
@carlosaviana
Presidente da CPMI do INSS 🔺Senador por MG🏅Premiado um dos melhores senadores 🙏🏻Cristão 🎬Jornalista 📚Professor
Eu já ouvi essa mesma conversa e você? Na Lava Jato Lula disse: “não conheço, nunca vi.” Agora, quando a investigação chega ao entorno do próprio filho ele repete: “não conheço essa moça, nunca vi.”
Lula articula reunião da cúpula da PF com o ministro André Mendonça. Segundo a imprensa, o objetivo é reduzir a tensão em torno das investigações do Banco Master e do INSS. Foi o próprio presidente quem disse esta semana que o filho tem que provar a inocência. Se há tanta certeza da inocência, por que essa reunião agora? Quem é inocente não teme investigação. Torce para que ela siga até o fim. O que já está nas mãos da Justiça precisa ser apurado. Sem recuo. Sem atalho.
Tem gente que entra na CPMI pra posar. Tem gente que entra pra proteger nome. E tem gente que entra pra enfrentar o esquema. @alfredogaspar_ foi relator. Enfrentou o sistema sem recuar. Um ano desde a nossa vitória para conduzir a CPMI, um ano ouvindo aposentado, viúva e órfão. Um ano batendo de frente com quem tentou blindar o esquema. Aposentado não faz lobby. Viúva não tem acesso ao Planalto. Por isso a luta continua. Gaspar esteve do lado certo. Muito obrigado por dividir essa trincheira comigo, irmão.
ATENÇÃO, BRASIL — CPMI DO LULINHA Estamos avançando e cada vez mais perto do número necessário para instalar a CPMI. Na Câmara, já temos assinaturas de parlamentares de PL, MDB, NOVO, PP, União Brasil, PSD, Podemos e PSDB. No Senado, já assinaram parlamentares de PL, PSD, PP, PSDB e Republicanos. Vamos conseguir. Agora eu quero pedir a sua ajuda: cobre seu deputado e seu senador. Pergunte se ele já assinou. Na segunda-feira, vamos divulgar em coletiva para toda a imprensa os nomes dos parlamentares que apoiaram a CPMI e cobrar do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que dê andamento à instalação assim que os requisitos forem cumpridos. Quem quer a verdade precisa assinar.
Virgínia e Vini Jr. ganharam um vizinho novo em La Moraleja, o bairro mais nobre de Madri. O Lulinha… Segundo o Metrópoles, aluguel de cerca de R$ 18 mil. Piscina, spa, sauna. O Vini explica cada centavo no gramado. O Lulinha responde a três inquéritos na PF por suspeita de corrupção e tráfico de influência. O craque foi pra Madri pra jogar. O Lulinha foi pra quê? No Brasil, o aposentado que foi roubado confere o troco do pão.
🚨 R$ 86 MILHÕES EM FRAUDES NO INSS. QUE VERGONHA. Há quase 10 meses, quando presidi a CPMI do INSS, fui pessoalmente ao ministro André Mendonça cobrar medidas firmes e prisões contra quem roubava aposentados. Hoje, a PF está nas ruas em Minas Gerais e o cerco continua avançando. Estamos limpando essa sujeira imoral que fizeram contra nossos aposentados, viúvas, órfãos e pensionistas. Quem roubou precisa responder à Justiça. E não basta prender: o dinheiro precisa voltar.
🚨 ATENÇÃO: apresentei no Senado Federal um requerimento para que o Plenário vote a convocação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Quero que ele compareça pessoalmente ao Senado para explicar as possíveis tratativas e intermediações de interesses privados dentro do Ministério da Saúde reveladas pelas investigações. O requerimento cobra respostas objetivas: quem participou das reuniões, quem abriu as portas, quais empresas e projetos foram apresentados, se houve movimentação de processos e quais decisões foram tomadas dentro da pasta. Agora, o Senado precisa votar. Se houve uso de influência para favorecer interesses privados dentro do governo, isso precisa ser esclarecido com urgência.
Segundo a Polícia Federal, o ex-chefe de gabinete de Lula, Marcola, agora é investigado por suspeita de tráfico de influência. O mesmo Marcola que, segundo as mensagens apreendidas, cobrou da lobista Roberta Luchsinger um quadro de 100 mil euros. A mesma Roberta ligada ao Careca do INSS e às investigações sobre Lulinha. Acesso ao Planalto, possíveis vantagens, agenda do presidente… O esquema continua entregando nomes. Ninguém está acima da lei.
Roberta irá depor à Polícia Federal
🚨 URGENTE: A Polícia Federal decidiu chamar Roberta Luchsinger e Marco Aurélio Ribeiro, ex-chefe de gabinete de Lula, para depor sobre as suspeitas de tráfico de influência no governo. E um detalhe: Roberta é a mesma pessoa que está me processando e pedindo R$ 100 mil de indenização por eu ter falado publicamente sobre fatos relacionados às investigações. A PF está avançando e o Congresso precisa fazer o mesmo. Estamos trabalhando pela CPMI do Lulinha para descobrir quem abriu portas dentro do governo, quem participou das tratativas e até onde essas relações chegaram. Cobrem seus deputados e senadores. Peçam que assinem a CPMI. Quanto mais os fatos aparecem, mais necessária essa investigação se torna.
Em um reino, homens próximos ao palácio aprenderam a transformar influência em negócio. Enquanto enriqueciam e abriam portas para os poderosos, tiravam dos aposentados, das viúvas e dos órfãos aquilo que já era pouco. Os aposentados contavam moedas. As viúvas choravam. Os órfãos esperavam justiça. Então perguntaram: ‘Mestre, até quando os poderosos poderão se esconder atrás de cargos, amizades e sobrenomes?’ E Ele respondeu: ‘Ai daquele que enriquece sobre a dor dos mais fracos. Porque o poder recebido para servir não pode ser usado para roubar. O que foi escondido será revelado, e quem fez do palácio um balcão de negócios responderá por cada moeda arrancada de quem mais precisava dela.’”
LULINHA TEM QUE PRESTAR ESCLARECIMENTOS
Estou protocolando a convocação do Ministro da Saúde ao Senado. As novas revelações atribuídas à investigação da Polícia Federal apontam para possíveis tratativas de interesses privados dentro do Ministério da Saúde e para a atuação de pessoas com acesso a estruturas importantes do governo. Quero que o ministro explique: quem participou dessas reuniões; quem abriu as portas dentro do Ministério; quais empresas e projetos foram apresentados; se houve processos, propostas, minutas ou decisões administrativas decorrentes dessas tratativas; e se alguém usou influência política ou relações pessoais para favorecer interesses privados. O requerimento está sendo protocolado com pedido de urgência. Se houve tráfico de influência dentro do governo, o Brasil precisa saber quem participou, quem se beneficiou e até onde isso chegou.
O príncipe não confiava nem no reino governado pelo próprio pai. Imagine uma terra muito distante. Nela, o rei dizia que tudo estava sob controle. Enquanto isso, surgiam histórias envolvendo o príncipe, dinheiro de aposentados, influência dentro do reino e negócios milionários. E quando começaram a aparecer suspeitas sobre empresas, recursos e estruturas no exterior, veio a ironia: o príncipe parecia confiar mais no dinheiro longe do reino do que na terra governada pelo próprio pai. Enquanto isso, os velhinhos continuavam contando moedas. É uma fábula? Pode até parecer. Mas é exatamente por isso que os fatos precisam ser investigados até o fim. Porque, em qualquer reino, quem não pode terminar pagando a conta é o povo.
Cobre o seu parlamentar, faça esse favor ao Brasil! Pergunte se ele já assinou a CPMI do Lulinha. O requerimento é de minha autoria. Segundo a Polícia Federal, Lulinha é investigado por suspeita de tráfico de influência: – Tentativa de beneficiar a empresa do Careca do INSS em contratos de cannabis medicinal com o Ministério da Saúde – Articulações envolvendo a lobista Roberta Luchsinger – Possível favorecimento de empresas em contratos com a Dataprev Três inquéritos. Mensagens. Depoimentos. Filho de presidente não está acima da lei. Quem não tem medo da verdade, assina!
Acabo de acionar a PF e a PGR para saber oficialmente onde está Lulinha e se ele está à disposição das investigações. Se estiver no exterior e houver necessidade, pedi que sejam avaliados todos os mecanismos de cooperação internacional cabíveis, inclusive os canais da INTERPOL. Quero uma resposta simples: Se a PF precisar ouvi-lo amanhã, sabe onde encontrá-lo? CPMI DO LULINHA JÁ!
ATENÇÃO BRASIL - A CPMI está crescendo e já ultrapassou a oposição. Na Câmara, já temos deputados de PL, MDB, NOVO, PP, UNIÃO, PSD, PODEMOS e PSDB. No Senado, já há assinaturas de parlamentares de *PL, PSD, PP, PSDB e REPUBLICANOS. COBRE SEU PARLAMENTAR! Isso mostra que a investigação está ganhando apoio de diferentes partidos e deixando de ser uma pauta apenas da oposição. Quando tantos partidos diferentes entendem que é preciso investigar, o Congresso não pode ignorar. Seguimos trabalhando para ampliar ainda mais as assinaturas e instalar uma CPMI forte, independente e sem blindagem.
A cada nova mensagem fica mais evidente por que essa CPMI é necessária. Não estamos investigando um sobrenome. Estamos tentando descobrir se relações pessoais e acesso ao centro do poder foram utilizados para abrir portas do governo a interesses privados. Diante das novas revelações, acabo de protocolar requerimento à Presidência da República para obter informações e documentos sobre reuniões, acessos, contatos e a suposta oferta de cargo mencionada nas mensagens reveladas pela investigação. A investigação precisa ir até o fim.
Hoje, às 19h10, estarei ao vivo no VEJA em Foco. Vou falar sobre a CPMI do Lulinha e as novas revelações da VEJA sobre a investigação da Polícia Federal que apura suspeitas de tráfico de influência dentro do governo federal. Vamos explicar por que o Congresso precisa investigar, quais providências já tomamos e até onde essas relações podem ter chegado. Hoje, 19h10, no VEJA em Foco.
Estou extremamente entusiasmado com a adesão que a CPMI DO LULINHA vem recebendo, inclusive com apoio de parlamentares do centro. O mais importante agora é construir uma CPMI forte, com respaldo amplo no Congresso, para investigar os fatos com independência, requisitar documentos, ouvir os envolvidos e seguir todas as conexões que surgirem. Essa investigação não pode nascer sob intimidação ou blindagem. Neste momento, não iremos divulgar os nomes dos signatários, justamente para evitar que esses parlamentares sejam submetidos a pressões do governo antes da formalização do apoio.
URGENTE - 🚨 Protocolei um aditamento diretamente ao ministro André Mendonça sobre o caso Lulinha. Surgiram fatos novos e pedi que sejam incorporados à investigação. Quero a preservação das mensagens recuperadas pela PF, o rastreamento de pagamentos e possíveis contas no exterior, além da identificação de contatos com órgãos públicos e eventual participação de autoridades. Minha cobrança é simples: que nenhuma prova desapareça e que a investigação vá até o fim.
CPMI DO LULINHA JÁ
O pedido da CPMI do Lulinha nasceu do que estamos vendo acontecer: A PGR quer empurrar o inquérito para a primeira instância, onde tudo anda mais devagar. Tentaram trocar as equipes que investigavam ao lado do ministro André Mendonça. E as quebras de sigilo mostram o envolvimento do filho do presidente, da lobista Roberta Luchsinger e do ex-chefe de gabinete de Lula. Estão tentando blindar as investigações de novo. Só que agora é com o dinheiro do SUS no meio. Dinheiro de remédio, de fila, de gente esperando atendimento. Todos têm explicações a dar. Ninguém está acima da lei. CPMI DO LULINHA JÁ. Quem não tem medo da verdade, assina.
O pedido da CPMI do Lulinha nasceu do que estamos vendo acontecer: A PGR quer empurrar o inquérito para a primeira instância, onde tudo anda mais devagar. Tentaram trocar as equipes que investigavam ao lado do ministro André Mendonça. E as quebras de sigilo mostram o envolvimento do filho do presidente, da lobista Roberta Luchsinger e do ex-chefe de gabinete de Lula. Estão tentando blindar as investigações de novo. Só que agora é com o dinheiro do SUS no meio. Dinheiro de remédio, de fila, de gente esperando atendimento. Todos têm explicações a dar. Ninguém está acima da lei. CPMI DO LULINHA JÁ. Quem não tem medo da verdade, assina.
CPMI DO LULINHA JÁ
CPMI DO LULINHA JÁ A pedido de @depheliolopes , @cabogilberto @mfriasoficial e diversos outros parlamentares que manifestaram interesse em participar, mudamos o pedido de CPI para CPMI, permitindo que deputados e senadores possam assinar e integrar essa apuração. Agora a mobilização será nas duas Casas. Quanto mais gente disposta a investigar, melhor para o Brasil. Vamos unir forças. A verdade não pode ter medo de uma CPMI.
ATENÇÃO- Estou entrando nesse momento com o pedido de criação da CPI DO LULINHA no Senado Federal. Agora precisamos das 27 assinaturas necessárias. E eu preciso da ajuda de vocês: cobrem os senadores dos seus estados para que assinem imediatamente essa CPI. Quero saber quem abriu portas dentro do Governo, quais interesses foram intermediados e qual foi, de fato, o papel de Lulinha nos episódios investigados. Na CPMI do INSS, eu enfrentei gente poderosa. Não vai ser diferente agora. O Brasil exige investigação. Filho do presidente da República não está acima da lei. Cobrem seus senadores. Quem não tem medo da verdade, assina.
Acabo de acionar oficialmente a Polícia Federal. Se a própria investigação aponta para a necessidade de ouvir Lulinha, então a pergunta é simples: O que falta? Quero saber em que estágio está a análise das provas e quais medidas estão sendo tomadas para garantir que nenhuma mensagem, nenhum documento e nenhuma prova desapareça pelo caminho. Na CPMI do INSS, fomos nós que avançamos sobre o sigilo de Lulinha. Não vamos recuar agora. Pode ser empresário. Pode ser político. Pode ser filho do presidente da República. Ninguém está acima da lei. Quero investigação. Até o fim. E podem ter certeza: o Brasil vai conhecer a verdade.
Alexandre de Moraes autoriza investigação contra jornalista que publicou reportagens sobre uso de viaturas oficiais por Flávio Dino. A própria Polícia Federal, no relatório, afirma: não há indício de crime. O jornalista está acobertado pela liberdade de imprensa. Dias depois, Moraes e Dino sobem à tribuna do STF e defendem rediscutir a exigência do diploma de jornalista. Alegam preocupação com o PCC e o Comando Vermelho... Será mesmo? Ou a preocupação é com quem ousa investigar ministro do Supremo? Liberdade de imprensa com dois pesos e duas medidas tem um nome, e esse nome não é liberdade.
Lulinha tem de dar explicações
Pedir oficialmente ao ministro André Mendonça providências urgentes para que Lulinha seja ouvido e as provas sejam preservadas. E não é de hoje que eu cobro respostas. Lá atrás, fui eu quem aprovou a quebra do sigilo de Lulinha na CPMI do INSS. Não importa o sobrenome. Não importa de quem é filho. A lei tem que valer para todos. Eu confio no ministro André Mendonça e acredito que a Justiça vai fazer o seu papel. O Brasil vai conhecer a verdade. Nós não perdemos a esperança. E eu não vou parar.
Acabo de pedir OFICIALMENTE ao ministro André Mendonça providências urgentes diante das novas revelações envolvendo Lulinha. Pedi preservação imediata das provas e que seja avaliada sua oitiva pelas autoridades responsáveis. Ninguém pode estar acima da investigação. Nem mesmo o filho do presidente da República. O Brasil merece saber a verdade.
Todo dia uma notícia nova…
Segundo a Polícia Federal, mensagens de Lulinha com a lobista do Careca do INSS falam em negócios. “Nosso futuro é Suíça.” A mesma Roberta Luchsinger que, segundo as investigações, recebeu R$ 1,5 milhão do Careca. O filho do presidente, a lobista, o Careca, negócios…
Povo mineiro, sou candidato a reeleição ao Senado por Minas Gerais.
Lula gravou vídeo de campanha em apoio a Weverton Rocha. O mesmo Weverton que é alvo da Polícia Federal nas investigações da fraude do INSS. O filho do presidente está sob investigação. O ex-líder do governo no Senado está sob investigação. E agora o próprio Lula grava propaganda para o senador, vice-líder do governo, investigado no mesmo esquema. O sistema se protege. Sempre.
Após nove meses foragido, o presidente da Conafer, Carlos Roberto Ferreira Lopes, se entregou à Polícia Federal. Ele foi preso em flagrante durante depoimento na CPMI do INSS, por ordem minha, por falso testemunho. Mentiu deliberadamente sobre o esquema. Segundo a perícia da PF, a Conafer desviou cerca de R$ 640 milhões dos aposentados. Seiscentos e quarenta milhões. Nove meses depois, a Justiça começa a alcançá-lo. Quem rouba aposentado não tem direito a fugir para sempre. A conta chega.
Alexandre de Moraes determinou busca e apreensão contra a fonte de um jornalista no Maranhão. O mesmo jornalista que, em março, já tinha sido alvo de busca e apreensão por reportar o uso de carros oficiais pela família de Flávio Dino. Primeiro o jornalista, agora a fonte. Cadê a liberdade de imprensa? Sou jornalista e me oponho a isso com todas as forças. Um jornalista pode fazer reportagem que incomode o STF? Ou só pode investigar quem não é uma autoridade do judiciário? Que democracia é essa que trata pluralidade de pensamento e liberdade de imprensa como ameaça? Isso não é proteção da Justiça, me parece um recado. Um recado claro: não incomode os intocáveis.
Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, acabou de me processar. A mesma que, segundo as investigações, recebeu R$ 1,5 milhão do Careca do INSS e fez pagamentos ao ex-chefe de Gabinete de Lula. Agora ela me processa. Acham que processo me cala. Acham que blindagem calava a CPMI. Acham que liminar escondia o que o Brasil já viu. Não recuei. E não vou recuar. O dinheiro que sumiu dos aposentados não tem direito a silêncio. Quem se meteu nisso não tem direito a blindagem. Vou continuar mostrando cada desdobramento.
A PF agora apura se autoridades receberam vantagens para beneficiar Lulinha. Três inquéritos. Relatórios pesados no STF. E um dossiê apontando que ele estaria sendo sustentado na Espanha por empreiteira com contratos bilionários no governo. Enquanto isso, tentam manobras para tirar os casos das mãos de André Mendonça. Não é coincidência. É padrão. Quando a investigação chega perto do poder, o sistema se mexe para proteger. O filho do presidente não é intocável. O esquema que sangrou o aposentado continua entregando nomes. Tem que ir até o fim. Sem blindagem. Doa a quem doer.
Há três dias protocolamos representação à PGR e à Polícia Federal. Pedimos a apuração completa dos R$ 249 mil que Roberta Luchsinger, investigada no esquema do INSS, transferiu ao então chefe de Gabinete Pessoal de Lula. Valores, datas, origem do dinheiro, contrato e contrapartida. Hoje a PF anuncia que vai convocar Marcola para depor. O Estado começa a fazer o que tinha que ser feito. Sem blindagem, doa a quem doer.
A PF vai convocar o ex-chefe de gabinete de Lula para depor. O Marcola recebeu R$ 249 mil de Roberta Luchsinger, a lobista amiga de Lulinha e ligada ao Careca do INSS. Ele diz que foi empréstimo pessoal já quitado. Mas não há contrato formal registrado. Dinheiro vindo de quem está no centro da investigação das fraudes contra aposentados, para o homem que ocupava uma das posições de maior confiança no Planalto, é no mínimo estranho. A justiça tem que investigar. Sem blindagem. Sem desculpa.
A PF indiciou Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS. Mais cinco nomes junto. Organização criminosa e inserção de dados falsos. O esquema que roubou aposentados não para de entregar responsáveis. Enquanto tentavam blindar e atrasar, as investigações seguem. O dinheiro do aposentado não some sem deixar rastro. E o rastro está sendo seguido.
As investigações devem seguir. Seja quem for, quando for. Sem privilégio, sem blindagem. O ministro André Mendonça está nas orações do povo brasileiro. Ele não recuou quando a pressão veio. Não se calou quando a Polícia Federal se incomodou publicamente com o controle sobre as apurações. Não baixou a cabeça diante do sistema. Quem investiga de verdade incomoda e o sistema sempre reage. Que Deus lhe dê vigor e que ele continue firme.
A verdade sempre aparece!
A estratégia do PT agora é clara: se afastar do Lulinha e do Marcola. Um está em pelo menos 4 inquéritos (tráfico de influência, corrupção, Dataprev e desdobramentos do INSS). O outro recebeu R$ 249 mil da lobista do Careca do INSS. Enquanto isso, o vice-líder do governo no Senado é apontado como líder do núcleo político e possível beneficiário do esquema. Lula vai tentar te convencer que “o governo não tem nada a ver”, mesmo que o governo tenha blindado muitos suspeitos na CPMI do INSS. Brasil, não caia nesse papinho mais uma vez.
O Brasil não é para amadores
Acabo de protocolar representação à PGR e à Polícia Federal. Peço a apuração dos pagamentos feitos por Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha e investigada no esquema do INSS, ao então chefe de Gabinete Pessoal de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro. Quero os valores, as datas, a origem do dinheiro e se houve qualquer contrapartida. A versão de “empréstimo pessoal” precisa ser comprovada com contrato, comprovantes e declarações fiscais. Quando uma pessoa investigada em fraude contra aposentados transfere dinheiro para alguém do núcleo mais próximo do presidente, o Estado tem obrigação de rastrear. Não haverá blindagem. Doa a quem doer.
Reflexo do governo Lula. Dois líderes no Senado e ambos investigados nos maiores escândalos de corrupção da história recente do Brasil. Impressionante como os escândalos de corrupção acompanharam os governos Lula 1, 2 e 3. Coincidência, azar ou marca registrada?
Vamos aos fatos: O irmão de Lula é vice-presidente de um sindicato que descontou centenas de milhões de aposentados sob investigação. O filho está em três inquéritos da PF por tráfico de influência e corrupção, com ligações apontadas ao Careca do INSS. O vice-líder do governo no Senado, Weverton Rocha, foi alvo da Polícia Federal na fraude dos aposentados. Jaques Wagner, líder do governo, está no radar da PF por causa do Banco Master. Quatro nomes próximos ao presidente. Pessoal e politicamente. Coincidência?
Roberta Luchsinger, amiga do Lulinha, fez pagamentos ao chefe de gabinete de Lula. A mesma empresária que recebeu R$ 1,5 milhão do Careca do INSS. A mesma que abriu portas no governo. A mesma que a CPMI apontou como peça importante no esquema. Mas a base do governo Lula blindou ela. O tempo segue provando que a CPMI do INSS sempre esteve no caminho certo.
Agora é oficial. Na convenção do PSD em Minas Gerais, minha candidatura à reeleição para o Senado foi confirmada. Seguirei defendendo o aposentado, cobrando quem precisa ser cobrado e falando o que muitos preferem esconder. Minas pode continuar contando comigo.
Lulinha já pode pedir música no Fantástico. Mais um pedido de inquérito por tráfico de influência. O terceiro. Cannabis medicinal. Dataprev. Acesso a gabinetes. O menino que a base tentou blindar na CPMI agora coleciona investigações. O desespero tinha explicação.
Parabéns, ministro @MinAMendonca , pela coragem e pela coerência. Está apurando se o diretor-geral da PF obstruiu a Justiça no caso do INSS. Pediu acesso integral aos documentos e comunicação prévia de qualquer troca de equipe. A cúpula da PF resistiu e acionou a AGU. Agora o próprio chefe da Polícia Federal está sob apuração, sob legitimas suspeitas. Quem investiga de verdade incomoda. Especialmente quando a apuração chega perto de nomes sensíveis ao sistema. Continue! Não recue! O povo brasileiro precisa de quem não abaixa a cabeça. Deus te levantou!
Lulinha indiciado, Mendonça sorteado, aposentados felizes e governistas que blindaram nomes na CPMI, tristes. Grande dia 👍
Agora entendi o desespero da base do governo quando quebrei o sigilo de Lulinha. A PF pediu abertura de inquérito por corrupção e tráfico de influência na comercialização de cannabis em programas ligados ao Ministério da Saúde. A solicitação caiu, por sorteio, com o ministro André Mendonça. Viagem a Portugal paga pelo Careca do INSS. Empresária amiga recebendo R$ 1,5 milhão. Testemunha alegando que ele recebia R$ 300 mil por mês do Careca... Eles gritaram quando o sigilo caiu. Será que o desespero tinha motivo?
Segundo a Folha de S.Paulo, a PF acionou a AGU para tentar reverter decisões de André Mendonça que aumentaram a fiscalização sobre a investigação do INSS. A mesma investigação que envolve o Lulinha. Eles chamam de “interferência” o ministro querer acompanhar de perto o que está sendo feito. Mas eu me lembro bem de outra cena. Na CPMI, um delegado da PF resistiu a passar informações. Quando perguntei se tinha recebido ordem superior para ficar em silêncio, ele confirmou que sim. Mandei o chefe embora da sala. Só depois o outro delegado falou. Agora a mesma instituição que tentou limitar a comissão reclama de controle demais do ministro. Quando o assunto chega perto de certos nomes, a autonomia vira seletividade.
Mais uma operação da PF contra fraude no INSS. Alagoas. R$ 900 mil desviados. Documentos falsos. Dados de idosos usados como se fossem papel sem valor. O aposentado acordou cedo a vida inteira. Trabalhou no sol, no frio, no chão. Chegou na velhice esperando o mínimo de dignidade. E ainda assim tem gente que olha pra esse benefício e vê só mais uma conta pra sangrar. Roubar um aposentado não é só crime. É covardia. É roubar o tempo de quem já deu tudo o que tinha. E o pior: enquanto a gente discute, o esquema continua.
Moraes deu 48 horas para a defesa explicar se Bolsonaro autorizou o vídeo de IA. Se autorizou, pode voltar pro regime fechado. Se não autorizou, a campanha responde por deepfake. O homem está preso em casa, calado por ordem judicial. E mesmo assim o sistema precisa controlar até a imagem gerada por computador. Não basta calar a voz. Agora querem calar a versão digital também. Piada! Isso não é punição, é obsessão por controle.
Lula responde às críticas de Milei com “quem é esse cara?”. Milei apontou o dedo para o que muita gente no Brasil já sente: o excesso de um poder sobre os outros. O mundo já enxergou. Os documentos oficiais dos Estados Unidos listam ordens judiciais brasileiras que forçaram empresas americanas a censurar conteúdo, remover perfis e cumprir determinações secretas — inclusive com alcance fora do Brasil. Foi um dos motivos explícitos do tarifaço. Enquanto isso, na Argentina, a pobreza caiu para 28,2% no segundo semestre de 2025. O menor nível desde 2018. De picos acima de 50% no início da gestão, milhões de pessoas saíram da linha da pobreza. Lula prefere ironizar. O mundo, não.
Nos despedimos hoje do amigo Odelmo Leão. Prefeito de Uberlândia por 4 mandatos, 5 vezes deputado Federal, um grande homem público. Há cerca de um mês tive o prazer de tomar um café com ele e com a esposa Ana Paula Leão, o que viria ser uma despedida. Que Deus ampare à família, Ana Paula e todos os amigos!
Mais de R$ 700 milhões desviados do INSS. O dinheiro dos aposentados virou frota de luxo: Porsche, BMW, Mustang, Land Rover, Camaro. Cerca de 40 carros encontrados num galpão. Enquanto o aposentado perdia o desconto na conta todo mês, o esquema abastecia garagem. Não é só roubo. É ostentação com o dinheiro de quem trabalhou a vida inteira.
Fomos tarifados novamente e o governo já volta a falar em “Lei da Reciprocidade”. Parece coragem. Mas é cálculo. Retaliar os Estados Unidos significa encarecer fertilizantes, peças de avião, medicamentos e insumos industriais que o Brasil importa de lá. Quem paga a conta? O produtor, a indústria e o consumidor brasileiro. Tudo já está subindo no Brasil. Gás, comida, remédio, combustível. Agora, quando forem cobrados pelos preços, terão para quem apontar o dedo. A esquerda ama um inimigo externo. Terceirizar a culpa é o método. É mais fácil jogar a responsabilidade nos EUA do que admitir o próprio fracasso.Reciprocidade, no papel, parece força. Na prática, é mais um pretexto para empurrar a conta em quem trabalha.
O Careca do INSS reclamou que o chuveiro da Papuda desliga no modo quente. O homem apontado como um dos operadores de um esquema que tirou milhões de aposentados brasileiros está incomodado com banho frio. Enquanto isso, o aposentado que recebia o mínimo, via o preço do gás, da comida e do remédio subir todo mês, e ainda tinha desconto indevido na conta… o que sobrava pra ele no final do mês? Banho quente? Comida de verdade? Ou só a conta do roubo? Que país é esse em que o acusado de saquear a Previdência reclama do chuveiro e o aposentado roubado ainda precisa escolher entre comer e se medicar?
O PT vai se debruçar para defender Jaques Wagner. O mesmo que a Polícia Federal aponta como próximo de Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Segundo a PF, teria recebido vantagens como uso de jatinho e ingressos de show internacional pagos para a família. E não é de agora que o nome dele aparece em casos desse tipo. Nas planilhas de propina da Odebrecht, era identificado pelos codinomes “Polo” e “Passivo”. Mesmo com esse histórico de suspeitas em esquemas bilionários, o partido transforma a defesa dele em prioridade absoluta. O partido da ética, no fundo, sempre teve uma ética bem seletiva.
PT lança campanha “O Brasil Não Se Entrega” no dia em que o tarifaço americano entra em vigor. Transformaram uma decisão comercial dos EUA em arma eleitoral. Querem jogar a conta na família Bolsonaro. Enquanto isso, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse publicamente que o governo Lula não negociou de boa-fé e priorizou o próprio ego. Mais de 30 reuniões existiram. O resultado foi tarifa de 25%. E agora o slogan. Triste ver a soberania virar peça de propaganda no dia em que o exportador brasileiro começa a pagar a conta. Governar é negociar de verdade. Não lançar hashtag quando o estrago já está feito.
A PF acabou de apreender carros de luxo atribuídos ao Careca do INSS. BMW M5. Audi R8. Opala Diplomata de coleção. Ele já estava indiciado. Já estava preso. Agora a Justiça autorizou a descapitalização de mais um pedaço do patrimônio. O relatório da CPMI já apontava o nome. A Polícia Federal continua confirmando, um passo de cada vez. Enquanto alguns preferem subir em palanque e falar de “decência”, o dinheiro dos aposentados ainda está sendo recuperado na marra. Parabéns à Polícia Federal.
Lula demitiu Carlos Lupi há um ano por causa do escândalo bilionário no INSS. Mais de 5 milhões de aposentados lesados. Mais de R$ 6 bilhões desviados. Vários aliados e auxiliares que o próprio Lupi levou para o governo foram presos pela PF sob suspeita de corrupção. Agora o presidente sobe no mesmo palanque, ignora tudo isso e celebra o apoio do PDT à reeleição. Ainda fala em “decência” e “respeito ao povo”. É o tipo de memória seletiva que só a política brasileira consegue produzir.
MAIS UM CAPÍTULO DA FRAUDE AOS APOSENTADOS Empresas de fachada num sobrado no Distrito Federal, lavaram R$ 304 milhões da Farra do INSS. Salas de 20 metros quadrados. algumas vazias. O dinheiro vinha direto da Conafer. A mesma confederação que faturou 708 milhões com descontos indevidos nos benefícios dos aposentados. No mesmo endereço aparecem os nomes de Samuel Chrisostomo e da irmã dele, Lucineide. Ele ligado à Conafer. Ela à AAB, outra associação investigada. Irmãos. Chefe e subordinada. Ela recebia R$ 20 mil por mês pra “trabalhar” na Solution. Enquanto o aposentado luta pra fechar o mês, essa gente usava sala vazia e CNPJ de mentira pra limpar o que tirou do INSS. A PF indiciou. A CPMI mostrou. Agora falta a Justiça fechar o cerco de verdade.
A Polícia Federal acionou a Interpol para rastrear os bens de Daniel Vorcaro nos EUA e na Europa. O colapso do grupo dele deixou rombo de R$ 52 bilhões no Fundo Garantidor de Crédito. Na CPMI, revelamos que ele declarava à Receita R$ 2,4 bilhões. Investigadores já avisam: pode ser muito mais. Enquanto isso, mansão de R$ 180 milhões na Flórida. Festa da filha em ilha nas Bahamas, R$ 5 milhões. Festa na Sicília com Coldplay e Michael Bublé, R$ 363 milhões. Dinheiro de correntista não financia mansão na Flórida nem show particular na Sicília sem deixar rastro. E rastro, o Brasil vai seguir até onde ele levar pra fazer justiça.
É com profundo pesar que recebemos, hoje, a notícia do falecimento de Matheus Azevedo, irmão dos nossos amigos Cleitinho, Gleidson e Eduardo Azevedo, após uma longa e corajosa batalha contra a leucemia. Matheus enfrentou a doença com força, fé e dignidade, deixando um exemplo de coragem que há de permanecer vivo na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Sua luta nos ensina, e sua partida nos entristece profundamente. À família Azevedo, expressamos nossa mais sincera solidariedade e nos unimos em oração, pedindo que Deus conforte cada coração enlutado e conceda a paz que só Ele é capaz de oferecer. “Combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé.” (2 Timóteo 4:7) Que Deus esteja com toda a família neste momento de dor.
A defesa de Lulinha quer o fim do inquérito da PF que investiga a fraude no INSS. O mesmo cidadão que fez viagens para Portugal com o "Careca do INSS", com passagens pagas pelo próprio lobista. O mesmo que é citado, por uma testemunha, como recebedor de uma mesada de R$ 300 mil do Careca. O mesmo que tem uma amiga que recebeu R$ 1,5 milhão de uma empresa de fachada do Careca, sem contrato que explicasse o repasse. Esse mesmo sujeito quer o fim da investigação sobre um escândalo que ele jura não fazer parte. Não quer explicar. Quer encerrar. E quer encerrar antes de a PF terminar de cruzar os dados. Quem não deve, não teme a conclusão. Teme quem sabe o que a investigação pode mostrar.
MAIS UM CAPÍTULO DA FRAUDE AOS APOSENTADOS. Segundo a Polícia Federal, em agosto de 2024 um operador do esquema do INSS avisou que havia pago duas vezes, por engano, uma propina destinada a um codinome usado nas planilhas internas. A Polícia Federal cruzou essa conversa com os extratos bancários. Encontrou exatamente o que a mensagem descrevia: duas transferências idênticas, de R$ 300.000,10 cada, feitas no mesmo dia, por empresas diferentes, para o mesmo destino. Foi esse erro de digitação que provou que a planilha paralela não era papel de fantasia. Era contabilidade real de propina, batendo centavo a centavo com o sistema bancário. Eu acompanhei esse tipo de material de perto quando presidi a CPMI do INSS. Vimos planilha, vimos codinome, vimos indício. Disseram que faltava prova no relatório final. Pois aqui está mais uma prova. Corrupção deixa rastro. E rastro, mais cedo ou mais tarde, alguém encontra. Que Deus abençoe o Brasil.
MAIS UM CAPÍTULO DA FRAUDE AOS APOSENTADOS. Segundo a Polícia Federal, em agosto de 2024 um operador do esquema do INSS avisou que havia pagado duas vezes, por engano, uma propina destinada a um codinome usado nas planilhas internas. A Polícia Federal cruzou essa conversa com os extratos bancários. Encontrou exatamente o que a mensagem descrevia: duas transferências idênticas, de R$ 300.000,10 cada, feitas no mesmo dia, por empresas diferentes, para o mesmo destino. Foi esse erro de digitação que provou que a planilha paralela não era papel de fantasia. Era contabilidade real de propina, batendo centavo a centavo com o sistema bancário. Eu acompanhei esse tipo de material de perto quando presidi a CPMI do INSS. Vimos planilha, vimos codinome, vimos indício. Disseram que faltava prova no relatório final. Pois aqui está mais uma prova. Corrupção deixa rastro. E rastro, mais cedo ou mais tarde, alguém encontra. Que Deus abençoe o Brasil.
Recebi com profunda tristeza a notícia do acidente na BR-412, na Paraíba, que tirou a vida do pastor Gean Santos, da missionária Alba Simões e da jovem Ruth Gomes, membros da Igreja Verbo da Vida. Eles seguiam em caravana para um evento religioso em Campina Grande quando a tragédia aconteceu. Vidas dedicadas ao Evangelho, ao cuidado com o próximo e à formação de uma geração de fé. Como presidente da Frente Parlamentar Evangélica do Senado, me solidarizo com a Igreja Verbo da Vida, com as famílias enlutadas e com todos que acompanham essa dor. Que Deus console cada coração ferido por essa perda e dê força aos que seguem cuidando dos feridos. "Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos seus santos." Salmo 116:15. Minhas orações estão com vocês.
URGENTE Nelson Willians é alvo de megaoperação do Ministério Público de São Paulo. A investigação apura fraude com créditos de ICMS que teria sonegado R$ 3,8 bilhões. O nome não é novo para quem acompanhou a CPMI do INSS. Ele esteve lá, prestou depoimento, respondeu aos senadores. Agora aparece como alvo de uma megaoperação do MP. R$ 3,8 bilhões. É dinheiro que deveria ter virado hospital, escola e segurança para quem paga imposto em cada compra no mercado. Enquanto o brasileiro comum é autuado por centavos, esquema bilionário circula com escritório, estrutura e nome de peso. A conta sobra sempre para quem não tem como se defender. Que a investigação corra até o fim, sem blindagem para ninguém. O tamanho do sobrenome não pode definir o tamanho da lei.
Minas Gerais exporta café, aço, calçado e carne. A sobretaxa que se discute em Washington não atinge um discurso em Brasília. Atinge o produtor de Patrocínio, o operário de Ipatinga, a fábrica de Nova Serrana. O Escritório de Comércio dos Estados Unidos recomendou à Casa Branca a aplicação de tarifas sobre produtos brasileiros. Segundo levantamento da indústria, cerca de 4 mil itens podem ser atingidos, o equivalente a quase 15 bilhões de dólares em exportações. A decisão final ainda não foi assinada. Foi um ano inteiro de negociação. O prazo venceu e o Brasil chegou nele sem acordo e sem plano de contingência para quem vive de vender lá fora. Quem exporta não come narrativa. Não paga folha com discurso de soberania. Não sustenta emprego com palanque. Minas produz. Minas trabalha. Minas quer saber quem vai defender o que ela planta e o que ela fabrica.
A Polícia Federal indiciou hoje o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador-geral da autarquia e o ex-diretor de benefícios, entre outros, no primeiro relatório final da Operação Sem Desconto. São 48 indiciados por corrupção e desvios que somam cerca de R$ 6 bilhões contra aposentados e pensionistas. Segundo a PF, Stefanutto se omitiu na fiscalização das entidades associativas em troca de propina. O comando do órgão que deveria proteger o aposentado é apontado como parte do esquema que sangrava o benefício do idoso mês a mês. Foi exatamente isso que a CPMI documentou. Mais de 4 mil páginas entregues à PGR, 216 pedidos de indiciamento, a voz que insistiu quando muitos queriam abafar. O relatório foi rejeitado por decisão política, não por falta de prova. E hoje a Polícia Federal começa a confirmar, no papel, o que a comissão já havia apontado. Que este seja o primeiro de muitos relatórios. Quem lucrou com o desconto na aposentadoria de quem trabalhou a vida inteira vai responder, um a um, até o fim. Cada página desse inquérito é um recibo da dor que roubaram do povo mais simples deste país.
Moraes suspendeu hoje, por 90 dias, as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar. O motivo foi a divulgação de uma carta do ex-presidente nas redes do filho. Olhe a sequência, sempre do mesmo ministro contra o mesmo homem. Prisão domiciliar, proibição de falar, busca que não achou nada. Impedir um homem de 70 anos, doente e preso em casa, de receber a visita do próprio filho não protege a democracia. Envergonha a toga. Você não precisa gostar do Bolsonaro para se incomodar. Basta ser pai, basta ser filho, bastar ter o mínimo de humanidade presente.
O ministro André Mendonça determinou hoje a apreensão do passaporte do publicitário Thiago Miranda, apontado como colaborador direto de Daniel Vorcaro no esquema do Banco Master. A Polícia Federal alertou para o risco de fuga. Miranda tinha viagem marcada para Miami na segunda-feira, vinha trocando de celular seguidamente e encerrou as atividades da própria agência às vésperas da operação. Não é o comportamento de quem tem consciência tranquila. Ele é investigado por coordenar uma rede de influenciadores paga com dinheiro do esquema, com uma missão clara: atacar a credibilidade do Banco Central, intimidar jornalistas e desacreditar instituições que atrapalhavam os interesses do banqueiro. Foi exatamente esse tipo de manobra que a nossa CPMI do Banco Master se propôs a expor. Enquanto tentavam calar a imprensa e manipular a opinião pública, a Polícia Federal seguia o rastro do dinheiro. E o dinheiro sempre deixa rastro. Fica cada dia mais evidente por que tanta gente poderosa temia essa investigação avançar. A Justiça está fazendo a parte dela. Nós vamos fazer a nossa.
A cada nova fase da Operação Compliance Zero, o país descobre até onde ia a máquina montada por Daniel Vorcaro e o Banco Master. A Polícia Federal revelou agora um esquema que usava dinheiro desviado do banco liquidado para pagar até R$ 2 milhões a influenciadores, atacar a credibilidade do Banco Central e intimidar jornalistas que faziam seu trabalho. Repórteres monitorados. Autoridades espionadas. Dados sigilosos violados por um braço que, segundo a investigação, contava até com a cooptação de policiais. Não é mais só fraude bilionária. É a tentativa de comprar o debate público e silenciar quem denuncia. Quando o crime de colarinho branco se dá ao luxo de perseguir a imprensa livre, ele mira todos nós. A CPMI do Banco Master, que protocolei, nasceu exatamente para isso: expor o rastro, seguir o dinheiro e proteger quem foi lesado. A PF está no caminho certo, e o ministro André Mendonça autorizou cada passo com a firmeza que o caso exige. Não haverá blindagem para quem roubou. Não haverá silêncio comprado. A verdade não se intimida.
Vou levantar as notícias recentes sobre o Vorcaro. A cada nova fase da Operação Compliance Zero, o país descobre até onde ia a máquina montada por Daniel Vorcaro e o Banco Master. A Polícia Federal revelou agora um esquema que usava dinheiro desviado do banco liquidado para pagar até R$ 2 milhões a influenciadores, atacar a credibilidade do Banco Central e intimidar jornalistas que faziam seu trabalho. Repórteres monitorados. Autoridades espionadas. Dados sigilosos violados por um braço que, segundo a investigação, contava até com a cooptação de policiais. Não é mais só fraude bilionária. É a tentativa de comprar o debate público e silenciar quem denuncia. Quando o crime de colarinho branco se dá ao luxo de perseguir a imprensa livre, ele mira todos nós. A CPMI do Banco Master, que protocolei, nasceu exatamente para isso: expor o rastro, seguir o dinheiro e proteger quem foi lesado. A PF está no caminho certo, e o ministro André Mendonça autorizou cada passo com a firmeza que o caso exige. Não haverá blindagem para quem roubou. Não haverá silêncio comprado. A verdade não se intimida.
O governo trocou de líder no Senado de novo. O anterior era Jaques Wagner. Virou alvo da Polícia Federal, apontado como interlocutor relevante do Banco Master. Apartamento de R$ 2,45 milhões. Jatinho. Dinheiro vivo apreendido em hotel. Wagner nega irregularidades. Saiu Wagner. Entrou Teresa Leitão, escolhida a dedo pelo Planalto. Agora o PT reorganiza a bancada outra vez e entrega a liderança do partido a Camilo Santana, que passou três anos licenciado do mandato e voltou à cadeira do Senado a tempo de coordenar a articulação em ano de eleição. O recado que vem junto é que ele chegou para distensionar a relação do governo com o Senado. Distensionar o quê? A investigação? O rastro financeiro não muda de nome quando muda o líder. Quando um governo troca de porta-voz mais rápido do que responde a uma pergunta, não está buscando diálogo. Está buscando saída. O Senado não precisa de um clima ameno. Precisa de respostas.
URGENTE O Senado aprovou ontem a medida provisória que leva parte da arrecadação das bets para o fundo da Polícia Federal. Aparentemente, uma boa notícia. Ninguém neste país tem mais razão para querer a Polícia Federal forte do que quem passou sete meses vendo o que ela descobriu sobre o roubo dos aposentados. O problema é o que o governo escreveu nas linhas de baixo. O dinheiro não sai do lucro das casas de aposta, que seguem com 87% de tudo. Sai da seguridade social, da saúde, da assistência e da Previdência. E o adicional que estava reservado para tratar o brasileiro viciado em jogo agora vai para outro lugar. Foram apresentadas 110 emendas ao texto. O relator rejeitou todas. Enquanto isso, a mesma Polícia Federal informou ao Supremo que mantém cerca de dez servidores na apuração das fraudes contra aposentados. Precisaria de pelo menos quarenta. Metade do material apreendido nunca foi analisado. O governo manda recurso para o fundo e não manda gente para a investigação. Que fique registrado quem escolheu onde o dinheiro entra e onde a apuração para.
Mais um rombo no INSS. A Polícia Federal deflagrou hoje a segunda fase da Operação Monã e mira um esquema que, segundo apuração, causou prejuízo superior a R$ 100 milhões aos cofres públicos. O grupo é investigado por usar declarações falsas de pertencimento a comunidades indígenas para arrancar aposentadorias rurais e salários-maternidade de segurados especiais. Foram 11 mandados de busca e apreensão, dois servidores públicos afastados e bloqueio de R$ 1,5 milhão. Servidor público envolvido em fraude no INSS não é acidente. É método. É o mesmo padrão que a CPMI expôs: gente de dentro abrindo a porta para gente de fora saquear. Não é dinheiro do governo. É contribuição de quem trabalhou a vida inteira. Meu reconhecimento à Polícia Federal e à CGU. Investigação séria não escolhe conveniência política. Roubo de aposentadoria não é crime contra o Estado. É crime contra gente que já pagou o preço.
URGENTE A Polícia Federal informou ao relator do caso que a investigação sobre o Careca do INSS e o filho do presidente não deve avançar antes das eleições. O motivo alegado: falta de gente. São cerca de dez servidores num inquérito que apura o desvio de bilhões contra aposentados e pensionistas. Segundo apuração, seriam necessários pelo menos quatro vezes mais policiais. No ritmo atual, só a análise do material levaria seis meses. Enquanto isso, o mesmo governo que diz não interferir em nada mandou recolher os delegados cedidos, e trocou a coordenação do caso justamente depois que um delegado pediu a quebra de sigilo bancário do filho do presidente. Não faltam policiais no Brasil. Falta vontade de deixar a Polícia Federal trabalhar. Investigação que engasga sempre no mesmo sobrenome não é investigação lenta. É investigação sufocada. Os aposentados esperaram uma vida inteira pelo benefício. Não vão esperar mais quatro anos pela justiça.
A Polícia Federal encontrou o testa de ferro por trás do apartamento do Ex-Líder do Governo no Senado. Luiz Antônio Lombardi, ex-mecânico de São Paulo, dono de oficina, que de repente aparece à frente de empresas com capital de dezenas de milhões de reais. Segundo a PF, foi ele quem intermediou a compra do imóvel de R$ 2,45 milhões atribuído ao parlamentar. Não é um apartamento qualquer. É o mesmo esquema que passa pelo ex-sócio de Vorcaro, um dos alvos da CPMI do INSS que presidi. A mesma trama que, quando começou a ser puxada, virou perseguição, ataque e tentativa de descredibilizar o nosso trabalho. Agora está tudo à vista. Quem abre empresa de milhões da noite para o dia tem sempre alguém por trás. A PF sabe disso, e está seguindo cada real até o fim da linha. Chamaram a CPMI de circo. Chamaram a investigação de vingança. Hoje é a Polícia Federal batendo na mesma porta que a gente batia. O dinheiro deixa rastro. E o rastro não obedece a cargo, a foro, nem a liderança de governo.
O ministro André Mendonça precisou alertar o governo Lula sobre o óbvio: retirar delegados da Polícia Federal que atuam no Supremo, em plena investigação, pode ser lido como obstrução de Justiça. Não é coincidência. Mendonça é o relator de dois dos maiores casos deste país, o Banco Master e as fraudes bilionárias contra os aposentados do INSS. E é justamente agora, quando o rastro chega perto demais, que o Planalto decide chamar de volta os policiais. Quem não deve não teme investigação. Quem tenta esvaziar a PF no meio do jogo tem muito a esconder. O governo alega reforço no combate ao crime organizado. Mas ninguém acredita que recolher delegados de gabinetes que investigam o próprio governo tenha a ver com segurança pública. A pergunta que fica é simples. Quem se incomoda com a PF trabalhando? Quem ganha se essas investigações travarem? O Brasil está de olho. E não vamos deixar blindar ninguém.
URGENTE A Polícia Federal aponta a CPMI como origem do vazamento das conversas de Daniel Vorcaro. A cronologia derruba a versão. As primeiras mensagens íntimas do banqueiro foram publicadas pela imprensa em 6 de março, uma sexta-feira. Os dados telemáticos só chegaram à comissão em 12 de março. O acesso à sala-cofre só foi liberado aos parlamentares em 13. Não se vaza de uma sala-cofre um conteúdo que já estava estampado nos jornais uma semana antes de a sala existir. E que sala-cofre. Entrada sem celular, sem qualquer eletrônico, com detector de metais, câmeras e um livro registrando data, hora e motivo de cada acesso. Fui eu quem impôs esse rigor, para que tudo fosse rastreável. Então que se pericie tudo. Todos os logs. Todas as imagens. Todo o livro de acesso. Do primeiro ao último ponto de manuseio, dentro e fora do Congresso. Quem montou a sala com câmera e livro de registro não foge de auditoria. Exige. O que não aceito é ver quem investigou o Banco Master vestido de suspeito, enquanto as mensagens já corriam soltas antes de a comissão sequer tocar no material. Senador Carlos Viana
ATENÇÃO, BRASIL O tarifaço bate à porta da nossa economia, e o governo responde com o quê? Com a mesma diplomacia que aproxima o Brasil de Cuba, da Venezuela e do Irã, e nos empurra para a dependência da China. Enquanto o Itamaraty perde a mão na política externa, quem paga a conta é o trabalhador brasileiro, o produtor rural, a indústria que gera emprego. Não é ideologia que põe comida na mesa. É competência. E competência é justamente o que falta a esse governo. O Brasil não pode ser refém do palanque antiamericano da esquerda. Precisamos de um país que converse com o mundo, defenda a produção nacional e não troque o interesse do povo por afinidade ideológica com ditaduras. O Brasil produz, o Brasil trabalha, o Brasil exporta. E não vai aceitar pagar caro pela incompetência de quem prefere agradar Havana a proteger o emprego brasileiro.
Voltou à tona hoje, agora pela reportagem do Estadão, mais um capítulo do que a nossa CPMI vinha alertando desde o primeiro dia. Mensagens de WhatsApp encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro mostram a esposa de um ministro do Supremo enviando pessoalmente ao dono do Banco Master a minuta de um contrato de honorários que podia chegar a 129 milhões de reais. "Bom dia. Segue a minuta do contrato." Foi assim, direto, entre a família de uma das mais altas autoridades do país e o banqueiro que a nossa comissão pediu para investigar. Três milhões e seiscentos mil reais por mês, durante três anos. Enquanto o aposentado deste país conta moeda para comprar remédio. Agora entende por que tentaram frear a CPMI a qualquer custo. Por que insistiram em manter esses autos no escuro. O rastro financeiro não escolhe sobrenome e não para diante de nenhum cargo. Não haverá blindagem para banqueiro. Não haverá blindagem para intermediário. Não haverá blindagem para ninguém que meteu a mão no dinheiro que era do povo. Quem tem 129 milhões para explicar que explique ao Brasil.
Tenho andado pelas ruas de Minas e ouvido o povo de perto. Nesses encontros, o que mais me toca é o reconhecimento do trabalhador pela minha luta contra a corrupção e o crime organizado. Presidi a CPMI do INSS e entreguei à PGR mais de 4 mil páginas de provas contra quem roubou aposentados e pensionistas. Protocolei a CPMI do Banco Master para rastrear e devolver cada centavo desviado. Sou autor do PL que torna inafiançável o crime sexual contra crianças, já aprovado no Senado. Enfrentei o PCC e o Comando Vermelho de frente, defendendo que facção seja tratada como o que de fato é: terrorismo. Não recuei diante de nomes poderosos e não troquei o povo por conveniência política. Fico imensamente agradecido ao povo de Minas por esse carinho e por acreditar nessa missão. É esse afeto que me move. Cada dia de mandato é um compromisso com quem mais precisa: o aposentado, a criança, a família trabalhadora. É para isso que fui eleito. E é isso que vou continuar fazendo.
COMUNICADO Daniel Vorcaro, do Banco Master, agora estuda anular as provas extraídas do próprio celular. As mensagens que comprometem o banqueiro. As conversas apontadas pelos próprios investigadores como a principal prova do caso Master. Tudo o que ele quer agora é fazer desaparecer. E não é só isso. Tentou delação. Fracassou. Tentou reaproximação com a PF e a PGR. Fracassou de novo. Sabe por quê? Porque o rastro financeiro condena. Quem não deve, não teme investigação. Quem não deve, não corre para anular prova. Não haverá manobra. Não haverá brecha técnica que apague bilhões desviados às custas do país. A verdade demora, mas chega. Vamos até o fim.
As pesquisas já mostram o que o povo sente na pele. O desgaste do governo cresce a cada nova revelação de corrupção. E não é por acaso. Cada operação, cada nome que aparece, cada esquema que vem à tona empurra o Planalto mais para baixo. O brasileiro percebe quando o poder está podre por dentro. A pesquisa PTG/Nexus mostrou Lula caindo 5 pontos no Nordeste logo após a operação da Polícia Federal contra Jaques Wagner. Justamente no Nordeste, a região que sempre foi o maior reduto do governo. Quando a base começa a rachar ali, o recado é claro. E não é difícil entender o motivo. O líder do governo no Senado virou alvo da Polícia Federal. As investigações apontam ligações com o Banco Master e proximidade com o ex-sócio de Daniel Vorcaro, um dos nomes no centro de um dos maiores escândalos financeiros recentes do país. Os detalhes envergonham qualquer brasileiro honesto. Apartamento de luxo, voos em jatinho, milhões sob investigação. Gente poderosa, cercada de privilégio, enquanto o trabalhador acorda cedo, paga seus impostos e segura o peso de um país cada vez mais caro. É essa distância entre os de cima e o povo que as pesquisas começam a refletir. O recado já aparece nos números: o brasileiro não está de olhos fechados, e a conta desse desgaste será cobrada onde realmente importa.
Jaques Wagner, ex-líder do governo Lula no Senado, admite relação com o ex-sócio do Banco Master e ainda parte pra cima da Polícia Federal, chamando de "patacoada" a foto do dinheiro apreendido em seu apartamento. Não explica a moeda estrangeira. Não explica o imóvel de R$ 2,5 milhões. Reclama é da investigação. É sempre assim: quando o rastro financeiro aperta, a culpa vira da PF. O mesmo governo que sangrou o INSS dos aposentados, das viúvas e dos órfãos agora se enrola com o Master. Enquanto o idoso luta pra comprar o remédio do mês, a turma do poder coleciona apartamento e dólar. Quem não deve, não teme investigação. Vamos até o fim, doa a quem doer.
Há gestos que restauram a confiança do brasileiro na Justiça. A decisão do ministro André Mendonça foi um deles. O dono do Banco Master queria o conforto de casa, queria seguir num quarto especial dentro da Polícia Federal, queria negociar a própria pena nos próprios termos. Não conseguiu nada disso. Vai dormir numa cela como qualquer brasileiro que rouba e é pego. Esse é o recado que faltava: diante da lei, o poderoso não vale mais que o trabalhador. O bilhão escondido não compra cela melhor. O advogado caro não apaga o crime. Mendonça teve a coragem que muitos evitam ter. Encarou o peso do caso e decidiu pelo certo, sem temer o tamanho do investigado. E que ninguém se engane sobre o que está em jogo. Por trás desse banco está parte do dinheiro que sangrou dos mais frágeis deste país no escândalo do INSS. Cada andar dessa investigação nos aproxima de quem lucrou às custas de quem mais precisava.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, está a caminho da Papudinha por ordem do ministro André Mendonça. A delação foi rejeitada duas vezes. A prisão domiciliar foi negada. Acabou a sala especial na Polícia Federal. É assim que tem que ser. Banqueiro que frauda o sistema, lesa investidores e mete a mão na previdência de estados e municípios vai para a cadeia como qualquer um. O Banco Master é o mesmo nome que assombra o escândalo do INSS. O mesmo dinheiro que sumiu da conta dos aposentados, das viúvas e dos órfãos. O rastro financeiro condena, e ele está apenas começando a aparecer. Não haverá blindagem. Não haverá acordão. Não haverá privilégio. Quem não deve, não teme investigação. A verdade demora, mas chega.
Ainda no mês de maio, cobrei o então líder do governo.