Mike Johnson descarta regulação da IA pelo Congresso americano
Presidente da Câmara dos EUA defende que empresas de tecnologia liderem a segurança da IA para evitar riscos à competitividade nacional.
Pontos principais
- Mike Johnson afirmou que o Congresso não deve impor moratórias ao desenvolvimento de IA.
- O parlamentar propôs uma reunião entre Donald Trump, legisladores e líderes do setor.
- Johnson argumenta que frear a IA nos EUA prejudicaria a segurança nacional diante da China.
- A responsabilidade pela segurança dos produtos deve recair sobre as próprias empresas de tecnologia.
O presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Mike Johnson, reiterou que o Congresso não pretende liderar a regulação da inteligência artificial. Em vez de intervenções estatais ou moratórias de emergência, Johnson defende que as empresas do setor assumam a responsabilidade direta pelo desenvolvimento seguro de seus produtos, priorizando a autorregulação dos laboratórios de IA.
Para o parlamentar, interromper o avanço tecnológico no país representaria um risco estratégico à segurança nacional, especialmente frente à crescente concorrência com a China. Johnson sugeriu a realização de uma reunião entre o presidente Donald Trump, membros do Congresso e líderes da indústria para debater o futuro da tecnologia, reforçando que o governo deve evitar medidas que possam comprometer a inovação e o posicionamento global dos Estados Unidos.
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