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PIB do Brasil cresce 0,5% no segundo trimestre de 2026

A economia brasileira atingiu R$ 3,4 trilhões no período, refletindo uma desaceleração frente ao trimestre anterior sob pressão de juros elevados.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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01/09 às 09:45 · atualizado 10:33

Pontos principais

  • O PIB brasileiro cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 frente ao trimestre anterior, na série com ajuste sazonal.
  • Na comparação com o mesmo período de 2025, o crescimento foi de 2,0%; no acumulado de quatro trimestres, 1,9%.
  • O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões no trimestre, dos quais R$ 2,9 trilhões de Valor Adicionado e R$ 487,9 bilhões de impostos líquidos de subsídios.
  • A Agropecuária liderou o desempenho setorial com alta de 2,8%; na comparação anual (6,8%), o resultado refletiu as safras de soja (5,3%) e café (15,1%), que superaram as quedas do arroz (-11,3%) e do algodão (-6,7%).
  • A Indústria cresceu 0,1%, com as Indústrias extrativas (3,4%) compensando quedas na Transformação e na Construção (-0,4% cada) e em Eletricidade e gás (-1,1%).
  • Os Serviços cresceram 0,2%, puxados por Informação e comunicação (2,1%) e Transporte (1,1%), enquanto Administração pública (-0,4%) e Atividades financeiras (-0,3%) recuaram.
  • O consumo das famílias recuou 0,4% no trimestre, impactado pelo alto endividamento e juros elevados, mas subiu 0,5% frente a um ano antes.
  • O consumo do governo subiu 0,4% no trimestre e 3,1% na comparação anual.
  • A Formação Bruta de Capital Fixo (investimento) avançou 1,2% no trimestre; a taxa de investimento ficou em 16,1% do PIB, ante 16,6% um ano antes, e a taxa de poupança em 16,6%.
  • No setor externo, as exportações caíram 0,8% e as importações subiram 1,8% no trimestre.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 0,5% no segundo trimestre de 2026 frente ao primeiro, na série com ajuste sazonal, conforme o IBGE divulgou nesta terça-feira (1º). O resultado marca desaceleração frente ao crescimento de 1,1% do trimestre anterior. O PIB totalizou R$ 3,4 trilhões no período, sendo R$ 2,9 trilhões de Valor Adicionado a preços básicos e R$ 487,9 bilhões de impostos sobre produtos líquidos de subsídios. Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o PIB avançou 2,0%, e no acumulado dos últimos quatro trimestres, 1,9%.

A Agropecuária liderou o desempenho setorial, com alta de 2,8%, enquanto a Indústria (0,1%) refletiu o avanço de 3,4% nas Indústrias extrativas compensando quedas na Transformação e na Construção (-0,4% cada) e em Eletricidade e gás (-1,1%). Os Serviços cresceram 0,2%, puxados por Informação e comunicação e Transporte. Pela ótica da demanda, o Consumo das famílias recuou 0,4% no trimestre, pressionado por juros elevados e endividamento, enquanto o Consumo do governo subiu 0,4% e a Formação Bruta de Capital Fixo (investimento) avançou 1,2%. A taxa de investimento (FBCF/PIB) foi de 16,1% do PIB, abaixo dos 16,6% de um ano antes, e a taxa de poupança ficou em 16,6%. No setor externo, as exportações caíram 0,8% e as importações subiram 1,8% no trimestre.

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