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Meta lança Muse, agente de IA pessoal com foco em privacidade

A Meta apresentou o Muse, agente de IA pessoal acionado pelo app Muse ou pelo WhatsApp e movido pelo modelo Muse Spark, que roda em uma máquina virtual isolada (Muse Secure VM) monitorada pelo agente de segurança Sentinel.

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Foto: x.com
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08/09 às 16:10 · atualizado 16:45

Pontos principais

  • O Muse é um agente de IA pessoal que executa tarefas em nome do usuário, como enviar e-mails e reservar viagens, e continua trabalhando mesmo depois que o aplicativo é fechado.
  • Pode ser acionado pelo aplicativo Muse ou diretamente pelo WhatsApp, sem exigir experiência técnica de quem o usa.
  • O sistema é movido pelo modelo Muse Spark, descrito pela Meta como o mais capaz da empresa até hoje.
  • Cada usuário tem uma máquina virtual isolada (Muse Secure VM), com CPU, navegador e armazenamento dedicados, sem acesso de outros agentes.
  • O agente de segurança Sentinel roda separado do Muse na mesma máquina e precisa aprovar qualquer ação que acesse a internet, pedindo permissão da pessoa quando necessário.
  • O Muse não tem acesso a senhas nem a dados de pagamento; as credenciais ficam em um armazenamento seguro que o agente usa sem visualizar, com trilha de auditoria completa.
  • Nas compras, o Muse faz o checkout pelo Link, da Stripe, e gera um cartão virtual de uso único para esconder os dados do cartão real; suporte a Shop Pay e ao 1Password deve chegar em seguida.
  • Ainda em 2026, a Meta prevê lançar o Muse Confidential VM, que criptografa toda a máquina virtual com uma chave controlada só pelo usuário, impedindo até a própria Meta de acessá-la.
  • O serviço está disponível para usuários nos Estados Unidos em iOS, Android e no site muse.ai, gratuito para a maior parte do uso, com planos pagos para quem quer ir além.
  • A Meta planeja levar o Muse também aos seus óculos inteligentes em breve.

A Meta anunciou o lançamento do Muse, um agente de IA pessoal que não apenas responde perguntas, mas executa tarefas em nome do usuário, como enviar e-mails, reservar viagens e preencher formulários. Segundo o anúncio da Meta, o agente pode ser acionado tanto pelo aplicativo Muse quanto diretamente pelo WhatsApp, sem exigir experiência técnica de quem o usa. O sistema é movido pelo Muse Spark, descrito pela empresa como seu modelo mais capaz até hoje. Depois que a pessoa compartilha um objetivo, o Muse monta um plano e continua o trabalho mesmo depois que o aplicativo é fechado, voltando quando precisa de aprovação, como antes de enviar um e-mail ou fazer uma compra.

Para garantir a privacidade, o Muse roda em uma máquina virtual isolada, a Muse Secure VM, dedicada a cada usuário, com CPU, navegador e armazenamento próprios. O agente de segurança Sentinel funciona separado do Muse na mesma máquina e precisa aprovar qualquer ação que acesse a internet. O Muse não enxerga senhas nem dados de pagamento: as credenciais ficam em um armazenamento seguro que o agente usa sem visualizar, e cada ação é registrada em uma trilha de auditoria.

Nas compras, o Muse faz o checkout pelo Link, da Stripe, e gera um cartão virtual de uso único para esconder os dados do cartão real da pessoa. Ainda em 2026, a Meta prevê lançar o Muse Confidential VM, que criptografa toda a máquina virtual com uma chave controlada só pelo usuário, o que impede até a própria Meta de acessá-la. O serviço já está disponível para usuários nos Estados Unidos em iOS, Android e no site muse.ai, é gratuito para a maior parte do uso, com planos pagos para quem quer ir além, e a Meta confirmou planos de levar o Muse também aos seus óculos inteligentes em breve.

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