GM investe em baterias de íons de sódio para reduzir dependência da China
General Motors firma parceria com a startup Peak Energy para desenvolver tecnologia de baterias nos EUA e diminuir a dependência da cadeia chinesa.
Pontos principais
- GM investe US$ 900 milhões em novos laboratórios de baterias em Detroit.
- Parceria com a startup Peak Energy foca em células de íons de sódio para armazenamento de energia.
- Produção comercial da nova tecnologia está prevista para iniciar em 2029.
- Iniciativa busca reduzir a dependência da China, que detém 80% da produção global de baterias.
- Movimento ocorre em meio a críticas do governo Trump sobre parcerias de montadoras com empresas chinesas.
A General Motors anunciou um investimento de US$ 900 milhões na criação de novos laboratórios de baterias em Detroit, nos Estados Unidos. O projeto inclui uma parceria estratégica com a startup Peak Energy para o desenvolvimento de células de íons de sódio, voltadas principalmente para sistemas de armazenamento de energia. A montadora projeta que a produção comercial dessa tecnologia comece por volta de 2029, visando estabelecer uma cadeia de suprimentos doméstica robusta nos próximos anos.
A iniciativa ganha relevância em um cenário onde a China controla cerca de 80% da produção global de baterias. O movimento da GM também se alinha a um ambiente de maior pressão política, visto que o governo do presidente Donald Trump tem criticado montadoras, como a Ford, por manterem parcerias tecnológicas com empresas chinesas. Com esse investimento, a GM busca mitigar riscos geopolíticos e fortalecer sua independência tecnológica no mercado automotivo.
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