Governo do Rio exonera 6,1 mil comissionados para cortar gastos
Medida visa economizar R$ 221 milhões até o fim de 2026 e reduz a estrutura administrativa estadual de 32 para 28 secretarias.
Pontos principais
- O governo estadual cortou 6.145 cargos em comissão de um total de 14.340.
- A economia projetada com as demissões é de R$ 221 milhões até dezembro de 2026.
- Parte dos exonerados foi classificada como funcionários fantasmas sem acesso aos sistemas do Estado.
- A gestão interina, sob o desembargador Ricardo Couto, fundiu secretarias para reduzir a estrutura administrativa.
- As mudanças ocorrem após a renúncia de Cláudio Castro, que está inelegível até 2030.
O governo do Estado do Rio de Janeiro anunciou a exoneração de 6.145 servidores comissionados, uma medida que busca otimizar a máquina pública e gerar uma economia de R$ 221 milhões até o final de 2026. A decisão faz parte de um pacote de reestruturação administrativa iniciado pela gestão interina do desembargador Ricardo Couto, que assumiu o cargo em 23 de março de 2026, após a renúncia de Cláudio Castro. Entre as ações, destaca-se a fusão de secretarias, reduzindo o total de 32 para 28 pastas. Além da contenção de despesas, o governo identificou que diversos cargos eram ocupados por funcionários fantasmas, que não possuíam acesso aos sistemas internos do Estado. A medida ocorre em um momento de transição política, marcado pela inelegibilidade de Castro, determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral até 2030, e busca estabilizar as contas públicas fluminenses.
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