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Professora da Filadélfia admite ter mentido sobre sua identidade racial

Hannah Gann admitiu ter fabricado origens palestina e negra, resultando no rompimento de laços com grupos de ativismo na Filadélfia.

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Foto: The Guardian World
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23/09 às 14:31

Pontos principais

  • Hannah Gann, professora na Filadélfia, confessou ter mentido sobre sua etnia e raça.
  • A educadora alegava ser palestina, tunisiana e negra em diferentes contextos.
  • Grupos de ativismo locais romperam relações com a professora após a revelação.

A professora Hannah Gann, que atua na rede de ensino da Filadélfia, admitiu publicamente ter fabricado sua identidade étnica e racial. Em declarações recentes, a educadora confessou que mentiu ao se identificar como palestina, tunisiana e negra em diversas ocasiões, reconhecendo que ocultou a verdade sobre sua origem real.

Após a repercussão do caso, o Racial Justice Organizing Committee (RJOC) e o Philly Educators for Palestine (PEFP) anunciaram o rompimento imediato de todos os laços com a professora. Os grupos de ativismo, que mantinham colaborações com Gann, condenaram a postura da educadora, que agora enfrenta o isolamento de organizações com as quais trabalhava anteriormente.

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