Uso de inteligência artificial por advogados brasileiros salta para 77%
Pesquisa mostra que a adoção de IA na advocacia cresceu significativamente em 2026, impulsionando a automação de tarefas jurídicas e estratégicas.
Pontos principais
- Adoção de ferramentas de IA por advogados subiu de 55% em 2025 para 77% em 2026.
- Principais usos incluem pesquisa jurídica, elaboração de peças e análise de contratos.
- OAB lançou o Plano Nacional de Integração de Inteligência Artificial na Advocacia para orientar o uso ético.
- Especialistas alertam para riscos como alucinações de modelos e falhas na privacidade de dados.
A inteligência artificial consolidou-se como uma ferramenta essencial nos escritórios de advocacia brasileiros, com 77% dos profissionais utilizando a tecnologia semanalmente em 2026, ante 55% no ano anterior. O aumento reflete a especialização de modelos voltados ao setor, como o Jus IA e o LawAgent, que auxiliam desde a pesquisa jurídica até a gestão de contencioso em massa. Para acompanhar essa transformação, a OAB implementou o Plano Nacional de Integração de Inteligência Artificial na Advocacia, focado em diretrizes éticas e capacitação técnica. Apesar da eficiência operacional, o setor mantém cautela quanto a desafios críticos, como a necessidade de revisão humana rigorosa para evitar alucinações dos modelos e a proteção estrita do sigilo e da privacidade dos dados dos clientes.
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