Mulheres permanecem sub-representadas na economia gig da Índia
Estudo aponta que a expansão da economia gig na Índia não tem incluído mulheres, apesar da criação de milhões de postos de trabalho no setor.
Pontos principais
- A economia gig indiana cresceu rapidamente com serviços de entrega e transporte.
- Pesquisa recente indica uma ausência significativa de trabalhadoras no setor.
- O mercado de trabalho informal no país segue marcado por disparidades de gênero.
A economia gig na Índia, que impulsiona serviços como entregas rápidas e aplicativos de transporte, tem gerado milhões de oportunidades de trabalho no país. No entanto, um novo estudo revela que as mulheres estão amplamente excluídas desse ecossistema, permanecendo sub-representadas apesar da rápida expansão do setor. A disparidade levanta preocupações sobre a inclusão econômica e a desigualdade de gênero no mercado de trabalho informal indiano. A falta de participação feminina nesse segmento sugere barreiras estruturais que impedem o acesso a essas novas formas de emprego, mesmo com o crescimento acelerado da demanda por serviços digitais. A situação destaca a necessidade de políticas que promovam maior equidade na distribuição dessas oportunidades, garantindo que a transformação digital do mercado de trabalho indiano beneficie todos os segmentos da população de forma igualitária.
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