Calor extremo causou mais de 40 mil mortes na Inglaterra desde 1988
Dados oficiais indicam que o calor extremo provocou mais de 40 mil óbitos na Inglaterra em quase quatro décadas, com recordes sendo batidos em 2026.
Pontos principais
- Mais de 40 mil mortes excedentes foram registradas em dias de calor extremo entre 1988 e 2025.
- O levantamento não contabiliza os dados do verão de 2026, que deve atingir novos recordes de mortalidade.
- A UK Health Security Agency estima que 2.877 pessoas morreram apenas nos meses de maio e junho de 2026 devido às altas temperaturas.
Dados divulgados pelo Office for National Statistics revelam um impacto crescente do calor extremo na saúde pública da Inglaterra. Entre 1988 e 2025, mais de 40 mil mortes excedentes foram diretamente associadas a períodos de temperaturas elevadas. O cenário é agravado pelos registros de 2026, que não foram incluídos na contagem histórica, mas já apresentam números alarmantes. Segundo a UK Health Security Agency, apenas nos meses de maio e junho de 2026, foram contabilizados 2.877 óbitos relacionados ao calor. A tendência de aquecimento contínuo coloca pressão sobre os sistemas de saúde britânicos, que enfrentam o desafio de mitigar os riscos para populações vulneráveis diante de verões cada vez mais intensos e frequentes no país.
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