China ameaça retaliar EUA após novas sanções contra empresas
Pequim reafirma cooperação com o Irã e promete resposta a sanções impostas pela administração Trump contra companhias chinesas e de Hong Kong.
Pontos principais
- O governo chinês declarou que manterá a cooperação comercial com o Irã apesar das pressões externas.
- A administração Trump impôs sanções a empresas sediadas na China e em Hong Kong por vínculos com Teerã.
- Pequim classificou as medidas como interferência e ameaçou implementar retaliações contra os Estados Unidos.
O governo chinês reafirmou nesta semana seu compromisso com a cooperação econômica com o Irã, desafiando diretamente as recentes sanções impostas pela administração de Donald Trump. As medidas punitivas atingiram diversas empresas localizadas na China e em Hong Kong, sob a justificativa de que essas companhias estariam facilitando transações proibidas com o regime iraniano. Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores da China classificou as sanções como uma violação das normas internacionais e um ato de interferência em seus assuntos soberanos. Pequim sinalizou que não recuará diante da pressão de Washington e prometeu adotar medidas de retaliação para proteger seus interesses comerciais. O episódio eleva a tensão geopolítica entre as duas potências, evidenciando o choque de estratégias sobre o isolamento econômico do Irã e a influência chinesa no Oriente Médio.
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