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Imigrantes equatorianas são detidas em hospital e deportadas

Após serem presas pelo ICE em um hospital na Flórida após um acidente, mãe e filha equatorianas optaram pela deportação voluntária.

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Foto: G1 Mundo
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30/08 às 12:01 · atualizado 12:46

Pontos principais

  • Grace Calero e sua filha, Giulianna Carriel, foram detidas pelo ICE em um hospital de Kissimmee, na Flórida.
  • A prisão ocorreu enquanto ambas recebiam atendimento médico após sofrerem um acidente de trânsito.
  • O ICE informou que as mulheres estavam em situação migratória irregular por terem excedido o prazo de seus vistos.
  • Familiares afirmaram que elas haviam solicitado asilo no país devido a ameaças de gangues no Equador.
  • Após quatro dias sob custódia, as equatorianas solicitaram a deportação voluntária e retornaram ao país de origem em 26 de agosto.

Grace Calero e sua filha, Giulianna Carriel, foram detidas por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) enquanto recebiam cuidados médicos em um hospital de Kissimmee, na Flórida, após um acidente de carro. O caso ganhou repercussão após a divulgação de vídeos do momento da abordagem. Segundo o ICE, a detenção ocorreu porque ambas haviam excedido o período de permanência autorizado em seus vistos. Familiares das equatorianas relataram que elas buscavam asilo nos Estados Unidos devido a ameaças de gangues em seu país natal. Após quatro dias sob custódia das autoridades migratórias, mãe e filha manifestaram o desejo de retornar ao Equador, sendo deportadas voluntariamente em 26 de agosto. O episódio ocorre em um cenário de intensificação das operações de fiscalização migratória sob a gestão do presidente Donald Trump, reacendendo debates sobre a atuação de agentes em locais sensíveis.

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