Apenas 37% das empresas obtêm lucro significativo com uso de IA
Pesquisa da McKinsey aponta que o sucesso financeiro com IA depende do redesenho de fluxos de trabalho, e não apenas da adoção de ferramentas.
Pontos principais
- 80% dos profissionais relatam aumento na produtividade individual com o uso de IA.
- Apenas 37% das empresas conseguem converter a tecnologia em impacto relevante no EBIT.
- Empresas de alto desempenho, que representam 6% da amostra, priorizam a reestruturação de processos.
- Organizações com receita acima de US$ 1 bilhão lideram a escala da IA em toda a estrutura corporativa.
Uma pesquisa recente da McKinsey revela um descompasso entre a adoção de inteligência artificial e a geração de resultados financeiros concretos. Embora 80% dos profissionais afirmem que a tecnologia impulsionou sua produtividade individual, apenas 37% das empresas conseguiram traduzir esse avanço em um impacto significativo no lucro antes de juros e impostos (EBIT). O estudo destaca que o diferencial competitivo reside em um grupo de elite, representando 6% das companhias, que opta por redesenhar fluxos de trabalho em vez de apenas implementar ferramentas isoladas. A tendência é mais acentuada em organizações com receita superior a US$ 1 bilhão, que possuem maior capacidade de escalar a IA de forma sistêmica. Enquanto isso, o mercado financeiro mantém cautela, com investidores migrando para setores defensivos no S&P 500 em busca de estabilidade diante das incertezas sobre a rentabilidade real das novas tecnologias.
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