Esposa de Lito Sousa nega favorecimento em acesso a remédio experimental
Mila Seidl afirmou que a autorização da Anvisa para o tratamento de Lito Sousa seguiu os trâmites legais e protocolos de uso compassivo.
Pontos principais
- Mila Seidl negou acusações de favorecimento na obtenção de medicamento experimental.
- A Anvisa autorizou o uso em caráter excepcional devido à gravidade da doença de Creutzfeldt-Jakob.
- O processo seguiu regulamentações para uso compassivo após negativa de entrada em estudo clínico.
- A tramitação envolveu o Ministério da Saúde, a Anvisa e a agência norte-americana FDA.
Mila Seidl, esposa do influenciador Lito Sousa, utilizou as redes sociais para refutar alegações de que a família teria recebido tratamento privilegiado para obter acesso a um medicamento experimental. O fármaco é destinado ao combate da doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição neurodegenerativa grave e sem cura. Segundo Seidl, a autorização concedida pela Anvisa seguiu rigorosamente os trâmites legais previstos para o uso compassivo, sendo fundamentada na rápida progressão da enfermidade. A busca pelo tratamento ocorreu após a família não conseguir a inclusão de Sousa em um estudo clínico que já estava com as inscrições encerradas. O processo de liberação envolveu uma articulação entre a farmacêutica responsável, o Ministério da Saúde, a Anvisa e a FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, garantindo a conformidade com as normas sanitárias vigentes para casos de extrema urgência.
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