Técnica ancestral de cercas vivas ganha força na Inglaterra
Subsídios governamentais impulsionam o renascimento do entrelaçamento de cercas vivas entre agricultores ingleses para fins ambientais.
Pontos principais
- O entrelaçamento de cercas vivas, prática dos séculos XVIII e XIX, volta a ser popular no campo inglês.
- A técnica auxilia na preservação da vida selvagem, captura de carbono e controle de inundações.
- O governo britânico destinou 225 milhões de libras para apoiar melhorias ambientais em propriedades rurais.
- A prática foi uma das quatro categorias de subsídios mais solicitadas por agricultores neste ano.
A técnica tradicional de entrelaçamento de cercas vivas, amplamente utilizada nos séculos XVIII e XIX, vive um renascimento no cenário agrícola da Inglaterra. O método, que consiste em dobrar e entrelaçar galhos de arbustos para criar barreiras naturais, tem sido adotado por agricultores como uma estratégia eficaz para promover a biodiversidade local, auxiliar na captura de carbono e atuar no controle de inundações em áreas rurais.
O interesse renovado é impulsionado por um fundo governamental de 225 milhões de libras, destinado a incentivar práticas de preservação ambiental em terras agrícolas. A iniciativa tem gerado resultados expressivos, figurando entre as quatro categorias de subsídios mais requisitadas pelos produtores este ano. Ao integrar o manejo sustentável com o apoio financeiro estatal, a prática se consolida como uma ferramenta essencial para a resiliência ecológica das propriedades britânicas.
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