns ao Deputado @DerriteSP, que acaba de assinar o nosso pedido de CPMI do Banco Master. O Brasil merece respostas. CPMI DO BANCO MASTER JÁ!
ATENÇÃO, BRASIL - CPMI DO BANCO MASTER JÁ! Se existe interesse verdadeiro em esclarecer qualquer suspeita sobre Flávio Bolsonaro, relações políticas, financeiras ou institucionais, então a resposta é simples: assinem a CPMI do Banco Master. O próprio Senador @FlavioBolsonaro
Acabo de oficiar o Diretor-Geral da Polícia Federal cobrando explicações imediatas sobre a troca do delegado responsável pela investigação das fraudes no INSS, caso que também alcançou o filho do presidente Lula. O Brasil não pode aceitar dúvidas, silêncio ou coincidências em
COMUNICADO - CPMI DO BANCO MASTER 3º dia de coleta de assinaturas. Cumprimento o Líder da Oposição, Senador @rogeriosmarinho, e o Senador @FlavioBolsonaro, que já assinaram o pedido da CPMI. Até agora, da base governista, apenas o Senador Fabiano Contarato assinou. Os
Bom dia Brasil. Hoje é o segundo dia de abertura para assinaturas da CPMI do Banco Master. E até agora, nenhum parlamentar do governo Lula assinou o pedido. Nenhum. Por isso, estou desafiando publicamente os parlamentares do governo federal a assinarem a CPMI do Banco
O Deputado Federal @depheliolopes foi o primeiro parlamentar a assinar o pedido da CPMI do Banco Master. Agradeço a coragem e o compromisso com a transparência. Irei divulgar o nome de todos os parlamentares que tiverem coragem de defender investigação ampla, sem blindagem e
COMUNICADO Atenção, população brasileira. Está oficialmente aberto para assinaturas o pedido de criação da CPMI do Banco Master no Congresso Nacional. Agora é hora de cada parlamentar mostrar de que lado está. Pressionem deputados e senadores. Cobrem posicionamento. Cobrem
COMUNICADO URGENTE Acabo de protocolar no Congresso Nacional o pedido de criação da CPMI do Banco Master. A comissão irá investigar esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro, operações financeiras suspeitas e eventuais relações políticas ligadas ao caso. Os fatos novos são
Não é anistia, porque nunca existiu tentativa real de golpe de Estado. Não existe golpe contra prédios públicos. Não é dosimetria, porque o problema não está apenas no tamanho das penas. A verdadeira solução é enfrentar a raiz dos exageros: revogar dispositivos da Lei
10 MOTIVOS PARA APROVAR COM URGÊNCIA O PL 5977/2025 O projeto que enfrenta a raiz dos exageros jurídicos, fortalece o Congresso Nacional e restabelece o equilíbrio entre os Poderes no Brasil. 1. Enfrenta diretamente a raiz jurídica dos excessos ocorridos após o 8 de janeiro. 2.
O Brasil assistiu o Congresso Nacional derrubar um veto, exercer sua autoridade constitucional e, logo depois, ver essa decisão ser suspensa de forma monocrática pelo ministro Alexandre de Moraes. Isso deixou claro uma coisa: o problema não está apenas na dosimetria. O problema
NOTA OFICIAL Protocolei hoje um novo pedido de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 5.977/2025, que revoga dispositivos do Código Penal que vêm gerando enorme insegurança jurídica, controvérsias constitucionais e interpretações excessivamente amplas no Brasil. O meu
A CPMI do INSS avisou. Tentaram calar. Tentaram barrar. Tentaram desacreditar. Agora as operações da Polícia Federal começam a mostrar ao Brasil aquilo que já havíamos entregue ao STF e à Procuradoria-Geral da República: uma rede de influência, poder e corrupção que agia nos
NOTA OFICIAL Estive hoje, ao lado do deputado Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, em audiência com o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet. Entregamos pessoalmente mais de 4 mil páginas de provas e o pedido formal de indiciamento de 216 pessoas envolvidas no maior