Funcionário da Flock Safety chama polícia para repórter em Georgia
Repórter investigativo foi abordado por três viaturas após filmar a instalação de uma câmera de vigilância da Flock Safety em via pública.
Pontos principais
- O repórter Brendan Keefe, da InvestigateTV, foi parado pela polícia em Milton, Geórgia, após um funcionário da Flock Safety ligar para o 911.
- O técnico alegou estar sendo seguido e assediado enquanto instalava um leitor de placas, embora o repórter estivesse em um veículo a distância.
- A polícia liberou Keefe após 17 minutos, confirmando que ele não violou leis e estava apenas documentando a instalação em local público.
- Este é o segundo caso documentado em 2026 de funcionários da Flock acionando autoridades contra pessoas que filmavam suas operações.
- Em junho, um gerente da Flock em Smyrna, Geórgia, também chamou a polícia para um grupo de criadores de conteúdo que filmava o centro de distribuição.
- A Flock Safety declarou que não se opõe a filmagens em público, mas orienta funcionários a contatar a polícia se sentirem ameaçados ou seguidos.
Um funcionário da Flock Safety acionou a polícia em 19 de agosto de 2026 após notar que o repórter investigativo Brendan Keefe, da InvestigateTV, documentava a instalação de uma câmera de vigilância em uma via pública em Milton, Geórgia. O técnico alegou ao 911 que estava sendo seguido e assediado, o que resultou na abordagem do jornalista por três viaturas policiais. Após verificar a identificação de Keefe e constatar que ele mantinha uma distância legal, os oficiais permitiram que o repórter seguisse seu caminho. A polícia local observou que o funcionário estava preocupado com sua privacidade e identificação pessoal.
O incidente reflete um aumento nas tensões envolvendo a empresa, que enfrenta críticas crescentes de ativistas de direitos civis e comunidades sobre o uso de sua tecnologia de leitura de placas e inteligência artificial. Embora a Flock afirme que seu crescimento supera as taxas de cancelamento de contratos, a empresa tem sido alvo de escrutínio público e debates legislativos sobre privacidade. Em resposta, a companhia reiterou que seus colaboradores são instruídos a priorizar a segurança pessoal, podendo buscar auxílio policial caso se sintam ameaçados em campo.
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