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Nova Superliga de vôlei avança com modelo de consórcio e SPE

Clubes e CBV estruturam nova Superliga com foco em atrair investimentos externos e profissionalizar a gestão comercial da competição.

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Foto: Máquina do Esporte
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02/10 às 21:01

Pontos principais

  • A nova Superliga será gerida por uma Sociedade de Propósito Específico (SPE).
  • A CBV deve transferir os direitos comerciais da competição para a nova entidade.
  • O modelo busca atrair investidores externos para aportar recursos no vôlei.
  • A constituição do CNPJ da nova organização está prevista para 2026.
  • A receita será distribuída com base em critérios de performance, audiência e infraestrutura.

O projeto para a criação de uma nova Superliga de vôlei no Brasil avança com a definição de um modelo de governança baseado em um consórcio de clubes e na criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE). A iniciativa prevê que a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) transfira os direitos comerciais da competição para esta nova empresa, visando atrair investidores externos para o esporte.

A expectativa dos dirigentes é que o CNPJ da nova organização seja constituído ainda em 2026. O plano de negócios estabelece que a distribuição de receitas entre as equipes combine uma parcela igualitária com critérios de performance, audiência e infraestrutura, buscando maior profissionalização e sustentabilidade financeira para os clubes participantes.

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