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Professores de escolas particulares do Rio realizam greve de 24 horas

Professores da rede particular do Rio de Janeiro paralisaram atividades nesta quarta-feira por reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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02/09 às 18:31

Pontos principais

  • A greve de 24 horas foi aprovada pelo Sinpro-Rio após falhas nas negociações salariais.
  • Cerca de 1 mil profissionais se reuniram em um ato no Largo do Machado, no Catete.
  • A categoria reivindica reajuste de 5,5%, hora-atividade e gratificação por aprimoramento.
  • O sindicato relata aumento de afastamentos por saúde mental devido à sobrecarga de trabalho.
  • O SinepeRio, que representa as instituições de ensino, não se manifestou sobre a paralisação.

Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro deflagraram uma greve de 24 horas nesta quarta-feira, buscando pressionar as instituições de ensino por melhores condições laborais e reajustes financeiros. A paralisação, organizada pelo Sinpro-Rio, reuniu aproximadamente 1 mil profissionais em um ato público no Largo do Machado, na Zona Sul da capital fluminense. A mobilização ocorre após sucessivas rodadas de negociação com o sindicato patronal, o SinepeRio, que não resultaram em acordo. Entre as principais demandas da classe estão o reajuste salarial de 5,5%, a implementação de hora-atividade, gratificações por qualificação acadêmica e a equiparação salarial entre diferentes níveis de ensino. Além das questões financeiras, o sindicato destaca a preocupação com a saúde mental dos docentes, apontando que a sobrecarga de trabalho fora da sala de aula tem gerado um aumento significativo nos afastamentos médicos.

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