Ecoansiedade afeta saúde mental de brasileiros diante da crise climática
Especialistas alertam para o crescimento da ecoansiedade, condição marcada pelo medo crônico de catástrofes ambientais que impacta o cotidiano.
Pontos principais
- 42% dos brasileiros relatam que as mudanças climáticas prejudicaram sua saúde mental em 2025.
- Pesquisa do PNUD aponta que 56% das pessoas pensam em problemas climáticos semanalmente.
- A condição manifesta-se por angústia, insônia e crises de pânico, embora não seja um diagnóstico clínico oficial.
- Especialistas recomendam ações práticas e terapia cognitivo-comportamental para mitigar o estresse.
A ecoansiedade tem se tornado uma preocupação crescente, caracterizada pelo medo crônico de catástrofes ambientais e seus efeitos na saúde mental. Embora não seja um diagnóstico clínico reconhecido pelo DSM, a condição gera sintomas como angústia, alterações no sono e crises de pânico. Dados do Panorama da Saúde Mental de 2025 indicam que 42% dos brasileiros sentem que as mudanças climáticas impactam diretamente seu bem-estar emocional, refletindo uma tendência global de preocupação com o futuro do planeta.
Para lidar com o estresse crônico, especialistas sugerem que a transformação da ansiedade em ações práticas, como o engajamento em causas comunitárias e a educação ambiental, pode reduzir a sensação de impotência. Além disso, a busca por terapia cognitivo-comportamental e o planejamento para emergências são estratégias eficazes para gerenciar o impacto psicológico da crise climática no cotidiano dos indivíduos.
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