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KES aposta em imersões para executivos em vez de grandes auditórios

Fundador da empresa de eventos corporativos, Ricardo Al Makul, prioriza conexões interpessoais e grupos restritos para fortalecer o networking.

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Foto: Pipeline Valor
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30/08 às 17:01

Pontos principais

  • O KES, fundado há 11 anos, foca em eventos de imersão voltados para o público C-level.
  • A estratégia da empresa prioriza experiências informais e grupos limitados em detrimento de grandes auditórios.
  • A companhia atende clientes como Itaú, Ambev, Boticário e Vibra com programas customizados.
  • Ricardo Al Makul reconhece que o modelo de personalização é pouco escalável, mas essencial para a proposta de valor.
  • A agenda dos encontros evoluiu ao longo da última década, passando de disrupção digital para temas como inteligência artificial e geopolítica.

O KES (Knowledge Exchange Session) consolidou seu modelo de negócio ao inverter a lógica tradicional dos eventos corporativos de larga escala. Sob a liderança de Ricardo Al Makul, a empresa abandonou o formato de grandes auditórios para focar em imersões e conexões interpessoais entre executivos. A estratégia, que atende companhias como Itaú, Ambev e Boticário, busca fortalecer o relacionamento entre os participantes através de experiências informais e grupos restritos. Embora o fundador admita que a alta personalização limite a escalabilidade do negócio, ele defende que essa abordagem é o diferencial competitivo da marca. Recentemente, o KES Summit reuniu cerca de 250 pessoas na Bahia para debater a integração de inteligências humanas em um cenário marcado pela sobrecarga cognitiva e pela rápida evolução da inteligência artificial no ambiente corporativo.

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