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Moody’s mantém rating da CSN em revisão para possível rebaixamento

A agência reconheceu avanços operacionais na siderúrgica, mas aponta que a alavancagem e a demanda fraca ainda pressionam o risco de crédito.

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Foto: Times Brasil
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04/09 às 17:01

Pontos principais

  • A Moody’s Local Brasil citou melhoras na geração de caixa e na renegociação de dívidas da CSN.
  • A dívida bruta ajustada da companhia atingiu 5,4 vezes o Ebitda ao final do segundo trimestre de 2026.
  • A margem Ebitda da operação de aço subiu para 10,5%, apesar da queda de 5% na demanda pelo produto até julho.
  • A CSN planeja levantar entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões por meio da venda de ativos, incluindo a divisão de cimentos.

A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil manteve o rating da CSN em revisão para possível rebaixamento. Embora tenha reconhecido progressos operacionais, como a melhora na geração de caixa e avanços na renegociação de passivos, a agência avalia que os resultados atuais ainda não são suficientes para mitigar os riscos financeiros da siderúrgica. O cenário é agravado por uma demanda interna fraca pelo aço, que acumula queda de 5% até julho de 2026, pressionando a rentabilidade do setor. Para fortalecer sua estrutura de capital, a CSN busca concluir um plano de desinvestimento que prevê a venda de ativos, incluindo sua divisão de cimentos, com o objetivo de captar entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões. A alavancagem da empresa, medida pela relação entre dívida bruta e Ebitda, encerrou o segundo trimestre em 5,4 vezes.

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