Inundação na fronteira entre Nepal e Tibete deixa ao menos 31 mortos
Enchente repentina na região fronteiriça causou 31 mortes e deixou centenas de desaparecidos, incluindo turistas estrangeiros de diversas nacionalidades.
Pontos principais
- O desastre atingiu a região da fronteira entre o Nepal e o Tibete na quarta-feira (26).
- Balanço oficial aponta 31 mortes confirmadas e cerca de 400 pessoas desaparecidas.
- Entre os desaparecidos, 291 são identificados como estrangeiros de países como EUA, Reino Unido e África do Sul.
- O transbordamento do rio Bhote Koshi destruiu casas, pontes e infraestrutura local.
- Deslizamentos de terra no condado de Gyirong interromperam estradas, comunicações e o fornecimento de energia.
- Autoridades locais investigam se a tragédia foi desencadeada por um terremoto seguido de avalanche.
- Esforços de resgate enfrentam dificuldades devido às condições geográficas e limitações para pouso de helicópteros.
Uma inundação repentina atingiu a região de fronteira entre o Nepal e o Tibete, na China, resultando em pelo menos 31 mortes confirmadas e centenas de desaparecidos. O desastre, que ocorreu na última quarta-feira (26), foi marcado pelo transbordamento do rio Bhote Koshi, que devastou vilas, destruiu pontes e comprometeu severamente a infraestrutura local, incluindo o fornecimento de energia e as vias de acesso no condado de Gyirong. Entre os desaparecidos, estima-se que quase 400 sejam viajantes estrangeiros, incluindo cidadãos dos Estados Unidos, Reino Unido e África do Sul, além de trabalhadores de uma usina hidrelétrica na região tibetana.
As autoridades locais e equipes de resgate, compostas por policiais e militares, trabalham no socorro às vítimas, embora a operação enfrente obstáculos logísticos significativos, como a dificuldade de pouso para aeronaves em áreas de difícil acesso. Paralelamente às buscas, investigadores apuram a causa do fenômeno, com a suspeita principal de que um terremoto tenha ocorrido na região, provocando uma avalanche que culminou na enchente. Moradores das margens dos rios foram orientados a buscar terrenos mais altos enquanto o monitoramento da área continua.
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