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Netflix sofre novos rebaixamentos por analistas de Wall Street

Após cortes do Wells Fargo e HSBC, ações da Netflix acumulam queda de 23% em 2026 devido à concorrência do YouTube e falta de sucessos.

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Foto: InvestNews
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22/09 às 09:57 · atualizado 12:45

Pontos principais

  • O HSBC reduziu a recomendação da Netflix para manutenção, com preço-alvo cortado de US$ 96 para US$ 76.
  • O Wells Fargo rebaixou o papel para 'underweight' e reduziu o preço-alvo de US$ 80 para US$ 57.
  • Analistas apontam que o YouTube tem ganhado espaço nas salas de estar em detrimento da plataforma de streaming.
  • As ações da empresa acumulam desvalorização de cerca de 23% no acumulado de 2026.
  • A companhia deve divulgar os resultados operacionais do terceiro trimestre no dia 20 de outubro.

As ações da Netflix enfrentam nova pressão após a empresa sofrer rebaixamentos consecutivos por analistas de Wall Street. Além da decisão do Wells Fargo, que cortou a recomendação para 'underweight' e reduziu o preço-alvo para US$ 57, o HSBC também revisou sua posição, alterando a recomendação de compra para manutenção e reduzindo o preço-alvo de US$ 96 para US$ 76. O mercado demonstra preocupação com a escassez de produções originais de impacto e a perda de relevância da plataforma frente a concorrentes mais ágeis.

O analista Mohammed Khallouf, do HSBC, destacou que o YouTube tem capturado uma fatia crescente do tempo de tela dos usuários, especialmente nas salas de estar. Esse cenário de maior concorrência, somado ao tempo médio de visualização por assinante que caiu para 1,6 hora diária no primeiro semestre de 2026, pressiona os papéis da companhia, que acumulam queda de 23% no ano. Investidores agora aguardam a divulgação dos resultados do terceiro trimestre, marcada para o dia 20 de outubro, em busca de sinais de recuperação na estratégia de engajamento.

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