Famílias pressionam por libertação de detidos na China antes de visita de Xi
Parentes de cidadãos presos na China intensificam apelos por soltura antes da visita oficial do presidente Xi Jinping aos Estados Unidos.
Pontos principais
- O cientista sino-americano Chen Youlin está detido em Pequim desde outubro de 2024.
- Chen permanece incomunicável com a família há mais de 670 dias.
- Familiares buscam visibilidade para os casos antes de encontros diplomáticos de alto nível.
Familiares de cidadãos detidos na China intensificaram os apelos por libertação às vésperas da visita do presidente Xi Jinping. O movimento busca colocar casos de detenções prolongadas no centro da agenda diplomática, visando pressionar por resoluções antes dos encontros oficiais com o governo do presidente Donald Trump.
Entre os casos de maior repercussão está o do cientista sino-americano Chen Youlin, preso em Pequim em outubro de 2024 enquanto tentava deixar o país. Detido há mais de 670 dias sem qualquer contato com seus parentes, o cientista tornou-se um símbolo das dificuldades enfrentadas por famílias que buscam informações sobre entes queridos mantidos sob custódia pelas autoridades chinesas. A esposa de Chen, Rong Yufang, tem relatado o impacto emocional severo da separação forçada prolongada.
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