Nova Superliga de vôlei avança com modelo de consórcio e SPE
Clubes e CBV estruturam nova Superliga com foco em atrair investimentos externos e profissionalizar a gestão comercial da competição.
Pontos principais
- A nova Superliga será gerida por uma Sociedade de Propósito Específico (SPE).
- A CBV deve transferir os direitos comerciais da competição para a nova entidade.
- O modelo busca atrair investidores externos para aportar recursos no vôlei.
- A constituição do CNPJ da nova organização está prevista para 2026.
- A receita será distribuída com base em critérios de performance, audiência e infraestrutura.
O projeto para a criação de uma nova Superliga de vôlei no Brasil avança com a definição de um modelo de governança baseado em um consórcio de clubes e na criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE). A iniciativa prevê que a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) transfira os direitos comerciais da competição para esta nova empresa, visando atrair investidores externos para o esporte.
A expectativa dos dirigentes é que o CNPJ da nova organização seja constituído ainda em 2026. O plano de negócios estabelece que a distribuição de receitas entre as equipes combine uma parcela igualitária com critérios de performance, audiência e infraestrutura, buscando maior profissionalização e sustentabilidade financeira para os clubes participantes.
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