Itaú BBA projeta desempenho operacional forte da Klabin no 2º semestre
Analistas preveem melhora nos resultados da Klabin em 2026 impulsionada pela operação da unidade Puma II e pela sazonalidade positiva do mercado.
Pontos principais
- A unidade Puma II, em Ortigueira (PR), garante flexibilidade para alternar entre diferentes produtos e mercados.
- O mercado global de kraft apresenta restrição de oferta, favorecendo o aumento de preços internos e nas exportações.
- A estratégia atual da companhia prioriza a captura de retornos sobre investimentos e a redução do endividamento.
- A venda de ativos florestais deve totalizar R$ 250 milhões em 2026, após registrar R$ 126 milhões no primeiro semestre.
O Itaú BBA projeta um segundo semestre de 2026 favorável para a Klabin, sustentado pela plena capacidade operacional da unidade Puma II e por fatores sazonais positivos. A infraestrutura em Ortigueira, no Paraná, atua como um motor de flexibilidade, permitindo que a empresa ajuste sua produção conforme a demanda global. O cenário atual é beneficiado por um mercado de kraft mais restrito, o que tem impulsionado a valorização dos preços tanto no mercado interno quanto nas exportações. Diferente de ciclos anteriores focados na expansão da capacidade, a gestão atual da Klabin concentra esforços na maximização dos retornos sobre os investimentos realizados e na desalavancagem financeira. Além da operação industrial, a estratégia de venda de terras segue como um componente relevante, com previsão de atingir R$ 250 milhões em receitas ao longo de 2026.
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