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Anvisa proíbe importação e uso da caneta emagrecedora T36

Agência vetou o medicamento, de origem paraguaia, por falta de registro sanitário e ausência de avaliação de segurança e eficácia no Brasil.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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16/09 às 11:45 · atualizado 13:03

Pontos principais

  • A Anvisa proibiu a importação, comercialização, distribuição e uso da caneta emagrecedora T36.
  • O produto é classificado como agonista do receptor GLP-1 e não possui registro sanitário no país.
  • A agência também vetou a venda de medicamentos pelo site gopharma.shop, que comercializava itens irregulares.
  • Produtos como T.G., Tirzec, Lipoless MD e Retatrutide foram incluídos na proibição por falta de registro.
  • A Anvisa reforçou que a venda de medicamentos é privativa de farmácias e drogarias regularizadas.
  • A decisão foi oficializada por meio de resoluções publicadas no Diário Oficial da União.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição total da importação, comercialização, propaganda e uso do medicamento T36 em todo o território nacional. A medida, oficializada por meio de resoluções publicadas no Diário Oficial da União, foi tomada devido à ausência de registro sanitário do produto, que é uma caneta emagrecedora à base de tirzepatida fabricada no Paraguai. Segundo a agência, o item não passou por qualquer avaliação de segurança ou eficácia, representando riscos desconhecidos aos consumidores brasileiros.

Além do T36, a Anvisa estendeu a proibição para a comercialização de diversos outros produtos vendidos pelo site gopharma.shop, incluindo substâncias como T.G., Tirzec, Lipoless MD e Retatrutide, esta última sem registro em nenhum país. A agência reiterou que a venda de medicamentos no Brasil é uma atividade privativa de farmácias e drogarias devidamente regularizadas, alertando a população sobre os perigos de adquirir insumos de saúde por canais não autorizados ou de procedência duvidosa. Em paralelo, a autarquia também ordenou o recolhimento de outros produtos irregulares, como a linha NotShake Protein e o suplemento Aloe Care, reforçando a fiscalização sobre itens que descumprem normas sanitárias vigentes.

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