Farmacêuticas europeias alertam para perda de competitividade global
Executivos de gigantes do setor farmacêutico pedem ações urgentes para conter a perda de mercado para rivais dos Estados Unidos e da China.
Pontos principais
- Presidentes de nove grandes farmacêuticas europeias assinaram carta a líderes nacionais.
- Empresas como AstraZeneca, GSK e Novo Nordisk participaram do movimento.
- O setor aponta desvantagem na atração de investimentos e no desenvolvimento de novos medicamentos.
- O alerta destaca a necessidade de medidas para proteger a competitividade do continente.
Executivos de nove das maiores empresas farmacêuticas da Europa, incluindo AstraZeneca, GSK e Novo Nordisk, enviaram uma carta aberta a líderes nacionais alertando sobre a perda de competitividade do setor no continente. O grupo argumenta que a indústria europeia está perdendo terreno de forma acelerada para rivais dos Estados Unidos e da China, tanto na capacidade de atrair investimentos quanto no ritmo de inovação e desenvolvimento de novos medicamentos.
O documento sublinha que a atual estagnação ameaça o futuro do ecossistema de saúde europeu e exige uma resposta coordenada dos governos. Os líderes do setor pedem a implementação de políticas que fortaleçam o ambiente de negócios local, visando reverter a dependência tecnológica e garantir que a Europa mantenha sua relevância estratégica no mercado global de biotecnologia e fármacos nos próximos anos.
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